Novidade

Este blogue mudou-se. Está agora no facebook. Um dia voltará a viver no blogger, numa casa nova e moderna. Até lá, boas novelas!
Para TODOS os fãs de telenovelas Brasileiras e Portuguesas espalhados pelo mundo.
Portuguese blog about Brasilian/Portuguese tv soaps for fans all over the world.

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sábado, 2 de junho de 2012

Louco amor e os amores

O que é que os patrões têm a ver com a vida amorosa dos empregados? O que é que os empregados têm de meter o bedelho nos afectos dos colegas?

Na novela "Louco Amor", os empregados têm uma atitude de subserviência e receio dos patrões, se estes aprovam ou desaprovam as pessoas com quem namoram. Para mim isto não faz qualquer sentido. Que os colegas dêm as suas  bocas, ainda vá lá, agora que a opinião seja decisiva e imposta com legitimidade, isso não é muito realista.

Violeta põe tudo em pratos limpos: se um empregado que namora com  uma empregada magoar os sentimentos da rapariga, é imediatamente despedido. Uau! Mas quem lhe deu DIREITO de sentenciar as relações alheias?                                         

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quinta-feira, 24 de maio de 2012

SMILE :) - (though your heart is aching)


Um  recente comentário a este vídeo fez com que voltasse a querer falar da música
que o embala: SORRI. (SMILE).



Na novela "Cidadão Brasileiro"(Rede Record, 2006) o cantor J. Neto dá voz a esta melodia, que há décadas tem vindo a passar pelos lábios de inúmeros artistas por todo o mundo. Desde Nat King Cole, que lhe deu voz em 1954, até Michael Jackson. Mas, afinal, quem é o autor?

Para os conhecedores de todos os filmes de Charlie Chaplin a resposta pode estar mais acessível, já que no filme Modern Times (Tempos Modernos, 1936), um dos mais célebres do ator, esta é a melodia instrumental do tema romântico. A composição é do próprio Chaplin. 
    


Como se trata de cinema mudo, só anos mais tarde, precisamente em 1954, é que a melodia ganha também letra. Isso ficou ao encargo de John Turner e Geoffrey Parsons e é aqui que a melodia vira canção e surge pela primeira vez nos lábios de Nat King Cole. É um sucesso imediato e muitos outros artistas se seguem. Acho que só mesmo Elvis Presley e afinal Frank Sinatra deixaram escapar esta. Nos dias de hoje, a canção tem sido cantada por muitos, como o demonstra esta recente versão do elenco da série de TV "Glee".   


A preferência pelas muitas versões de SMILE fica ao critério da sensibilidade do ouvinte. 

Glee  (estúdio)
Nat King Cole  (estúdio)
Judy Garland  (vivo)
Josh Groban   (vivo)
Rod Stwart (estúdio)
Natalie Cole  (vivo)
Dean Martin  (vivo)
Sammy Davis Jr  (vivo)
Tony  Bennett (estúdio)
Sonja Gorniak (vivo)
Barbra Streisand   (vivo)
Celine Dion (vivo)
Diana  Ross  (estúdio)
Michael Jackson (estúdio)

(carregar no nome dos artistas para escutar a correspondente versão numa nova janela)

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segunda-feira, 21 de maio de 2012

Louco Amor - TVI


Estrategicamente colocada no ar a um Domingo, antes do concurso " A tua cara não me é estranha", está desde então no ar a nova novela da TVI "Louco Amor".

Estou a gostar. A história não tem nada de mais nem menos que seja diferente de umas tantas outras, mas também não é insultuosamente idêntica e previsível como a maioria (Sendo a grande vencedora desta categoria a pavorosa Doce Tentação). "Louco Amor" comporta mistérios que deixam o espectador intrigado. Será Rafael o pai de Margarida?

E por falar nele, eis que daqui tem de sair um grande e sentido elogio para Luís Esparteiro, pela incorporação que faz da sua personagem. Há quem diga que não é nada de especial porque o ator já nos habituou a tantos vilões e tal, mas eu acho isso ridículo. "Rafael", a personagem de Luís, é soberba. Está bem conseguida na sinopse e bem conseguida pelo ator. É mesmo de meter medo!  Rafael é intimidativo e entende-se perfeitamente o que leva a esposa a ser tão submissa às suas tiranias. Ele "joga" com o sentido de gratidão que nutrem por ele, mas a verdade é que não faz nada que não seja motivado por aquilo que pode lucrar depois. E é por isso que casa com uma mulher com dois filhos pequenos para criar, é por isso que arranja uma amante a quem dá a gestão de um bar, e por isso cria o filho do irmão dizendo que é seu.  Rafael praticamente exige a ALMA e a DEVOÇÃO TOTAL daqueles a quem ajuda. Gosta de manter todos à sua volta, dependentes e eternamente gratos.  Rafael é um chantagista emocional, um agressor e com toda a certeza, como é da praxe, o  verdadeiro assassino da trama. 


Como antagonista a Rafael, temos o herói: Carlos (Nicolau Breyner).
Aqui a minha opinião já não é tão favorável. Sinto "Carlos" uma personagem muito mais agradável na sinopse do que em carne e osso. Não que tenha problemas com a interpretação, mas sinto que fica aquém da personagem escrita. "Carlos" deve ser um homem de tamanho impacto pessoal que impressiona até a Margarida, que só o vê de relance. Supostamente, ele entra no café e chama a atenção. Ele também deve ser irresistível para Violeta (Fernanda Serrano) e quando a melhor amiga de Violeta tenta sacar informações sobre a presença deste no café do sr. Oscar (Ruy de Carvalho), descreve-o como um "senhor com presença", sem o descrever fisicamente, e logo é identificado. Impossível de acontecer. É mais convincente quando tem de ser "chato" e um grande teimoso do que quando tem de ter o carácter "valente e nobre" descrito na sinopse e que era suposto vir ao de cima aquando a rebelião na prisão. Não veio. Não dá para galã.

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sexta-feira, 20 de abril de 2012

Quem é o ASSASSINO de Remédio Santo?


A novela da TVI "Remédio Santo" está a aproximar-se do final, após um ano no ar. Por resolver continuam as  misteriosas mortes. Hoje tive um palpite que me parece certeiro (se é que este tipo de escrita permite tal coisa). O assassino é O PADRE VENÂNCIO (Vitor de Sousa).

Não faz muito sentido e faz todo o sentido. Se formos a interpretar a morte do anterior padre como uma forma que este encontrou de ficar com a paróquia (embora tenha demorado mais de 6 meses a lá chegar lool), o padre corresponde também há única descrição conhecida do assassino: os trajes NEGROS.


Por desvendar estão também outros mistérios.
Como morreram os pais da santinha e porque motivo? E os pais de Clarinha e o Presidente da Junta? Como é que estes mistérios estão ligados ao das mortes de todos os outros?

Este tipo de escrita, como referi acima, não é  uma que aprecie muito e julgo já o ter mencionado antes. Não que esteja algo de errado com ela mas simplesmente não acho qualquer piada ao facto de não existirem pistas para o espectador seguir na tentativa de descobrir a identidade do criminoso.  Antigamente nas séries policiais como as do Poirot, Agata Christie, essa possibilidade estava sempre lá. As pistas eram dadas em excesso e todos pareciam suspeitos. Nas novelas a coisa passa-se ao contrário e sempre igual. Pistas não existem nenhumas, assassinos são todos aqueles que depois da cena do crime ir para o ar surgem com comportamentos suspeitos ou misteriosos, como entrar em casa sem acender a luz, pé ante pé, mentir onde foi quando confrontado ou simplesmente fazer uma cara má e misteriosa. É tão impossível seguir as pistas para um assassino de novela e a prová-lo está o autor da obra, que sempre diz que podem ser dois ou três mas que é segredo. Bah! Serei só eu que não vê nisto qualquer pica de entusiasmo?


Não quero que me digam a identidade do culpado, mas quero uma lógica que possa ser seguida ao longo da novela, ainda que disfarçada por acção paralela. Quero pistas e mais pistas, não necessariamente falsas. Quero um mistério com suspense, não um crime que só no último episódio é que, por milagre, se fica a saber tudo! E depois, quando a nossa cabeça começa a juntar as peças todas, começa a sentir discrepâncias mas aí já a novela terminou.


Seja como for, o meu palpite agora é este. Este e o de existir um segundo assassino. Talvez o puto «filho-do-demónio», Zacarias. Que, a julgar por estas fotos, sofrerá uma reconversão bem sucedida e ao invés de passar a andar com um bode preto, troca de animal de estimação e fica com um cão branco.

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sábado, 18 de fevereiro de 2012

Artistas que partiram

O ano de 2011 marcou o desaparecimento de artistas bem conhecidos do público. Alguns andavam ausentes  do olhar do público à tanto tempo que este nem sabia que ainda não tinham partido. Actores, directores, cantores, nacionais e estrangeiros, de novelas e não só. Encontrei um vídeo que lembra todos os que deixaram esta terra o ano passado mas que vão, para todo o sempre, viver nas nossas memórias e nas reprises de TV, jovens, talentosos, deslumbrantes...

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sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Poligamia em Remédio Santo

Desde o tempo do Coronel da Tapitanga com as suas «rolinhas», na novela Tieta, que não tinha visto uma novela onde se aceitasse tão bem uma história sobre várias mulheres para um  homem.

Em "Remédio Santo", Renato (Rodrigo Menezes) acaba por envolver-se com cada uma das três irmãs Muleta Negra: Maria Polícia (Rita Loureiro), Maria Coveira (Anabela Brígida) e Maria dos Caixões (Julie Seargent).

É vê-las a tirar á sorte qual das três é que vai passar (primeiro) a noite com o «coxinho». Só que quando elas correm atrás, ele não está para isso... Esta situação engraçada, que o autor consegue engendrar com ligeireza e muito humor, quase que faz esquecer que o que estamos a ver é, em facto, uma situação onde mulheres aceitam um relacionamento de poligamia.

Outra coisa engraçada na trama é que cada uma das Marias tem um último nome religioso que as diferencia. Uma é Maria dos Santos, outra de Jesus e outra de Deus mas como tantas vezes acontece por este país rural, acabam por ser conhecidas pela profissão que exercem. E é assim que a Maria dos Santos virou Maria Polícia, a Maria de Jesus virou Maria Caveira e Maria de Deus virou Maria dos Caixões. Não é difícil adivinhar a actividade de nenhuma, não é mesmo?                 



                       

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