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segunda-feira, 3 de junho de 2013
terça-feira, 28 de maio de 2013
Getúlio e a revolução constitucionalista de 1932
Estou curiosa para ver o resultado final do filme "Getúlio Vargas", que terá Tony Ramos como protagonista. Curiosidade para ver, afinal, como vai ser retratada a figura. Existirá controversa? Bom senso?
A curiosidade provém de uma pequena investigação que fiz para entender, afinal, quem foi a figura e o que andou a fazer na história do Brasil. Muita dessa curiosidade está a ser gerada pela re-exibição da novela "Eramos Seis", que está a atravessar o periodo de gestão de Getúlio na presidência do Brasil. As referências que as personagens fazem à sua política não são positivas. A história passa-se em S. Paulo e sei que vem aí uma guerra - a revolução constitucionalista de 1932, que começa com uma revolta estudantil onde quatro estudantes são mortos a tiro (autor do disparo e seu lado político desconhecido).
Ora, quis entender melhor essa parte da história. E fiquei a saber que foi uma revolução local, iniciada e mantida pela população de S. Paulo e simpatizantes da causa. São Paulo quis virar um Estado Independente. Por detrás de tudo, ao que parece, existiram os interesses económicos da venda do café - pois Getúlio mandou queimar as produções de forma a equilibrar o preço do café numa economia muito instável desde o crash da bolsa de Nova Iorque em 1929. São Paulo tinha uma elite rica de famílias de fanzendeiros que viviam do café e estavam acomodados ao seu estilo de vida agora ameaçado. Alianças políticas entre estados não estavam a ser convenientes para os senhores do café e pronto, a posse pelo poder fala alto. Se Getúlio foi mau governante e tirano, ou afinal fez bem ao país, ainda estou por descobrir.
Foram tempos difíceis, esses da década de 30. Tanto lá como cá e presumo que, no mundo inteiro, cada década teve o seu quê de dificuldades. Mas logo após o crash económico da bolsa de valores, certamente que a vida não era muito fácil para quase ninguém. Só mesmo para os ricos e até estes viram tudo ruir. Décadas passam e nestas sociedades assentes no modelo de sustentação económico, avança-se de crise em crise. Pelo que não existirá uma geração que não passe por dificuldades. Estamos agora a atravessar outra, que chegou antes mesmo do novo milénio e cujo pico ainda dizem que está para vir. Mas tal como lá na distante década de 30, o progresso também avançava a passos largos. Alguns sectores, quase sempre o da Construção Civil, acabam por florescer entre crises e, principalmente, guerras - não tivesse sido esse sempre o caso em todas que o mundo viveu.
Quem conhece melhor a história de Getúlio, como retrata a figura? E como foi afinal, a sua gestão do país? Tiveram razão, os são Paulinenses, em fazer essa revolução em que faleceu tantas pessoas?
Os diretores e seus AMORES - 1
Ser director de novela implica contactar com muitos artistas. Talvez por isso seja natural que os romances entre actores e directores proliferem. Alguns desses romances viram casamentos ou uniões sérias. Porém, nem todos parecem seguir a máxima: "felizes para sempre". Vamos relembrar o "curriculo" amoroso de alguns diretores e atrizes de novela brasileira.
DENNIS CARVALHO
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| Beth Mendes |
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| Bete Mendes, Christiane Torloni, Monique Alves e Déborah Evelyn |
Fontes: internet (IMDB, Wikipedia, Mundo de Novelas, astroemrevista).
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Jovens atrizes que CASARAM com homens não tão jovens
Também casada em 1997 e também divorciada apenas uns meses depois de Débora, Flávia Alessandra (nasc. 1974) casou com o conhecido actor e diretor de novelas Marcos Paulo (nasc. 1951), quando contava com 23 anos e ele 45. Os dois namoravam desde que Flávia era uma menor de 17 anos, tal como no caso de Deborah Secco. Marcos já tinha sido casado três vezes e tinha duas filhas: uma de um relacionamento com uma italiana enquanto solteiro, outra aquando o casamento com a actriz Renata Sorrah. O casamento com a jovem Flávia surgiu, disse-se na imprensa, por imposição da mãe da jovem atriz, que não era feliz vendo a filha numa união não oficializada. A união durou 11 anos, o casamento cinco desses anos. O casal teve uma filha em 2001, separando-se oficialmente logo depois.
Outra jovem que decidiu casar com alguém mais velho foi a impetuosa Carolina Dieckman (nasc. 1978), que em 1996 enquanto gravava a sua primeira protagonista na novela "Tropicaliente" se engraçou com o ator e trapezista Marcos Frota (nasc. 1956) viúvo há uns anos e com três filhos. Ela pouco sabia da história dele. Que era trapezista e tinha um circo - coisa que a atraiu, era uma delas. Que era viúvo com três filhos e a sua idade, as outras. Se tivesse reflectido um pouco no currículo noveleiro talvez tivesse chegado lá. Mas não deu tempo para essas considerações. Com apenas semanas de namoro os dois começaram a dividir o mesmo teto, tendo Carolina se mudado para a casa dele. Em 1997 a jovem que esperou fazer os 18 se casou com o ainda jovial artista de 40 anos numa bela cerimónia bem fotografada pela revista CARAS, detentora do castelo onde o casal deu o nó. O casamento durou até 2004, ano em que se divorciaram, contava ele 47 e ela 25. Da união com Marcos surgiu Davi, nascido em 2001. Marcos comentou anos depois, já Carolina fez vida e família com outro, (voltou a casar em 2007, aguarda-se a chegada de 2017) que passou todo aquele tempo e ainda não sabe bem porquê os dois se divorciaram. Se calhar, devia ter percebido que foi pela mesma razão pela qual se casaram*.
É sabido que não é preciso existirem grandes diferenças de idade para uma relação terminar. Mas no caso quiçá o factor idade de facto interfira na relação. Nenhuma é a mesma quando a parte jovem já não está a entrar nos 20 e sim a sair para se aproximar dos 30. Como vê ela a pessoa mais madura diante de si? Quando não dá para adiar mais a necessidade de viver mais intensamente, de outra forma, com mais entusiasmo e de forma mais vibrante - coisas típicas dessa idade e que procuram-se junto de outras pessoas dessa idade? Porque é raro encontrar fonte de satisfação em quem já passou essa etapa e caminha mais para a tranquilidade. Quebrar-se-à algum encanto?
Sábia parece ter sido Marília Gabriela, «casada» que teve durante oito anos com o então jovem Reynaldo Gianecchini, hoje com 40 anos. A diferença entre os dois era de 24 anos. A jornalista disse o seguinte:
"Um dia o Giane vai partir porque ele é muito mais novo do que eu. Estou aproveitando ao máximo esta relação. Quando este dia chegar, vou fazer outra coisa da vida. Mas por enquanto estamos juntos" - disse a jornalista três anos antes da relação chegar ao fim.
Já Leão Tolstoi escreveu sobre isso cerca de um século e meio antes destes matrimónios de 97, na sua obra "A Felicidade Conjugal" (1858). Quando uma relação amorosa começa, tudo é maravilhoso. Mas depois prevem-se algumas tempestades. E existindo diferenças de idade, estas tempestades digamos que são previsíveis no decorrer das mudanças da maré.
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segunda-feira, 27 de maio de 2013
Adriana Esteves e Cauã Reymond - os namorados
A dupla de actores que faz de mãe e filho respectivamente na novela "Avenida Brasil" podiam muito bem fazer par romântico. A diferença de idades entre os dois não é assim tão grande, é de apenas 10 anos. E nem por isso deixamos de acreditar que "Carminha" é mãe daquele marmanjão. Mesmo a actriz mantendo os seus traços algo de menina. Já ele, fica mais difícil de acreditar que está a treinar para virar um grande futebolista, pois já indica que não está com a idade adequada para essa oportunidade. Contudo, é assim que se sabe quando uma novela nos agrada: quando estas coisas não são mais relevantes que a história.
"Carminha" e "Jorginho" bem podiam fazer novamente par numa novela qualquer, mas como casal romântico. Eu ia gostar de ver, essa inversão de papéis, essa noção "incestuosa" que fica no ar devido à força das personagens nesta novela actual.
Mas o bom nesta arte de representar é esta mesma de se conseguir passar por cima da memória desse último registo e entregar outro, totalmente verosímil, totalmente credível, mesmo quando devia «chocar» com as impressões anteriores.
Nas novelas já estamos acostumados a ver a menina que fez de filha virar namorada do "pai" uns anos depois. A própria "Avenida Brasil" é prova disso, pois "Nina" (Débora Fallabela) e "Tufão" (Murilo Benício) já foram pai e filha na novela "O Clone". Mas inversamente, ser a "mãe" e "filho" a virar casal, isso é que é muito raro. (Serão vestígios da sociedade machista?). Pelo que gostaria sim, de ver uma "mãe" virar namorada de "filho" de novela...
sábado, 4 de maio de 2013
O Octávio de Tony Ramos
Eu disse que ele merecia e cá vai: um post dedicado a Tony Ramos.
Ou melhor, a ele enquanto actor que encarna a personagem "Octávio" na novela "Guerra dos Sexos". Se fosse falar de todo o percurso do actor nunca mais ia sair daqui e este post ia demorar dias a ser escrito!
Ainda não viu Tony Ramos neste papel cómico? Corra para ver! É uma delícia. Tem também muita parte física nesta comédia. Ele sobe e desce escadas, dança, corre... Concluí que o actor além de dar show na personagem, também está à altura na liberdade dos movimentos. E ainda nem chegou à parte portuguesa (Octávio, às tantas na trama, tem um primo português igual a si), em que o actor terá de se dividir em duas personagens. Quando chegar, imagino que não irá desapontar. Teremos assim "DOIS EM UM" de Tony Ramos em comédia, ehehe.
*merchadising: momento de venda dissimulada de um produto numa obra de ficção, fazendo com que as personagens o publicitem e o elogiem, mostrando suas embalagens e nome de forma bem visível. Read more...



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