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Este blogue mudou-se. Está agora no facebook. Um dia voltará a viver no blogger, numa casa nova e moderna. Até lá, boas novelas!
Para TODOS os fãs de telenovelas Brasileiras e Portuguesas espalhados pelo mundo.
Portuguese blog about Brasilian/Portuguese tv soaps for fans all over the world.

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quarta-feira, 30 de março de 2011

Laços de Sangue - nucleo infantil

Antes de entrar no tema do título, há que dizê-lo.... Joana Seixas apareceu no capítulo de ontem a falar ao telefone. Enquanto segurava o aparelho com uma mão, a outra estava... dentro do bolso!!! É tão estática a sua postura que é ridículo ouvir as personagens reclamarem que esta devia abrandar um pouco... está praticamente parada! Bem, mas se há uns anos era complicado ver muitas crianças a fazer parte do núcleo de uma novela portuguesa, a chegada das TVs privadas vieram alterar isso também. Asssim sendo, hoje estava a ver um pouco de Laços de Sangue e voltei a reparar na prestação da miúda que faz de filha de Marisa. A rapariga está bem no papel. Muito bem. O mesmo já não se pode dizer de igual forma para a que faz de "Jessica" em Espírito Indomável. Outro rapaz que está no bom caminho é o que faz de filho do Álvaro. Uma excelente personagem para alguém daquela faxa etária. É raro escrever-se tão bem para miúdos. Jà os mais adolescentes em Espírito Indomável, estão ali, nem bem, nem mal... mas se tivesse de escolher, estão ainda demasiado crus para dizer que estão bem. Depois temos o menino que faz de David em Laços de Sangue... é tão irritante quanto o "Dino", de "Passione"! Em conclusão, é bom que a televisão tenha aberto portas para actores de todas as faxas etárias. Crianças, adolescentes, trintões, quarentões, cinquentões, maiores de 60... estão todos na TV!

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segunda-feira, 21 de março de 2011

Gosto de novelas rurais, mas Araguaia não parece trazer nada de novo. Neste instante a passar o primeiro episódio, o que vejo é um elenco escolhido por simpatias, com protagonistas que já contracenaram todos em novelas semelhantes. Desejo Proibido, por exemplo.
E lá está Lima Duarte, novamente "coronel", novamente a proferir juras de amor eternas a uma antiga paixão. A sua esposa não é mais Nívea Maria mas Julia Lemmertz, que é mais nova.
Murilo Rosa, novamente no papel de um jovem apaixonado, desta feita não é padre, tem mais rugas no rosto, mas vai dar ao mesmo. Lá está ele a devolver o cavalo à moçinha acidentada... onde já vi isto? Há, claro: no segundo episódio de "Desejo Proibido".
As mocinhas essas, são sempre tãão jovens... e desconhecidas.
A determinada altura da história, Laura Cardoso, outra que esteve em Desejo Proibido, diz, a respeito da relação de Edson Celulari com Cléo Pires que "bode velho com cabritinha nova" nunca dá grande coisa.
É este o sentimento que "Araguaia" desperta em mim. Logo pela personagem de Murilo Rosa, que repete com uma semelhança horripilante um encontro com uma jovem protagonista (elas cada vez mais jovens e eles, cada vez mais velhos) que se revela teimosa, arredia e... noiva de outro! Os dois se atraem mas se desentendem. Já vi isto... onde?? Pois é... "Desejo Proibido"!

Temos uma grande mansão, uma casa senhoral, tal e qual como aquela em que vivia José de Abreu em "Desejo Proibido".

São demasiadas as semelhanças para se poder dizer que tem algo de novo. Dizia a voz-off durante o intervalo comercial, que vinha aí uma novela "com grandes actores nossos conhecidos e jovens promessas" (mais ou menos assim), e dão como exemplo nomes: Lima Duarte, Edson Celulari, Regina Duarte (como os grandes da velha-guarda) e os novos, Cléo Pires, filha (dos velhos) Fábio Júnior e Glória Pires. Cá para mim, mais parece genes reciclados... Não deixa de ser mais do mesmo :)

Nisto tudo, acabo a dizer: lá por ser mais do mesmo, não significa que não se vá ver...

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quarta-feira, 16 de março de 2011

Mãos nos bolsos!

Mas será que Joana Seixas sabe representar sem as mãos nos bolsos?


É sério... não há cena na novela "Laços de Sangue" em que a actriz tenha outra postura. Já o disse e agora repito: para uma ex-correctora da bolsa, agora fazendeira produtora de azeite - não só azeite, mas "o melhor do mundo", a moça parece uma múmia!

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Cada vez que surge em cena, fico a torcer para ver algo dinâmico, uma postura diferente mas, sempre, ainda sem excepções, ou a personagem está sentada na sala, ou está a andar nos campos sempre (sempre!) de mãos nos bolsos.


Será que quem a dirige não sabe que "mãos nos bolsos" é conotado como um sinal de quem não faz nada? Uma vez por outra, claro, as pessoas levam as mãos aos bolsos. Mas sempre?? Eu é que não queria esta "produtora" de azeite a trabalhar para mim!

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Assim que sai de uma viatura, enfia as mãos nos bolsos. Há umas semanas, deparou-se com os filhos do vizinho e aí pensei: "Não ponhas as mãos nos bolsos! Não ponhas! Baixa-te e cumprimenta-os!". O que a personagem faz? - Coloca as mãos nos bolsos e também cruza os braços!


É preciso uma prova maior que esta?? A atitude que uma pessoa tem quando conhece duas crianças e se fazem as apresentações... é ficar estática, hirta, pôr as mãos nos bolsos, para depois cruzar os braços? Que pessoa dinâmica esta! É mesmo o que a personagem manda no guião :(((


Detesto esta interpretação. Mais alguém nota isto? Vão pôr um fim a este disparate? Ó mulher: páre de colocar as mãos nos bolsos! Usem um truque semelhante ao que se usa com as crianças quando levam a mão à boca: dêem-lhe algo para segurar!


Fico a aguardar que Rita - a personagem interpretada por Joana Seixas, ganhe algo para transportar nas mãos. Afinal, uma "grande" produtora de azeite, não faz nada? Não a ponham é sempre a carregar uma garrafa do "oliveira da Serra", pois a publicidade à marca é chata e mal feita, o que, a meu ver, até pode prejudicar o produto.

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Se nada mais resultar, então, que tal uma tragédia? Um acidente na quinta, em que seja necessário amputar uma mão, ao menos uma... lá teria de arranjar maneira de andar com um braço atado! Talvez fosse pior. Ideia para riscar! Mas a primeira, por favor: dêem-lhe uns óculos de sol, uma peça de equipamento qualquer, uma caneta e um caderno de anotações, um estojo, uma flor, uma folhagem seca... algo! Algo para que páre de estar sempre com ar de quem não faz nada!

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quarta-feira, 2 de março de 2011

Finais apressados e para imbecis

Tenho gostado de acompanhar a novela Passione, mesmo quando as personagens ficam ali enroladas nas mesmas tramas. Mas agora que se aproxima o final, não suporto a forma como estão a desvendar os mistérios!


A sério... é mesmo irritante. É quase como chamar o telespectador de imbecil. De burro...


Ao longo da novela, pouco gostei da personagem da Carolina Dieckman (Diana). Ao saber que ela ia morrer, fiquei a aguardar a história que conduziria a esse desfecho. Mas eis que a novela passa, passa, passa, meses e meses no ar, e a dita não morre! Depois de perceber que não ia ser pelas armações de Melina, pensei que ia ter a ver com o mundo da droga para o qual seria acidentalmente arrastada pelo vício do irmão. Mas não... ela vai morrer no parto, quase no último capítulo, para dar lugar à Melina!


Logo agora, que a sua personagem começava a agradar, é que ela é morta e sai da novela. Agora, em que já não faz diferença! E tudo porque o autor quer juntar Mauro e Melina no final. A insuportável Melina vai sofrer uma transformação de 180º e virar uma moça "à la Diana"! Não posso com estas tretas!...


Outra treta passou à poucos capítulos na TV. Sempre quis entender que raio de nome era aquele de "Otabó" que davam à empresa fictícia que Fred criou para roubar a metalúrgica. Mas os brasileiros não pronunciam certas consoantes, de modo que "Otabó" era, na realidade, "Otabol". O que nós, portugueses, diriamos "Otabole" - de forma a denunciar a presença do L. Ora, isto faz toda a diferença, porque o nome - vejam só, é o que faz a agúcia de Beth (Fernanda Montenegro) descobrir toda a trama. Assim, sem MAIS NEM MENOS! Estava a ver a novela e estava a pressentir que isso ia acontecer... que, do nada, iam todos descobrir tudo, graças a poderes de dedução altamente evoluidos, que lhes falharam até aqui.


Quando o representante da empresa fictícia visita Beth, entrega-lhe um cartão empresarial. Tentei ver o nome, mas não consegui a tempo. Reparei que a personagem ficou com o cartão na mão, quando, se este não fosse importante para a história, teria guardado algures. Depois, ela levanta-se da cadeira, vira-se para trás, onde tem um espelho, e, sem espanto, como se já a adivinhar a coisa, e sem realmente se esforçar para ver a imagem reflectica do cartão que segura na mão, diz que a Otabol é o Fred, porque é "Lobato" escrito ao contrário...


Falta inteligência a Fred também. Agora li no resumo que vão descobrir que Fred matou Mirna. Só quero ver como, porque, pelo que descobriram, esta seria, para sempre, vista como sua cúmplice.


Mas o pior gafe no guião está na separação de Melina de Fred. Uma treta. Melina, uma criatura a meu ver, perigosa por ser totalmente egocêntrica (não me interessa se ganha simpatias por ser infantil quando não consegue à bruta o que quer), decide, assim sem mais nem menos, que Fred é mau. Quer dizer: enquanto casada com ele, nada. De repente, este quer a separação, ela quer vingar-se porque ninguém faz nada contra a vontade dela, depois decide que é isso mesmo que quer e, nesse instante, Fred passou a ser um canalha e só um canalha. A meu ver, na relação dos dois, a maior canalha até foi ela. Ele, ao menos, gostava dela enquanto a enganava no seu objectivo de conseguir as acções da empresa. Ela enganou-o sempre, porque usou-o para atingir Mauro pois, se de uma primeira vez, este abandonou Diana para ficar noivo de Melina, que se fingiu de grávida para o levar ao altar, o que faria Mauro numa segunda aproximação dela a Fred?


Assim que os dois se separam, Melina começa a ser "pintada" pelo autor com outras cores e, coincidentemente, Diana descobre que tem uma gravidez de risco. Em suma: uma morre, a outra vira boazinha, e acaba por casar com quem quer, criando a filha deste, que ela queria à força que fosse abortada! Para respeitar a verdadeira natureza de Melina, será de adivinhar que, mesmo depois de conseguir o que sempre desejou, ela seria uma péssima madrasta para Vitoria - por ser filha de quem é, e ia logo querer engravidar para também dar um filho a Mauro, o qual ia preferir acima de tudo. Esta é a verdadeira natureza de Melina e não há volta a dar-lhe. É quase uma lavagem cerebral achar-se o contrário! Como pode o autor decidir fazê-lo?


Aqui ao lado coloquei uma sondagem para descobrir quem é a personagem considerada mais vilã de todas. Sem surpresa mas com algum desagrado, descobri que a escolhida é Clara. A vilã da novela, o que não surpreende. Mas Clara ainda consigo compreender melhor, porque ela é fruto da avó que teve, que a vendeu a Sauro em menina. A vida dela foi mesmo péssima e ela ficou mentalmente perigosa. Fred, de um certo ponto, também compreendo. A sua personalidade vem de um trauma que, por ser criança quando o viveu, carenciava do conhecimento de factos relevantes. Quem é mau, mau mesmo, na medula, pois, ao que se sabe, não teve influências para ser como é, é Valentina, Melina e Sauro. Se bem que, ao longo da história, Beth lá vai deixando escapar alguma informação sobre a forma como Eugénio lidou com aquele filho. De certa forma, o pouco afecto dado a uma pessoa de já mau carácter, pode explicar um pouco o desenvolvimento de uma índole ainda mais mau carácter. Eugénio em si, morreu santo, mas foi-se revelando diabólico.


No fundo, Valentina é a pior cobra de todas... ela violentou Gerson, vendeu as netas para prostituição... ela mostra-se sempre, sempre má e egocentrica. Tal e qual Melina. Ainda que esta seja um mulherão de sucesso profissional, não deixa de ser um ser humano totalmente egocêntrico, que traiu a mãe inumeras vezes em prol das suas vontades pessoais momentaneas. Clara não é pera doce e é a única de todos que chegou ao acto de matar. Mas, nem por isso, é mais perigosa que as restantes...

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sábado, 26 de fevereiro de 2011

Mente sã em corpo são?

Um destes dias estava a ver a novela Passione quando surge em cena Carolina Dieckman. Tão apagada e desinteressante que estava! Diria até que o rosto, algo cadavérico, era... feio. A roupa parecia não ter onde assentar... É sabido e já foi provado que a actriz é camaleónica e consegue mudar de look de um extremo ao outro. É sabido também que a lei da natureza é soberana: as pessoas mudam com o tempo e, no caso das mulheres que são mães, o corpo muda mais ainda. Mas ali estava ela, mais velha, duas vezes mãe, mas mais magra do que nunca! Muito diferente do aspecto roliço e natural com que apareceu em Tropicaliente, ao lado de outra colega que também pode servir de exemplo: Giovanna Antonelli.

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Fiquei a pensar porque razão assim é. Uma coisa é certa: não é natural. É preciso querer ficar assim. Que mal há com a aparência com que surgiram inicialmente no ecran? Mas não são só estas atrizes. Na realidade, acho que são todas, tal é a dificuldade em encontrar uma excepção à regra. Talvez indique como excepção Vera Holtz, mas é um pouco injusto devido à diferença de idade. Vera já passou pela menopausa! Mas foi uma mulher linda e continua a ser (que cabelão :0), mesmo não exibindo a magreza estranha de outras atrizes com idade semelhante. Agora, atrizes como Leandra Leal, também a atuar em Passione, ou Danielle Winnitz, que mostrou as suas formas originais em "Olho no Olho", e tantas outras de todas as idades... porquê o excesso de magreza?
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Fico a pensar se vão chegar à longevidade... porque, às vezes, não o aparentam. Compreendo melhor do que dou a entender as "regras do jogo". Isto de ser figura pública e viver da imagem tem muito que se lhe diga. Assim que uma delas ficasse roliça, iam todos comentar. Mas sabem o que mais? Vão comentar sempre! Estão a comentar agora! E é pelo excesso de magreza, pela aparência feia e doente... Acho que se pode encontrar um meio-termo. Magreza sim, saúde, com certeza, exercício, muito bom! Mas... até um limite! Por favor! O ser humano tem de comer para viver... não deve durar muito se renunciar alimentos em favor de ar ou suplementos em capsulas ou injecções!

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sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Histórias pouco verosímeis

Acho que "Passione" empata ou até vence "Espírito Indomável", no que diz respeito à fraca credebilidade de certas histórias. Não é por isso que deixamos de ver e de apreciar as tramas das novelas, mas...


Em "Passione", um dos primeiros erros de argumento talvez se prenda com a ida de toda a família de Totó para o Brasil. Com um motivo frouxo, deixaram para trás toda uma vida de recordações e de afectos, assim como uma propriedade. Deitaram fogo a tudo e pronto: o autor conseguiu assim a justificação que necessitava para transferir todo o núcleo para o Brasil. Mal chegam ao país, as coisas só lhes correm para o mal mas começam logo a dizer que vão ficar ali para sempre. Sabe-se que Totó ainda vai mudar de ideias... novamente! E voltar para Itália, para morar.
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Depois tem toda a história inventada para fazer com que Fred fique com todas as acções da empresa Gouveia. A forma como o leilão decorre, o risco de deixar que uma só entidade desconhecida tomasse toda a empresa, foi um tanto difícil de acreditar. E outra coisa: Afinal, a empresa fictícia é a Outbond Outsourcing, ou tem como nome Ótibó, como parece ser referida? É estranha como são pronunciadas as palavras inglesas! Enfim, lá teve de morrer a personagem que falava inglês - Mirna. Já agora que se falam de nomes, até agora não sei como se pronuncia ou escreve o Aiello... não me dei ao trabalho de pesquisar mas, sempre que o dizem, soa estranho. Não é um nome lá muito bonito...
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Mas o pior, mas mesmo PIOR de todas estas pequenas incongruências, é a forma como o DELEGADO POLICIAL lida com as confissões das personagens. Um entra, mente e depois volta a entrar para mudar o depoimento. Vem outra, acusa a mãe de assassinato. Vai a mãe, desmente a versão. Depois volta e confirma. Vai uma dizer que aconteceu um acidente, depois muda de ideias e acusa outra pessoa de assassinato. Mas andam todas as personagens livres! E fica o inspector ali, sentado atrás da secretária, por vezes com a mão no rosto, a escutar e a parecer agir como se acreditasse em tudo o que os seus ouvidos ouvem. Como se as pessoas não mentissem, ainda mais em situações policiais.
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Em "Espírito Indomável", há muito que vinha a querer referenciar um pormenor que não faz sentido. é atacada por um homem vestido de negro e sempre acaba por safar-se do pior. Contudo, a rapariga não sabe quem ele é. (É muito estúpida, coitada! Pois tem o irmão a tentar agarrá-la nos momentos em que ela é um nadita de nada mais simpática com ele.) E, como não sabe a identidade do seu atacante, ela desconfia que pode ser João. Mas sejamos francos: após a 2ª tentativa, nem era preciso a 3ª para a moça reparar na ALTURA do atacante: praticamente a mesma que a dela. Se João é bem alto, por exclusão de partes...???

.Zé já foi atacada três vezes por este perseguidor. Na primeira, desmaiou. Na segunda, escapou graças à intervenção de Rogério, que corre com o atacante com uma pedrada. Há terceira, é que leva com a pedrada na cabeça, ficando estatelada no chão... inconsciente, naquela que será talvez a 16ª vez ao longo da história! Ou são quedas em que batem com a cabeça numa inconveniente pedra, ou são ataques com pedras ou armas de assalto mas a verdade é apenas esta: saiem sempre ilesos! Quer Zé quanto o namorado, Rafael, estão sempre a perder a consciência! Mas, quer vão parar ao hospital, quer não, saiem sempre, mas sempre ILESOS e sem traumatismos cranianos. Será assim mesmo na vida real? Quer dizer: quedas de cavalo, surras, ataques com tacos de madeira, pedras... não passam de arranhões?
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Como disse, incongruências das histórias... mas vêmo-las à mesma!

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