Novidade

Este blogue mudou-se. Está agora no facebook. Um dia voltará a viver no blogger, numa casa nova e moderna. Até lá, boas novelas!
Para TODOS os fãs de telenovelas Brasileiras e Portuguesas espalhados pelo mundo.
Portuguese blog about Brasilian/Portuguese tv soaps for fans all over the world.

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quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Laços de sangue SEM RODEIOS

Ao que parece a novela Laços de Sangue está a 3 meses de terminar. Isto a julgar pelas informações que passam na imprensa que, cumprindo o seu novo papel de grande alcoviteira que gosta de atirar baldes de água fria sobre os mistérios que estão longe de ser descobertos, já relatou, com imagens, o fim de Diana.

Esta é, por isso, uma boa altura para fazer um "apanhadinho".
Acho que o melhor desta novela é mesmo a história. É difícil uma novela vingar quando toda a sua atmosfera é citadina. Ela tem um bocadinho de campo através do Alentejo, mas aquilo não resulta lá muito bem. E não é a única coisa. Se formos a avaliar com um pouco mais de critério e isenção, são quase inumeráveis as discrepâncias da trama e de algumas interpretações. Mas como se gosta do fio condutor e existem momentos muito bons da representação da realidade, com interpretações que chegam à excelência, aceita-se o todo.


INTERPRETAÇÕES

Ultimamente tenho ponderado muito sobre a necessidade de se ter um talento especial e bem desenvolvido para apanhar um papel numa novela e entendo agora que, como em tudo, as coisas pouco têm a ver com talento. Considero esta novela 50% por 50% por cento de bons talentos versus outros ainda algo crus. Dou como exemplo o actor que faz de Manel. Já aqui tinha dito que quando a cena do assassinato da mulher de "Manel" foi para o ar, aquilo estava muito mau! Muito pouco credível. O "marido" em particular, vê a esposa gravidíssima ensanguentada no chão e, ao invés de correr de imediato até ela, fica parado na beira da porta. Quando finalmente se chega, o choro (sem lágrimas) é a coisa mais fingida e mal feita que já vi. A cena mereceu flashback recentemente e isso fez-me reforçar esta opinião. Claro que aqui a responsabilidade é sempre um pouco de grupo, pois é o realizador que dirige os actores e, se calhar, achou por bem que um marido ficasse parado e de pé à entrada da porta, a olhar a esposa morrer numa poça de sangue. Quem sabe?? Tivessem excluído esse momento, e a cena ganhava logo mais credibilidade.

Mas existem interpretações perto de serem 100% credíveis. Não as vou nomear, porque é um pouco injusto atribuí-lo apenas pela prestação do actor pois este tanto sai beneficiado quanto prejudicado pela capacidade de terceiros, como o director, os colegas, etc... além da sua capacidade pessoal. Novela é mesmo um trabalho de equipa! O público só vê as caras que a câmara mostra mas, por vezes, consegue-se perceber o trabalho de quem está nos bastidores ou atrás das câmaras.

Se tivesse de atribuir um globo de ouro a uma interpretação que me convence a 100%, ele vai para a menina que interpreta a Filipinha (Daniela Marques), pois considero que não estou a ver uma criança a representar, mas a personagem a quem ela dá vida. De resto, tenho muitas interpretações que considero menos bem e não havia uma válida razão para isso acontecer. Por isso, sinto que tenho de mencionar que os intérpretes de Ricardo, Manel, Tiago foram dos piores que apareceram na novela. Ricardo Carriço não fica muito atrás, sempre igual a si próprio. O intérprete de Gastão (Alexandre de Sousa) é constante na interpretação hirta e acho que Diogo Morgado não teve de se esforçar muito para interpretar "João", apenas manteve-se fiel a si próprio com um pouco mais de romantismo e temperamento. Mas isto é porque a personagem se assemelha a ele, não porque lhe falte alguma coisa para a saber suportar. A única coisa negativa a apontar é que é o médico com mais tempo livre que alguma vez já vi!

Nas mulheres as interpretações são muito mais equilibradas. Mas nunca gostei de nenhuma das personagens do mercado. Acho todo aquele ambiente uma palhaçada retro, que não mais diverte como nos anos 80 a "Tancinha" divertia em "Sassaricando", a vender os seus melões na feira. (Também nunca lhe achei piada). É um tanto forçado e estereotipado. Não gosto de Sheila e a relação desta com Gastão nunca foi credível, até pelas interpretações. Mas o pior é que não teve nem pés nem cabeça as circunstâncias que conduziram nem à aproximação (em frente a Gastão, Sheila comportava-se com muita vulgaridade e ofendia terceiros intencionalmente, isso não condiz com o sentido de rectidão moral do advogado, que não devia confundir frontalidade com mesquinhez) nem ao afastamento (a falta de tempo entre os dois sempre existiu).


INCONSTÂNCIAS e CONCISÕES
A cena em que Ricardo se suicida na casa de Graciete é deveras pouco credível, mesmo para quem não entende nada de procedimentos médico legais ou logísticos. É que nessa mesma tarde os habitantes da casa voltam a caminhar por entre aquele espaço como se nada se tivesse passado. Ver Filipinha posicionar-se na sala no exacto lugar onde Ricardo estourou os miolos foi algo pouco credível. Mesmo que a perícia tivesse liberado a cena de crime (deduzo que suicídio é crime contra o direito à vida), é ainda mais estranho (e totalmente imperdoável) que a manta de crochet colocada sobre o sofá não tivesse sido substituída! Ao suicidar-se com um tiro em frente de Diana, o rosto da vilã foi salpicado com o sangue de Ricardo. E o restante espaço? Seria de esperar que o sofá, que estava ali mesmo ao lado do cadáver, também recebesse salpicos do impacto da bala no cérebro. Alguém teve de limpar o chão e toda aquela sujeira mas o ambiente da sala, apenas algumas horas depois, estava igualzinho! É um grande erro para a credibilidade da história.

Outra falha à qual não consigo fechar os olhos é que o café de Álvaro tinha tanta clientela que Sandra nem podia ausentar-se muito tempo sem fazer falta. Achei exagerado que fossem precisas duas pessoas para estar ali a trabalhar, mas a história reforçava que havia muito trabalho e ambos os empregados se desdobravam a atender os clientes. Logo que Sandra sai para o Alentejo, a clientela ficou reduzida de 0 a 1 pessoa por cena! A miúda devia ser o amuleto da sorte de Álvaro, que logo a seguir deixou de ter dinheiro para pagar ao empregado César. Mas até então andou a pagar dois ordenados sem se queixar... É muito irrealista e fica-se com a sensação de que era preciso justificar a presença de Sandra em Lisboa, então inventou-se que a rapariga era indispensável ao café. Mas não fez sentido.



Por outro lado adorei as cenas de tribunal, onde Diana é julgada. Achei toda a dinâmica entre os advogados e o juíz credível e, entre tantas cenas de tribunais que já se viram serem representadas em televisão, julgo que o telespectador este diante da mais bem feita de todas. Não foram nada de excepcionais mas foram por isso mesmo muito credíveis. E acreditei em todo o diálogo trocado entre os advogados e a condução da audiência feita pelo juíz. Nunca fui a um tribunal assim, mas acredito ter, pela primeira vez, visto uma representação muito fidedigna do que se passa neste tipo de ambientes.


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quinta-feira, 14 de julho de 2011

Planos e realização (à portuguesa)

Estou a ver uma série portuguesa muito engraçada, na RTP Memória.
Durante uns 7 a 10 minutos de uma cena toda realizada em plano muito geral, duas personagens filmadas entre contra-luz ou total sombra estão a passear numa herdade enquanto ditam (mesmo) as falas. Nem por um instante consegue-se perceber os seus rostos. Ouvem-se vozes, mas não dá para perceber as bocas a mexer, tão longínquas da lente estão as personagens. Quanto ao enredo, demorei metade do tempo desta cena a tentar perceber se a mulher era invisual. Só quando esta dita a fala de que "conhece quantos degraus existem" é que confirmo que a personagem é invisual. Mas logo a seguir, esta invisual desce uma escadaria e, mesmo de longe, percebe-se que esta cega está a olhar para baixo, para os degraus, que desce um a um (colocando ambos os pés em cada degrau). Assim que chega ao fim, a cabeça volta à posição horizontal. Uma invisual muito bem representada!

Finalmente, rostos! Os actores estão a ser filmados de frente mas, a câmera corta o pescoço a um, mas filma muita parede branca por cima da cabeça deste! E lá estão eles, uns quatro, cada qual sentado (sempre sentados) no seu lugar, a ditar as falas.

Durante todo este tempo, já uns 15 minutos de série, existe uma melodia constantemente a tocar, sem que faça qualquer ligação entre a acção ou a reforce.

Quanto à cenografia, obedece à pobreza da altura, com cenários vazios com dois ou três adereços. Existe uma ou talvez duas boas representações que, como que por milagre, fogem à postura "dictafone" tão característica da altura em que a série foi feita: 1982!

Agora podem pensar: mas porquê esta "dissecação" técnica a uma série portuguesa da década de 80, ainda mais num blogue sobre novelas?

É porque a série faz-me lembrar o estilo de produção e interpretação que, durante anos, caracterizou as nossas produções noveleiras. Excepções feitas para algumas mais famosas e até, mais antigas, outras que apareceram não tinham dinamismo, não tinham cenários, não tinham acção, movimento e pecavam por planos excessivamente afastados e débito de texto em posições estáticas.

A série, de nome Dick Haskins, pretende ser uma espécie de Poirot de Aghata Christie, mas muito longe do nível que a produção britânica "Aghata Christie's Poirot" popularizou em 1989. É engraçada de ver porque não se percebe NADA da história. E, no entanto, continua-se a ver, com fascínio. Más cenas, brigas nada convincentes que incluem murros flácidos, personagens estáticas como estátuas de pedra enquanto são revelados segredos, e, para cúmulo, enquanto o detective (?) relata as suas descobertas, um relógio fora de cena dá sonoramente as horas, abafando por completo as falas que a personagem está a ditar! É lindo de ver! L-I-N-D-O! Faz-me lembrar as maratonas de visionamento de filmes americanos da série B, principalmente os de terror, hoje super ranhosos! :)

Vale pelo esforço. Só posso imaginar as dificuldades técnicas e as limitações que podiam existir nesta altura em televisão. Mas, por outro lado, não posso aceitar isto como desculpa, porque também se fizeram coisas muito boas antes, durante e à volta de 1982. Temos como produção portuguesa os filmes dos anos 40, feitos 40 anos antes desta série! Surgem bem filmados e bem interpretados, com acção e planos de todo o género. No que respeita a novelas, foi exactamente em 1982 que estreou a primeira telenovela portuguesa - Vila-Faia, ainda hoje muito boa de se ver, inspirada no estilo produtivo da Globo, que nos arrebatava na altura com as suas produções. Logo de seguida, em 1983, outra boa produção noveleira: Origens.

Portanto... não há razão para esta série ser tão má feita! Não é como se não se tivesse meios ou não se soubesse como se fazer muito melhor. A razão de tanta obra ter sido feita desta forma dictafone (vou baptizar este estilo assim), é outra e totalmente desconhecida. Palpito que tem a ver com boa vontade, boas ideias, ousadia de arriscar, pouco e mal direccionado $$$ e amadorismo...

Mas é boa para rir!
Ah,ah,ah! Espreitem que vão perceber...

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segunda-feira, 4 de julho de 2011

Primeiras vezes

As histórias em televisão estão cheias de "primeiras vezes". Principalmente quando se trata de romance. Existe sempre o primeiro amor, o primeiro beijo, a primeira relação...


Conhece Joe Black? é o nome de um filme americano no qual o actor Brad Pitt interpreta o papel da morte. Se já não admirasse o actor, teria obrigação de o admirar muito mais depois de ver a cena romântica que protagoniza neste filme. Sendo ele a morte encarnada num corpo de um jovem, quando se apaixona, é mesmo a primeira vez! E Brad interpreta cada momento como ninguém! É perfeito...

Se formos a pensar num Brad jovem, bonito, louro e de olhos azuis, não demoramos a imaginar que o actor não teve de esperar muito tempo pela sua primeira vez. No entanto, quando a sua personagem no filme se envolve sexualmente pela primeira vez com a mulher que ama, ele fá-lo como se fosse um adolescente em estreia. Assume um ar cândido, meio assustado, meio a descobrir sensações e a gostar, e, a meio, a história mantém-se fiel à realidade do que costuma ser uma primeira vez, dando a entender que "Joe" atinge o climax rapidamente e só instantes depois retoma o acto com mais calma e para acompanhar a parceira.
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Descrever com palavras esta cena do filme não é fácil de fazer, mas achei necessária esta descrição do que considero uma primeira vez perfeitamente encenada, para poder criticar todas as outras primeiras vezes que, com mais regularidade, entram em nossa casa pelo ecrã.
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E elas entram todos os dias, todas as semanas, pela televisão. Em telenovelas, séries e filmes, são exibidas, por semana, um mínimo de uma dúzia de "primeiras vezes". Filmes de Domingo então... são tantos sobre adolescentes excitados e armados em chico-espertos! É uma temática até gasta. Romanceados, os beijos são em câmara lenta, fazer amor é um acto longo com climax simultaneo e ter sexo, um gesto selvagem e acrobático. E tudo isto é "alimentado" ao espectador, homem e mulher, de todas as orientações sexuais e de todas as idades.
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Dito isto, estou a criticar a forma romanceada e pouco realista com que tudo o que é romance surge nas histórias que nos distraem. "Meet Joe Black" segue a mesma linha romântica mas tem, ao mesmo tempo, aquela realidade que é a excepção.
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E é por isso que senti alguma revolta por ver, no episódio de hoje da telenovela Remédio Santo, a "Santinha da Luz" (Aurora) a dar um beijo perfeito ao seu apaixonado. Ok, sei que não é o primeiro beijo da rapariga. É o segundo! Mas sejamos francos: os primeiros beijos das moças puras nas novelas, são sempre muito bem dados! Até parece que já se nasce ensinado!
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Por esta razão gosto quando uma actriz se lembra, tal como Brad Pitt, que, à primeira, ninguém tem prática para o fazer tão bem. Gosto que o façam passando essa inexperiência. Em telenovela isso raramente acontece. As histórias em geral, excepto as biografias, só mostram casais sem problemas de intimidade maior. Dão-se sempre bem à primeira, não existem coisas que os incomodam, problemas funcionais, nada. É só a parte boa da "fruta" que nos é mostrada. Olhem, são como as cerejas da Carolina Patrocínio: já chegam ao prato sem caroço!

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sexta-feira, 1 de julho de 2011

Remédio Santo - troca bebés?


Acabei de ponderar se Brígida trocou de bebés, para que fosse a sua filha aquela a ser criada no seio dos Monforte. Será essa a razão pela qual ela trata tão bem Eugénia e tão vilamente Violante?

Brígida detesta Graça Monforte. Esta casou com o homem que ela queria e roubou-lhe a vida que almejava para si. O seu ódio por Graça Monforte fazê-la-ia maltratar a filha desta com toda a sua força e como forma de extravasar o seu imenso ódio. Mas não é a filha de Graça que ela maltrata. Porquê? Porque trocou as crianças! Ela deve tê-lo feito e dá-lhe imenso prazer ver mãe e filha a lutar uma com a outra, enquanto ela dá-se bem com a filha de verdade.

Brígida não é mulher de maltratar o próprio sangue. Ela é condescendente com o filho e não lhe exige uma atitude de adulto, que trabalha para sustentar a família. Ela é condescendente também com a neta, a quem não nega uns trocos. Ela é incapaz de maltratar os seus, por mais defeitos que revelem. Por isso estou convicta: Eugénia é filha de Brígida!

Daí também o seu afecto ilimitado por Gonçalo e os filhos de Eugénia. É tudo o mesmo sangue!

E este gesto de Brígida tornaria mais interessante as relações da família de Violante com a de Graça Monforte. A malvadez de Helena tem raíz na avó Graça e as duas, avó e neta, assim como mãe e filha, vão lutar para se destruírem, desconhecendo que são do mesmo sangue. Brígida sente-se assim vingada de uma vida inteira longe do conforto com que tanto sonhou e quase teve nas mãos.

Concordam?
Acho que é uma história com muito sentido!
(a menos que decidam matar Brígida também)

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Final de Diana em Laços de Sangue

Uma das questões que a novela Laços de Sangue apresenta ao público é:
Que final deve ter Diana?

Esta é uma pergunta simples: a maldade de Diana merece o castigo máximo. A morte? Não! Nada de morrer afogada ou assim...

Diana deve viver. Muito. Até os 100 anos, se necessário for. Mas a viver uma existência que é a realidade de alguns e, espero, nunca se aproxime de mim ou de alguém perto de mim! Diana merece ficar sem qualquer mobilidade no corpo e impossibilitada de comunicar até por fala, mas com o cérebro a funcionar na perfeição! Numa instituição ranhosa, onde desconhecidos piedosos cuidam dela, uma vez que ninguém que conhece alguma vez conseguirá ter piedade dela.


E se acha que isto é um desfecho muito maldoso, vamos recapitular os principais actos de Diana:
1) Em criança, só deseja mal à irmã e cobiça-lhe os brinquedos;
2) Em adulta, maltrata os pais adoptivos;
3) Rouba o namorado da irmã às portas do casamento desta;
4) É simultaneamente amante do primo do namorado e do pai do namorado;
5) Mata o avô do namorado;
6) Envenena a mãe adoptiva quase até à morte, para esta não denunciar a sua verdadeira identidade ao futuro marido;
7) Mata o amante, pai do noivo;
8) Planta provas incriminatórias do crime na casa do agora ex-marido que levam a mãe deste para a cadeia;
9) Faz chantagem com o ex-marido e incrimina a empregada doméstica do crime de assassinato;
10) Manda esfaquear o irmão;
11) Bate na mãe e conduz-a ao estado catatónico;
12) Rapta a irmã para que morra de fome e depois atira-a de um penhasco;
13) Manda matar todos os cúmplices;

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quinta-feira, 30 de junho de 2011

O que é que Hortense esconde debaixo da gabardine?

Bem, este é o tipo de mistério que só tem resposta no final da novela. E será aquilo que o autor quiser, e não aquilo que agora possa dominar a sua mente...
Mas, até lá, vamos às suposições ... ;)

Continuo a apoiar a minha tese de que se trata de um pénis. Para mim, Hortense é hermafrodita!
Isso explicaria também os grandes conflitos que tem com a mãe.

Na vida real existem casos de mães que têm filhos homens, que tratam como se fossem meninas, e vice-versa. Com tanta história fantástica que faz parte da trama, sabe-se que algo de místico rodeia a personagem. Ela fecha-se no quarto com um dos seus potes, abre a janela, estabelece contacto com um gato, e lá vai ela... Depois, dão-se relâmpagos, falta de energia, trovoada!

Outra hipótese prende-se com Graça Monforte ser aquela que é dada a feitiçaria na novela. Terá ela se servido desses meios para conquistar um homem rico? Em troca... compromete a vida da sua descendência. Será? Ela não gosta de nenhuma das filhas e só parece sentir afecto pelo filho que é homem - o padre. Alguém na novela fez um pacto com o Demo. Ela é a candidata mais forte! Em troca, deve andar a matar pessoas de X em X tempo... será?

Acho que o mistério envolvendo o desaparecimento da "mãe" de Ângelo tem muito a ver com estas mortes. Mas achei que o responsável seria o marido. Porém... está tudo em aberto.

Hortense parece adepta de magia branca (a pesar do gato ser preto ;) - o chihuahua é branco e... será que é mais que um simples cãozinho?

Mistéeeerios!

Como já tive dois destes bichinhos, com e sem pêlo, aqui ficam fotografias desta raça canina para aguçar os fãs!












PS: Quando Hortense abre a gabardine e mostra-se a um homem para o afugentar, onde está o Chihuahua?? Alguma vez está em cena? Pode ser uma explicação simples e assustadora q.b.!

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