Novidade

Este blogue mudou-se. Está agora no facebook. Um dia voltará a viver no blogger, numa casa nova e moderna. Até lá, boas novelas!
Para TODOS os fãs de telenovelas Brasileiras e Portuguesas espalhados pelo mundo.
Portuguese blog about Brasilian/Portuguese tv soaps for fans all over the world.

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domingo, 30 de agosto de 2009

CI: Separar ficção da realidade

Uma coisa que já esperava que acontecesse menos no Brasil hoje em dia, é a separação da FICÇÃO das novelas da REALIDADE. Afinal, as telenovelas perderam a força e importância que tinham na sociedade. Não produzem mais o mesmo impacto no seu poder de mover as massas. Existem outras distracções: a internet, a playstation, os telemóveis XPTO...
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Mas ainda acontece. Esta mistura de personagem com actor, que leva à agressão física e aos insultos verbais, ou a coincidência de assaltar um artista, reconhecê-lo e deixá-lo ir por gostar da personagem, entre outras histórias curiosas que aconteceram ao longo do fenómeno TELENOVELA.
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Tudo tem os dois lados da moeda e desta feita, a última notícia insólita sobre o assunto diz respeito a duas personagens da trama "Caminho das Índias": Abel e Norminha.

Num país GIGANTE como o Brasil, não é de estranhar que, por coincidência, exista um guarda de trânsito com o nome Abel. Se calhar até existe mais que um mas, foi um, de Goiás, que decidiu ir para tribunal exigir que as personagens sejam eliminadas da trama e pedir uma indemenização por danos morais e materiais.
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Saber levar uma brincadeira...

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.Há pessoas que não sabem levar uma coincidência como brincadeira ou achar graça às coincidências... tanto pode ser o caso de uma multidão, de uma povoação, ou apenas de um indivíduo. Neste caso, parece que o guarda é alvo de muitos comentários jucosos, que mexem com a sua sensação de masculinidade e segurança. Diz uma notícia, que este foi alvo de humilhação entre amigos, colegas de trabalho e até automobilistas que multou. A sua esposa, que não se chama Norminha, precisou fazer tratamento neurológico, pois não conseguia dormir e sofre com constantes dores de cabeça.
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Das duas... as duas ou uma. Ou a zona onde este Abel trabalha é povoada de pessoas com uma inclinação infeliz para não entender quando uma brincadeira deixa de ter piada para ser uma forma de descarregar em terceiros frustrações pessoais, ou este guarda de trânsito da vida real não sabe lidar com situações inesperadas da melhor maneira. Nem a sua "autoridade" e necessária seriedade no desempenho da função impede a galhofa? Diz a notícia que, quando pessoas desconhecidas identificam o nome no crachá do uniforme, caem na risada. Humm... será que passam dos limites, ou a incapacidade do homem e sua esposa em separar a FICÇÃO da REALIDADE os está a baralhar os neurónios?
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Vai lá saber. Estas novelas!... :)

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terça-feira, 25 de agosto de 2009

Caminho das Índias: Lima Duarte

Encontrei um artigo sobre a novela "Caminho das Índias" e o ator Lima Duarte. Todos sabem que este ator não é de ficar calado. Não que procure conflictos, mas acaba por ficar ali no limbo...
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As suas personagens na Tv, têm tendência a ser umas grandes "melgas". Com diálogos demasiado longos e demasiadas cenas - que nem sempre se justificam no conjunto da trama. Mas trata-se de Lima Duarte, um ator veterano, respeitadíssimo, e não fica bem este fazer uma novela numa personagem que não está à altura do seu estatuto. Daí que, nos últimos anos, tenha criado um rol de personagens chatinhas na televisão.
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De regresso na novela "Caminho das Índias", como Shankar, não é protagonista (nem podia), mas também tem cenas "forçadas". Como as que passa a debitar texto num diálogo desinteressante no ouvido de um "amigo" da sua casta. Quase sempre o tema de conversa são as suas preocupações com Bajuan ou as suas aspirações de vida. A função desta personagem é idêntica à do "amigo" de Baruan: servir de "penico" para que estas personagens de actores veteranos tenham com quem falar, enquanto os outros se desenvolvem mais na trama.
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Mas a responsabilidade não é dos atores, muito menos necessáriamente do autor, embora este sempre possa contornar a situação. A realidade é que as tramas têm muitas personagens e umas acabam por dar "mais sumo" que outras. Ás vezes, alguma fruta posta de parte tem sumo mas não é espremida, outras, espreme-se demais a fruta que não dá sumo...
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Eis a opinião do ator sobre a personagem e a novela:
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O final reservado a Shankar (Lima Duarte) em Caminho das Índias será completamente solitário. Embora faça um balanço positivo da novela, Lima Duarte diz que seu personagem não cresceu mais porque a relação entre ele e Márcio Garcia não funcionou. Fato, inclusive, que teria feito com que Bahuan tivesse de vir para o Brasil.
Não é que ele esteja mal no personagem. É que não é para ele. Márcio foi mal escalado. Ele pode fazer muito bem algumas coisas. Para viver um dalit, ele tinha de ter uma carga, um olhar. E não tinha – opina o ator.
Ele ainda diz que, quando Caminho das Índias começou, ele queria dar um tom à história, e Garcia veio com outro.
– Foi um choque para mim, mas não falei nada. Meu personagem também esvaziou um pouco por causa disso.
No final da novela, Shankar se transformará no que os indianos chamam de “sannyasi’, um renunciante.
Shankar abrirá mão de tudo e irá para as montanhas, como fez Gandhi. Doará toda sua fortuna e irá embora – revela Lima Duarte.
E, mesmo encantado com a cultura indiana e com a trajetória de seu personagem,o ator de 80 anos confessa que está ansioso para terminar o trabalho e se livrarda incômoda barba que teve de adotar para o papel.
Nós cometemos uma bobagem do ponto de vista de produção. Gravamos o final da novela lá na Índia, e eu estava com uma barba grande. Agora, a maquiagempediu que eu a deixasse crescer para chegar ao ponto em que aparece no desfecho– conta o ator.
Mas ele faz uma análise positiva do folhetim das oito:
Fiquei apaixonado pela cultura hindu. A Índia tem um povo fantástico. Gosto das coisas que o Shankar fala, queria até que ele falasse mais – diz Lima.
No entanto, antes de a história de Gloria Perez se despedir do público, Shankar passará por grandes emoções: terá um encontro marcante com Opash e ajudará Bahuan (Márcio Garcia) a encontrar seu caminho. Por enquanto, a sabedoria dobrâmane será útil para desmascarar Radesh (Marcius Melhem). Shankar desconfiará do espertalhão e revelará a farsa.

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Caminho das Índias: a surpresa do sucesso

A estreia da novela "Caminho das Índias" foi aguardada com algumas reticências. A história, tão similar a tantas outras da autora, parecia indicar que o telespectador ia sair um tanto frustrado com o que viesse aí...
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Creio que a GRANDE surpresa da novela, foi que aconteceu o contrário. Dentro do actual panorama de crise das novelas, Caminho das Índias conseguiu atingir um sucesso que, julgo, superou mesmo a anterior trama, com uma carga bem mais dramática (A Favorita).
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É caso para dizer que, fórmulas antigas continuam a garantir público. E Glória sabe isso. Desta vez a sua aposta foi certeira.
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Não é que resulte sempre, não é que resulte só com alguns autores. Resultou no caso de Caminho das Índias, e é só.

Desculpamos todas as discrepâncias (que não são poucas), todas as falhas na representação sempre tão unilateral da cultura explorada (que não são poucas) e aceitamos a trama como ela é: um conto de fadas, uma fantasia que, tal como as histórias que nos lêem em crianças, omitem um certo tipo de informação e estão cheias de lacunas, mas divertem e nos fazem abstrair da realidade.

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domingo, 23 de agosto de 2009

Caminho das Índias: Camila só à chapada?

Serei só eu que acho Camila uma personagem irritante?

Aproveito para lançar aqui a questão, pois tenho curiosidade. Serei a única a achá-la criança? Para lá de infantil, mimada, que não sabe encarar uma posição e é dotada de uma capacidade tremenda para a manipulação dos factos?
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O engraçado é que também não achei a mínima graça à personagem anterior da actriz, em 7 Pecados. Também a achei irritante, de ir «à chapada» (expressão popular).
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Aguardo uma outra personagem, desta vez madura, porque quero ver se é algo no modo de representar ou específico dos papéis que lhe caberam até agora na sua curtíssima experiência na tela. Porque, seja em comédia como burra analfabeta ou em fantasia, como sonhadora romântica, até agora... só à chapada! Que personagens! :)

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sábado, 22 de agosto de 2009

Caminho das Índias: a televisão

É engraçado como na novela "Caminho da Índias", os núcleos familiares Indianos parecem viver SEM a presença daquela invenção «mundana» que revolucionou o mundo.... a televisão, apenas parece surgir nesta história para revelar ao grupo o paradeiro de álguém. Já repararam que, em muitas histórias, a presença de televisão só serve para isso? Para "desmascarar" um mistério?
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Agora foi a vez de Xante fugir de casa. Para que a família soubesse do parentesco da moça, surgiu, sem mais nem menos, uma televisão na casa da família ANANDA, assim como na casa dos pais de Maya. Como é que a Índia sobreviveu este tempo todo sem televisão? E lá estava o rosto da moça, em destaque entre os restantes, demoradamente filmada, como se de propósito para a família demorar-se a contemplá-na, ao mesmo tempo que debita o necessário diálogo.
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Em Caminho das Índias, a TV tem servido apenas para isso e de uma forma muito irrealista e imediata. Quando a turma de "Beca" assaltou uma casa de noite, na manhã seguinte já o moço era destaque no jornal, com uma fotografia enorme sua. Mas foi na TV que todas as personagens, a mãe e irmã de Camila, inclusive, ficaram a par da situação. Que conveniente! Cuidado, deliquentes! A televisão está lá para vos apanhar!
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Também será assim na vida real?

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domingo, 16 de agosto de 2009

Caminho das Índias: matéria do Estadão

Uma jornalista no jornal O Estadão, de S. Paulo, escreveu esta rúbrica:



"Vilã levando a pior em novela das 9 é tão clássico quanto delicioso de ver (...). Mas não estou me sentindo assim tão vingada desta vez, com a surra que a Melissa Cadore (Christiane Torloni) deu na Yvone (Letícia Sabatella). Não tem nada a ver com o monte de sangue jorrando da boca da bonita depois de apenas meia dúzia de tabefes. Qualquer um do elenco poderia bater na Yvone, menos a Melissa. É a suja batendo na mal-lavada! (...) Melissa não sabe de nada – bateu na Yvone pura e simplesmente por causa de um conjunto de joias que o marido Ramiro (Humberto Martins) deu à vilã. Perua fútil. (...) Para ela, o que importa é assegurar que moscas varejeiras tipo a Yvone fiquem longe do seu milionário. Para cima dele, o adúltero em si, nenhuma palavra, bronca nenhuma.
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E a novela segue, até o capítulo em que a Norminha (Dira Paes) é pega em flagrante por Abel (Anderson Muller). (...) Norminha é humilhada por Abel diante da vizinhança, vê seus sutiãs voando pela janela. Ramirinho leva apenas uma mordida no bolso.

Ou seja: se o homem trai, a amante apanha; se a esposa trai, a esposa apanha. Uma frase dita por Abel resume o caso. Depois de muito xingamento, Norminha pede que ele jogue sua mala, para que ela recolha as roupas da calçada e vá embora. "Mala? Quem comprou essa mala, Norminha?", questiona ele – quem está pagando está podendo. Norminha será uma cabrocha de sorte se não morrer feito a Dedina (Helena Ranaldi), adúltera da novela anterior, A Favorita, que morreu, "punida" com uma toxoplasmose. Tike!"

Tike! A ficção adora espancar mulheres e castiga-as severamente! Com determinados autores ou realizadores, isso é mais visível, tanto em filmes americanos quanto novelas e séries brasileiras. O que acha? Que exemplos lhe vêm à mente para as terríveis pecadoras V o adúlteros?

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