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Este blogue mudou-se. Está agora no facebook. Um dia voltará a viver no blogger, numa casa nova e moderna. Até lá, boas novelas!
Para TODOS os fãs de telenovelas Brasileiras e Portuguesas espalhados pelo mundo.
Portuguese blog about Brasilian/Portuguese tv soaps for fans all over the world.

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terça-feira, 28 de maio de 2013

Os diretores e seus AMORES - 1

Ser director de novela implica contactar com muitos artistas. Talvez por isso seja natural que os romances entre actores e directores proliferem. Alguns desses romances viram casamentos ou uniões sérias. Porém, nem todos parecem seguir a máxima: "felizes para sempre". Vamos relembrar o "curriculo" amoroso de alguns diretores e atrizes de novela brasileira.

DENNIS CARVALHO

Com quem não namorou/casou Dennis Carvalho? Com uma lista impressionante de relacionamentos com atrizes, entre as mais badaladas entram as que levaram ao casamento. A primeira foi Beth Mendes.



Beth Mendes

Seguiu-se Christiane Torloni, em 1978, com quem teve filhos gémeos.


Não demorou tempo e já estava com Monique Alves, com quem em 1981 teve uma filha, Tainá.

Deborah Evelyn, em 1989, foi a actriz que se seguiu. Com ela manteve uma relação de vários anos, tendo a mesma terminado o ano passado, 2012. Tiveram uma filha, Luísa.


Os Quatro casamentos com ATRIZES de Dennis Carvalho
Bete Mendes, Christiane Torloni, Monique Alves e Déborah Evelyn


Pelo meio morou e namorou com as também conhecidas Tássia Camargo e Ângela Figueiredo, às quais não colocou aliança de casamento :)



Fontes: internet (IMDB, Wikipedia, Mundo de Novelas, astroemrevista).

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sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Apagão Analógico - RIP a 12 de Janeiro

Está a aproximar-se o dia em que as EMISSÕES de televisão no formato analógico vão MORRER.
A 12 de Janeiro de 2012, em todo o Portugal Continental, a forma tradicional de assistir televisão DESAPARECE, para sempre. Assim o dita uma norma europeia. E será substituída pela televisão Digital Terrestre (TDT). A mesma coisa, só que mais lucrativa para quem a controla!


Esta substituição do analógico para o digital é inevitável, mas causa alguma estranheza. É como ter de dizer «adeus» ao conforto da «velha lareira», que vai ser substituída por um qualquer aparelho aquecedor eléctrico. E será que gera uma onda de calor equiparável ao de uma lareira?



O apagão analógico dita o fim da televisão que crescemos a ver. As próximas gerações, e mesmo estas, não imaginam a simplicidade de ver televisão com uma antena no telhado para receber o sinal de ondas hertezianas do emissor e um televisor para as exibir. Falta-lhes a "parnafenalha" toda que entretanto se associou ao hábito. E a evolução para o digital está a eliminar o equipamento analógico. Mesmo não existindo playstations, X-box ou Wiis nos anos 80, surgiram os Atari, os Timex, os Spectrum e outros computadores de ligar à televisão, cujos jogos eram carregados via analógica através de uma cassete normal (agora extintas). Estava-se já a evoluir da «lareira» para o «aquecedor eléctrico».

E o «aquecedor eléctrico» implica outros cuidados, requer o consumo de mais energia, dura menos, necessita de ser substituído com maior regularidade, precisa de upgrades e manutenção, é um investimento contínuo e mais dispendioso que a «lareira», que para funcionar só precisa de uns troncos de madeira.

Bom, brincadeiras à parte, a televisão analógica serviu muito bem os lares Portugueses e o seu desaparecimento merece uma referência. Tem de se aceitar o progresso e as coisas «boas» que o digital pode proporcionar, mas como suporte de registo é algo em que não confio. Não parece que seja tão vantajoso quanto a película magnética, essa invenção «analógica» fantástica, que nos permite 120 anos volvidos, ainda ver os primeiros filmes dos irmãos Lumière (1895), ou as primeiras animações (ler link). A película magnética é recuperável, se danificada numa secção, salvam-se as outras e é um processo mais envolvente, mais emotivo. E rápido! O digital... ?? Um erro apaga tudo, um azar, apaga tudo, um risco, apaga tudo, um abanão, destrói tudo...
Mas vamos a ver! Há que ter fé e acreditar que se evolui também para coisas boas, que superam eventuais perdas. Uma CERTEZA porém o DIGITAL nos traz: é excelente para «extorquir» milhares de euros extra aos cidadãos, que têm de pagar um equipamento descodificador, uma box, canais de televisão em sinal fechado e sei lá mais o quê... Um crescendo de zumbidos electricos pela casa lol!

Este AUMENTO de aparelhos e caixinhas electrónicas além de produzir mais ruído, também produz mais lixo, o que é mau para o ambiente. Produzem-se milhares de aparelhos de plástico que vão ser constantemente substituídos por outros mais avançados, mais novos, com um design diferente ou características mais específicas às necessidades do utilizador. E, claro, todos estes extras, geram dinheiro, porque custam dinheiro e tudo se paga!

Mas não vou alongar-me nesta «homenagem» de despedida às EMISSÕES ANALÓGICAS.

RIP (rest in peaceTV analógica. Foste a melhor e lamento que vás partir!

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sábado, 22 de agosto de 2009

Caminho das Índias: a televisão

É engraçado como na novela "Caminho da Índias", os núcleos familiares Indianos parecem viver SEM a presença daquela invenção «mundana» que revolucionou o mundo.... a televisão, apenas parece surgir nesta história para revelar ao grupo o paradeiro de álguém. Já repararam que, em muitas histórias, a presença de televisão só serve para isso? Para "desmascarar" um mistério?
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Agora foi a vez de Xante fugir de casa. Para que a família soubesse do parentesco da moça, surgiu, sem mais nem menos, uma televisão na casa da família ANANDA, assim como na casa dos pais de Maya. Como é que a Índia sobreviveu este tempo todo sem televisão? E lá estava o rosto da moça, em destaque entre os restantes, demoradamente filmada, como se de propósito para a família demorar-se a contemplá-na, ao mesmo tempo que debita o necessário diálogo.
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Em Caminho das Índias, a TV tem servido apenas para isso e de uma forma muito irrealista e imediata. Quando a turma de "Beca" assaltou uma casa de noite, na manhã seguinte já o moço era destaque no jornal, com uma fotografia enorme sua. Mas foi na TV que todas as personagens, a mãe e irmã de Camila, inclusive, ficaram a par da situação. Que conveniente! Cuidado, deliquentes! A televisão está lá para vos apanhar!
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Também será assim na vida real?

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domingo, 26 de julho de 2009

Mudam-se os tempos... e os hábitos

Olá a todos.


Hoje vim escrever sobre o horário da novela "Caminho das Índias", que, para quem não sabe, em Portugal vai para o ar sempre depois das 22.30 horas.
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Este horário acabou por pegar. As novelas brasileiras de horário nobre que passam em Portugal (canal SIC) têm sido alvo de muitas críticas nos últimos anos, devido ao facto dos telespectadores estarem a «morrer» de sono e a novela não ir para o ar. O resultado é que nem sempre conseguem lutar contra o cansaço e perdem muitos capítulos..
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Confesso que é o que se passa comigo. Nem sempre consigo ver a novela "Caminho das Índias". Perco alguns capítulos e nem me preocupo. E esta é a nova maneira de ver novelas.
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É um novo hábito que se instituiu, passou a ser assim e existem causas diversas para que assim seja. Ver novelas ou outro tipo de programa televisivo nunca mais vai ser a mesma coisa. Hoje habituámo-nos às multi-tarefas e também às multi-ocupações. Se a mulher sempre teve de ajustar «ver a novela» com a lida da casa, os filhos, o marido e os tachos e panelas, hoje existem outros hábitos que mudaram a forma de se ver novela. Sendo o computador, o responsável mor. Ora estou a ver a novela e outros programas de televisão com mais ou menos atenção, ora estou no computador a escutar e a dar uma espreitadela ao ecran da Tv. E estes hábitos já dizem tudo...
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A forma de se ver e viver a novela mudou para sempre. Viverá na recordação apenas, o tempo em que se tratava de um hábito apreciado com maior devoção e maior sentimento. Admitamos, nada voltará atrás. Mas também, por melhor que uma novela seja, jamais voltará a receber do nosso tempo a total «exclusividade» que lhe reservávamos e jamais vai deixar de ser partilhada com outras ocupações. Perder uns capítulos já não nos vai deixar desolados... sempre existe a «espreitadela» no youtube ou no próprio site da Globo...
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Mudam-se os tempos, e os hábitos!

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sexta-feira, 19 de setembro de 2008

Melhores novelas de sempre

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Lilia Cabral estava no ar, na novela «A Favorita», quando coloquei uma cassete que contém a novela «Vale Tudo» no vídeo. A cena logo me agarrou. Sem dúvida, uma excelente novela. Novamente voltei a pensar: quais as melhores novelas de sempre? Sendo que «sempre» são aquelas que vi no meu tempo de vida e, de fora, ficam outras que os mais velhos recordam, ás vezes até em preto e branco.

Esta discussão, das melhores de sempre, é constantemente levantada e num dos primeiros post deste blogue dei início à explicação dos critérios de selecção que, para mim, uma novela tem de possuir ou provocar para ser das melhores.

Essa magia de cativar o público eternamente é algo ininteligível quando se busca. Pensem só: todos os autores de todas as três ou quatro novelas produzidas anualmente só pela tv Globo têm essa pretensão. Buscam ser as melhores.

Porquê umas o conseguem (algumas como Pantanal, sem pretensões) e outras não?

Lilia Cabral volta à lembrança. Ela entra em «Vale Tudo» e também noutra novela que coloco no Top das melhores de sempre: «Tieta». Mas esperem aí! E a sua interpretação em «História de Amor»? Foi também uma novela excelente. Se não fosse «Por Amor», a sua sucessora por autor ultrapassá-la no gosto do público, estaria no Top. «Vale Tudo» merece lá estar. Uma novela que, calhe em que cena for, agarra imediatamente a atenção do espectador, tem de estar no Top. E boas novelas não têm idade. Quem pensa assim é preconceituoso. E não deve apreciar outras coisas do universo artístico, como a Mona Lisa do Leonardo Da Vinci, ou o padrão dos Descobrimentos e o mosteiro dos Jerónimos. Afinal, que coisas mais velhas!

Se dúvida restasse, a reposição de «Pantanal» nas televisões brasileiras actualmente vem esclarecer os mais cínicos. Com quase 20 anos, a novela vem a provar, como se o público fosse um bando de cobaias, que idade não apaga qualidade.

Seria bom encontrar um actor em particular presente em todas aquelas que consideramos as melhores de sempre. Mas tal é impossível. Resta-lhes a eles saber que têm no seu currículo ao menos uma novela que faz parte desse fenómeno. Gostem ou não!

Eis as que coloco no TOP:

Pantanal
Por Amor
Vale Tudo
Fera Ferida
Tieta


Alguém discorda, ou acrescenta?

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sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

A Qualidade em Televisão


A cassete antiga estava no vídeo à espera que carregasse no play. Mas por 10 minutos, continuei a ver na Sic a novela Duas Caras. Finalmente, pressiono a tecla. Surge a novela Dona Beija. O primeiro gesto que tenho de fazer é alcançar o telecomando da televisão e baixar o som 2 níveis. Esta novela, gravada há 20 anos num vídeo mono, tem o volume de som mais alto que a novela em exibição na Sic. Acaba rapidamente e dá lugar a outra novela: Pantanal, gravada na 2ª exibição. Aqui tenho de baixar novamente o som 2 níveis. Mais á frente encontro a novela Vale Tudo. Todas estas novelas apresentam uma imagem perfeita, nítida, sem sombras ou chuviscos.

Desde que foram gravadas, há 10 ou 20 anos atrás, a televisão beneficiou de avanços tecnológicos. A cada mudança existe sempre a promessa de uma coisa melhor, em qualidade, em conforto, em interactividade e segurança. Mas nada disso realmente aconteceu, não é mesmo? Para quê tanto mudança se o que apreciamos é o que tivemos: qualidade?

O que nos espera a televisão no futuro? A qualidade na recepção de produtos de televisão não é somente influenciada pela poluição visual estática e dinâmica que vemos no ecrã em simultâneo com as novelas. Não são só os logótipos e as mensagens em movimento, ora em rodapé ora nos cantos a prejudicar a qualidade do produto que chega aos lares do público. É também o som, este truque utilizado para prejudicar o espectador audaz, que ouse desejar gravar o produto de lembrança para si. Som este que dispara em estrondo quando surge os intervalos para a publicidade. Som que por vezes não se percebe se chega em pior qualidade apenas por ser de baixo volume ou se também não é stereo. É também o dessincronismo entre o mesmo som e a imagem, com os movimentos dos lábios a anteciparem o que se escuta. Truques! Malditas estratégias que não existiam à 20 anos atrás.
Volto a perguntar o que reserva ao espectador a televisão no futuro. É uma questão de pouco tempo, até todos abdicarem das emissões analógicas e serem obrigados a seguir a regra do mercado: aderir à Televisão Digital. Esta faz as promessas do costume: imagens espectaculares, de não-sei-quantas linhas, interactividade que elimina os intervalos publicitários, etc, etc. O que me faz interrogar para onde vão impingir a publicidade que as pessoas vão deixar de ver.
De que vive a televisão? Não é das verbas da publicidade? Então, o mais provável é que durante as novelas e telejornais, o espectador vá ter o ecrã dividido em ¾ s, sendo que um emitirá continuamente publicidade (espero não estar a dar ideias!!). Ou seja: os logótipos estáticos e as mensagens dinâmicas serão “fichinha” (deixem-me usar um termo mais brasileiro) em comparação com a possibilidade da publicidade estar a ser injectada em simultâneo com o programa! O SONHO de qualquer negociador ávido pelo vil metal.

Há também outra ameaça a pairar sobre o sistema digital, além de ser o pior para armazenar dados. Quantos já não carregaram no botão e ups! Fez curto-circuito ou uma confusão qualquer e o aparelho apagou o que não devia? Acontece-me mais do que desejaria. Mas não é esta a ameaça maior que a tv digital coloca sobre os direitos do espectador. A ameaça vem no maior e total controle das emissões. Sem ondas hertezianas, sem o analógico, copiar sinais ou talvez até duplicá-los será mais difícil. Qualquer ideia mais criativa para aumentar a qualidade e conforto será dificultada pelo sistema. Será necessário em cada lar, instalar uma (quem sabe se não será uma por cada aparelho) box digital. Quando antes só era preciso o televisor e nada mais.

Existe ainda uma ameaça que pessoalmente considero maior. A impossibilidade do espectador efectuar gravações de programas.

Com a implantação do sistema DIGITAL, caberá provavelmente ao governo decidir se as emissões passarão a ter um BLOQUEADOR DE SINAL, que impede o programa de ser gravado em casa. Tanto pode isto acontecer com tudo que passar na televisão, como só com estes programas de grande audiência, como as novelas.

Sim, é claro que o espírito humano é naturalmente inovador e adora ultrapassar desafios impostos. Talvez uma forma de contornar o sistema seja sempre possível. Talvez não. Mas a verdade é que, para mim, me basta a simplicidade. Uma antena no telhado, aquelas imagens nítidas, vivas em cor e potentes em som, que gravei da televisão há 20 anos!

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