Novidade

Este blogue mudou-se. Está agora no facebook. Um dia voltará a viver no blogger, numa casa nova e moderna. Até lá, boas novelas!
Para TODOS os fãs de telenovelas Brasileiras e Portuguesas espalhados pelo mundo.
Portuguese blog about Brasilian/Portuguese tv soaps for fans all over the world.

email desactivado por google devido a spam
alternativa: novelas para recordar npr arroba gmail.com

Mostrar mensagens com a etiqueta mistério. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta mistério. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Quem é o ASSASSINO de Remédio Santo?


A novela da TVI "Remédio Santo" está a aproximar-se do final, após um ano no ar. Por resolver continuam as  misteriosas mortes. Hoje tive um palpite que me parece certeiro (se é que este tipo de escrita permite tal coisa). O assassino é O PADRE VENÂNCIO (Vitor de Sousa).

Não faz muito sentido e faz todo o sentido. Se formos a interpretar a morte do anterior padre como uma forma que este encontrou de ficar com a paróquia (embora tenha demorado mais de 6 meses a lá chegar lool), o padre corresponde também há única descrição conhecida do assassino: os trajes NEGROS.


Por desvendar estão também outros mistérios.
Como morreram os pais da santinha e porque motivo? E os pais de Clarinha e o Presidente da Junta? Como é que estes mistérios estão ligados ao das mortes de todos os outros?

Este tipo de escrita, como referi acima, não é  uma que aprecie muito e julgo já o ter mencionado antes. Não que esteja algo de errado com ela mas simplesmente não acho qualquer piada ao facto de não existirem pistas para o espectador seguir na tentativa de descobrir a identidade do criminoso.  Antigamente nas séries policiais como as do Poirot, Agata Christie, essa possibilidade estava sempre lá. As pistas eram dadas em excesso e todos pareciam suspeitos. Nas novelas a coisa passa-se ao contrário e sempre igual. Pistas não existem nenhumas, assassinos são todos aqueles que depois da cena do crime ir para o ar surgem com comportamentos suspeitos ou misteriosos, como entrar em casa sem acender a luz, pé ante pé, mentir onde foi quando confrontado ou simplesmente fazer uma cara má e misteriosa. É tão impossível seguir as pistas para um assassino de novela e a prová-lo está o autor da obra, que sempre diz que podem ser dois ou três mas que é segredo. Bah! Serei só eu que não vê nisto qualquer pica de entusiasmo?


Não quero que me digam a identidade do culpado, mas quero uma lógica que possa ser seguida ao longo da novela, ainda que disfarçada por acção paralela. Quero pistas e mais pistas, não necessariamente falsas. Quero um mistério com suspense, não um crime que só no último episódio é que, por milagre, se fica a saber tudo! E depois, quando a nossa cabeça começa a juntar as peças todas, começa a sentir discrepâncias mas aí já a novela terminou.


Seja como for, o meu palpite agora é este. Este e o de existir um segundo assassino. Talvez o puto «filho-do-demónio», Zacarias. Que, a julgar por estas fotos, sofrerá uma reconversão bem sucedida e ao invés de passar a andar com um bode preto, troca de animal de estimação e fica com um cão branco.

Read more...

domingo, 15 de janeiro de 2012

Remédio Santo - os elogios em falta

Há muito, muito tempo que estou em falta com os «upgrades» sobre a novela Remédio Santo. Um pouco "maltratada" aquando os três meses de exibição do programa "Casa dos Segredos", teve um período de longa exibição após o término do reality show mas voltou à normalidade com a estreia de "Doce Tentação". Quer dizer... mais ou menos. Ao que parece já não é a primeira novela a ir para o ar, mas a segunda. Uma estratégia bem pensada porque se não quisesse continuar a ver Remédio Santo acho que não colocaria muito os olhos na outra.


Há muito que estou para vir aqui escrever sobre a excelente interpretação que Rodrigo Menezes faz na novela. Desde o início a sua veia cómica destacou a personagem, já de si muito rica e bem conseguida. Mas ultimamente tem andado ainda melhor. E se inicialmente o trio das irmãs Marias parecia-me patético, acho que mais para a frente as três interpretes conseguiram apanhar as personagens. Rejubilo com a prestação de Julie Sergeant, que está delirante nas suas tiradas e tiques. Tanto quanto contracena com a interesseira carpideira Evangelina (Patrícia Tavares) outra bem conseguida interpretação, como quando está com o seu «Zac bebé», as irmãs ou o Naná (Rodrigo Menezes). Estes dois em particular conseguem espremer todo o «sumo» das personagens e deixar o espectador sorver.




Mas há mais casos assim nesta novela. Margarida Marinho sempre tão poderosa surge aqui com uma Violante muito bem conseguida. É sabido que a atriz pediu ao autor para não carregar demasiado a personagem com dramas e cenas e, de facto, não precisa de estar sempre a aparecer para deixar uma forte impressão no ar. A sua personagem tem de falar espanhol e também fazer linguagem gestual. Sofia Alves é outra que está bem numa personagem que facilita por poder ser interpretada quase como uma caricatura mas acaba por ter algo particular.

SOBRE A HISTÓRIA que está cheeeeia de mistérios, ainda há muito a adivinhar. Nomeadamente quem é o assassino(s). Se continuar a morrer gente daqui a pouco renovam o elenco inteiro :) Deixou de se perceber se existiam cartas, pelo que não se sabe se só uma pessoa anda a cometer o crime.

Quanto a outros mistérios, diria que o sr. Presidente da Junta (Sabri Lucas), outra bem conseguida interpretação, é virgem. Para recusar ser íntimo com Amélia (Marta Melro), outra boa interpretação, aliada à sua conhecida fobia por germes e hipocondria, uma pessoa com estes sintomas pode muito bem nem conseguir beijar alguém na boca sem sentir repulsa pelos germes trocados no acto, quanto mais sexo...

A grande surpresa nesta altura da trama é descobrir o alto nível de vilanagem do carácter de Sara, a tão sofrida ex-mulher de Renato que trabalhou toda a vida como empregada doméstica para sustentar o marido e a filha. Também muito bem interpretada por Paula Lobo Antunes. Com esta mudança de carácter pode até ter virado uma potencial assassina.

E o que dizer daquela Maria Polícia (Rita Loureiro)? É um zerinho à esquerda! Uma policial que não vale um tostão furado e que, quando coagida, decide forjar provas para parecer uma grande detective que soluciona o caso dos assassinatos, acusando um morto. Mas o lado cómico desta personagem está na quantidade de vezes em que falha miseravelmente como policial. Na ocasião em que leva o sobrinho ao consultório médico e este passa tão mal que tem de ser levado para o hospital, a policial está tão distraída que nem dá pela agitação e saída dos médicos e do paciente. Noutra situação decide proteger a vida de Renato, acaba por adormecer no sofá sem acordar nem quando chamam por ela. Bem que bandidos podiam entrar e sair que ela não dava por nada.

Existem prestações que não acho por aí além bem conseguidas. Adriano Luz não me convence e é demasiado calado e imóvel perante determinadas acções dramáticas. Pode ser que o guião o dite assim mas se assim é não combina com ele e deviam ajustar ao intérprete. Sílvia Rizzo... como me irrita! Irrita-me a postura de inocente e vítima que ganha na história quando cometeu o maior acto de traição e vilania. Mas enerva-me também a sua prestação porque não lhe reconheço a necessária expressividade. Parece de plástico... uma mulher tão bonita mas que andou ali a fazer algo ao rosto que lhe estragou a boca e a expressão natural que esta teria. Por isso não consigo desviar o olhar dali nem acreditar no seu choro ou ódio. De resto de intervenções plásticas também Adriano Luz acusa algumas e a grande Manuela Maria, que faz de Jacinta.

Pelo meio desta história que tem quase um ano de exibição vou destacar também a inclusão de Joaquim da Garça (David Almeida) que faz o papel de um músico que é anão e vai tocar nos salsifreres das manas Maria, acabando por se apaixonar pela «excelentíssima Dona» Graça Monforte, interpretada por Simone de Oliveira.

MAS... E OS MISTÉRIOS?
Descoberta uma razão para andarem a matar todos com ligações aos Monforte, descobre-se o assassino. Ou talvez não. É que em novelas em que o autor nunca decide quem é o assassino não é possível seguir pistas, porque não as há. E se as inventassem só serviam para confundir e não levar a lado algum. É a única mudança na dramaturgia mundial no que respeita a trillers que lamento. Assim sendo a identidade do assassino tanto pode ser alguém DENTRO da trama, que faz sentido, como alguém fora dela. QUEM É O PAI DE SEBASTIÃO? QUEM FORAM OS PAIS DE CLARINHA E EDGAR? QUEM FOI A ESPOSA DE ZÉ TAVARES? OU OS PAIS DA SANTINHA DA LUZ?

Todos defuntos cujas mortes podem ou não estar relacionadas com as actuais. Mas ao menos um dos mistérios creio que posso disparatar um desfecho: os três potes da viúva Branca (Sofia Alves), que contém as cinzas dos falecidos maridos e que são «mágicas», visto que os ditos-cujos continuam a aparecer para cumprir as suas «performances» matrimoniais. Com quem vão ficar? Bem, temos 3 Marias solitárias atrás de um só Renato que gosta é de notas verdinhas. Além disso deve ser pai de uns 456 miúdos e miúdas, já que troca sémen por dinheiro. Três Marias, três Zés em potes. É só fazer a aritmética.


Read more...

domingo, 6 de abril de 2008

Mistérios em Desejo Proibido

Tenho cá para mim que a novela “Desejo Proibido” reserva a todos muitas surpresas. Os mistérios que vão aparecendo, vão sendo parcialmente respondidos. O que é bom, pois as tramas que revelam tudo só no fim são uma grande chatice.

Até agora já se soube qual o “segredo” de Viriato e também o de Galileu. Mas cheira-me que muitos mais estão para vir. O mais surpreendente seria descobrir que existe uma relação de parentesco qualquer entre “Miguel” e “Laura”, que os impeça de viver como marido e mulher. Porque embora a trama se centre no mistério das origens de Laurinha, a verdade é que as de Miguel não são também conhecidas. Uma coisa é certa: se existir sequer essa possibilidade, ao menos uma personagem não deixará de aproveitar isso: Henrique. Este seria capaz de forjar documentos para indicar que Miguel e Laura são irmãos!
.
Cheira-me porém, que também a origem de Henrique não é certa. Ele pode até ser filho do Coronel Chico Fernandes. Neto de D. Cândida. Mas quem diz que a filha desta era do seu falecido marido, que era quem tinha um nome de prestígio? Esta ideia surgiu-me quando Henrique ameaça o pai com o vestido vermelho da bugra e este diz: “não mexa com coisas do passado que você pode sair no prejuízo”. Porquê no prejuízo?

Ás tantas, Chico nunca pôde ser pai… ai, os mistérios que se levantam!
E há ainda que descobrir o que Cândida queria dizer na gruta a Viriato quando se abraçou a ele e disse “porquê não posso ter um filho/neto normal”? Quem é Henrique??
.
A história vai ser reduzida em números de capítulos por não estar a receber os espectadores esperados no Brasil. Espero que isso não prejudique estes enredos misteriosos. E se o amor de “Laura e Miguel” tiver um desfecho trágico como o de “Carlos e Maria Eduarda” em “Os Maias”, que este não seja cortado. Porém não me parece que numa história destas, os protagonistas românticos passassem por tanto para no final não poder consumir o seu amor.

Read more...

face

    © Blogger template by Emporium Digital 2008

Back to TOP