Novidade

Este blogue mudou-se. Está agora no facebook. Um dia voltará a viver no blogger, numa casa nova e moderna. Até lá, boas novelas!
Para TODOS os fãs de telenovelas Brasileiras e Portuguesas espalhados pelo mundo.
Portuguese blog about Brasilian/Portuguese tv soaps for fans all over the world.

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domingo, 7 de setembro de 2008

Ficção e Realidade


Ao ver no episódio de hoje Flora falar com Silveirinha sobre o quanto a filha e a sogra são insuportavelmente chatas, me veio à lembrança um episódio real.

Conheci uma jovem de beleza similar à de Patrícia Pillar: loura, branca, de olhos azuis, feições perfeitas, aparentemente com um jeito meigo de ser e dotada de uma voz bem doce.

Sempre achei que as pessoas não têm percepção do quanto são vulneráveis a uma doce voz. Quem possui um timbre doce de falar e sabe-o, é detentora de uma arma poderosíssima. É um feitiço por si só.

Por isso mesmo surpreendeu a todos quando esta jovem foi protagonista em público de um desentendimento com um rapaz e, subitamente num café, escuta-se o grito: «Tu a mim não me enganas com essa cara de anjo!».

Entre outras palavras ditas num berro, ela manteve-se passiva e em silêncio. Parecia assustada e frágil. As pessoas, que conheciam os dois, depressa inclinaram a tomar um partido. Foram ampará-la quando ele se afastou. «Ela tem um jeito tão meigo! Não acredito que tenha feito algo». Ninguém sabia a causa da briga mas perante o pouco que conheciam dos protagonistas, acabaram por escolher a vítima e o carrasco. Ele sempre disse que ela não era o que parecia ser.

Anos se passaram e desta feita eu fui a privilegiada que ficou a conhecer a verdadeira face da «cara de anjo». Quando se descobre que um segundo após se lhe estender a mão em auxílio, esta vira as costas e entra na porta ao lado para difamar quem tentou lhe auxiliar. Um carácter infame. Tal como Flora.

Ao partilhar esta lembrança reavivada pela ficção da novela «A Favorita», trago para a mesa de discussão o tema «ficção e realidade»: quem inspira quem? Ao contrário do que se pensa, não é tanto o espectador que se deixa influenciar. Quem escreve já sabe, já viu ou já viveu coisas que davam uma novela. Eu já vivi umas duas! Talvez mais. Cada um de nós, como dizia o anúncio da novela «Páginas da Vida», «porque a sua vida dava uma novela», tem umas tantas.

E você? Que tal partilhar umas memórias que a ficção lhe traz? Qual a sua novela-real?

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sábado, 6 de setembro de 2008

Os autores andam loucos!


Costumavam ser as figuras respeitáveis por detrás do sucesso de uma novela. Uns génios! As cabeças de onde sai todas as ideias. Os criadores. Mestres!

Este estatuto icónico colocou-os nas décadas passadas em posição de ídolos. Uns deuses da escrita. Eram referenciados, idolatrados, admirados, respeitados mas tudo, à distância. Na era da ausência da Internet para as massas e da inexistência do telemóvel (celular), eram conhecidos pelo nome e reputação criativa. Jamais pela imagem.

O rompimento do mistério, as caras e fisionomias, o rompimento do silêncio, trouxe a classe para mais perto de nós. Mas também dita um fim aos idealismos. Afinal, o autor endeusado, é humano!

E comete erros. Está sujeito a pressões colossais, a ameaças constantes, está sujeito ao seu próprio ego. Tem opiniões e as omite. Critica colegas, faz acusações de plágio, critica actores, desentende-se com os directores, fica insatisfeito com os comentários do público e, além disso, é falível. Nem tudo o que escreve tem o mesmo nível de qualidade.

Pois é: os autores são pessoas comuns. Ás vezes eles esquecem-se disso e nós também.
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Links interessantes:
Sílvio de Abreu:
Aguinaldo Silva:
Pressões:
Manoel Carlos:
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English Version:
Authors go crazy!
They used to be the genius behind a tv soap opera success. Almost mythical creatures, from hum’s head came all that great ideas. That was before the common use of the internet and the arrival of the cellular phone.

The proximity of this mythical class of creators with the public, gave us the notion they’re human. They’re so human that they criticize they pairs, they criticize their tv soaps actors, and they are submitted to huge pressures, such as ratings. They make mistakes. They can let themselves be taken by their ego. They’re human.

Yes. Sometimes they forget this. And so do us.

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quinta-feira, 4 de setembro de 2008

A Favorita mostra a Assassina

Já se viu em Portugal a cena em que a identidade da assassina na novela a Favorita é revelada. Agora é com toda a certeza que afirmo que, até este ponto da história, tudo parecia indicar que a assassina é Flora: ela reúne provas falsas para incriminar a rival e isso diz muito sobre o carácter de uma pessoa.

Donatella parece muito burra. Bem sei que este tipo de pessoas realmente existem mas no início da trama a sua pessoa era mais precavida ao despejar os seguranças atrás de Flora. Ela é tão previsível que se torna bastante fácil armar armadilhas nas quais com certeza vai cair.

Por isso é difícil de acreditar que seja sempre ela a acabar por ser a preferida pelos homens. Entendo que o seu carácter aparentemente fútil quando desmascarado pela meiguice, possa ser o que atrai os homens para si. Mas tem aquele lado estúpido, excessivamente carente e impulsivo, que devia funcionar como repelente. Ela agride quem a ama e reage explosivamente sem pensar no que está a fazer e a dizer. Deu um estalo (tapa) no rosto do Zè Bob, coloca a filha para fora de casa após uma briga quando viveu a novela inteira a pedir-lhe para estar sempre próxima de si. Enfim… este destemperamento é o seu ponto fraco, e Flora teve 18 anos na prisa para elaborar maneiras infalíveis do explorar.

A novela, no entanto, não me prende tanto assim a atenção. Tem cenas longas, e dou por mim a sair diante do ecrán. Mesmo hoje, quando em zapping a apanhei a dar ás 19.15 h. Facto inesperado mas nada surpreendente. Já desisti de acompanhar as novelas e de sintonizar a SIC. Só o zapping abre excepções e é incrível como, sem o procurar, tem sido assim que acabo por ver o que tem interesse ver. Ajuda só acender a TV lá para a meia-noite...


Como sempre, parte do interesse em ver novelas é tentar desvendar os seus segredos e o futuro desenvolvimento da trama. Os paralelismos que encontro entre a personagem Maria do Céu e a assassina são tais, que acredito na alta possibilidade de poder ver a Céu a seguir os passos de Flora. Será que Maria do Céu na disputa por um homem vai acabar por apontar uma arma a Cassiano/Halley diante da presença de Lara? Veremos.

Acho que todos já desconfiam que Halley é o filho desaparecido de Donatella com Marcelo. Não se sabe bem como se deu o desencontro. Quem são os protagonistas deste crime e suas motivações. E tal como é minha suspeita desde quase o início, o mais provável é Lara ser filha de Dodi. De Marcelo não convém que seja.
Existiu um motivo bastante forte que originou a ameaça de Marcelo a Flora, momentos antes de ser assassinado. Chamou-a de lixo e afirmou que ia contar a todos o lixo que ela é. “Foi por amor!” – clama ela. O quê? O rapto de Halley? Isso não deve ser, porque nesse caso ela saberia qual o trunfo de Silveirinha para mudar o depoimento de Cilene. Por outro lado, até pode ser. No momento da conversa com Cilene, Flora sabia do que estava a falar. Ás tantas, ela participou no rapto ou inventou histórias para conduzir alguém a perpectuar o rapto mas desconhecia o destino da criança. Ou foi esta a razão daquela ameaça de Marcelo, ou então trata-se da descoberta da verdadeira paternidade de Lara. Nisto tudo duas pessoas sabem de certeza a verdade: Dodi e claro, Flora.

A Favorita é a novela que devia ter sofrido os cortes injustos de Ciranda de Pedra. É uma trama de cenas longas e um tanto chatas, por vezes. Não consigo acompanhá-la pelo tempo que dura. Teria sido esta a melhor opção para capítulos de 25 minutos. Até porque, com o mistério intensificado, o espectador ia querer ver mais, e mais, e achar pouco… stupid sic!

Eles lá tentam, desesperadamente e descaradamente, chamar as audiências para si. Parecem tão desesperados. Estarão os patricionadores a roer a corda?Nunca entendi porquê haveria alguém querer pagar publicidade em televisão. Melhor dizendo: entendo certas empresas, como as de crédito fácil e outras. Mas pequenos, médios e específicos serviços nunca entendi bem. Com excepção dos primeiros anos de vida do canal SIC Mulher, que de 5 em 5 minutos entrava para publicidade sempre com os mesmos anúncios (lembram-se qual o mais repetido?), não vejo qual a vantagem. É que é bastante caro. Só traz vantagem ás empresas para as quais esse valor corresponde ao lucro de apenas umas horas de um dia de caixa.


E agora resta-nos acompanhar o desenvolvimento da Favorita e tentar perceber porquê, tal como na vida, na ficção também é comum muitos acusarem injustamente um inocente sem dar o benefício da dúvida. Ninguém escuta o Seu Pedro, o único a proclamar com vemência a inocência da filha de criação e a falsidade da filha Flora.
Gosto de ver Patrícia Pillar como a assassina, porque cedo apreciei aquelas expressões ligeiramente triunfantes, que logo ela mesclava para a inocência. Claúdia Raia estaria melhor para mazinha do que para mocinha. O bom carácter da personagem perde-se um pouco na falta de um grande talento para o demonstrar. É preciso ser burra para acordar com uma arma de crime na mão (ainda por cima roubada de si para a incriminar) e de seguida ameaçar quem se aproxima de dar um tiro! Há que fazê-lo com o «tom» certo- o que deve requerer experiência. Li numa revista que existiu um conflicto monetário entre ela e a psicóloga dos «famosos», a pessoa que os ajuda a compreender os sentimentos das personagens e consequentes reacções. Não há dúvida que na tv Globo os artistas estão bem apetrechados para dar o seu melhor.

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segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Ciranda, ciranda... por onde andas?

Alguém sabe dizer onde foi parar o capítulo de Ciranda de Pedra hoje, na grelha da SIC?

Então continua a saga desta Ignóbil e Incompetente estação de televisão. Ai! O que fazer? Não adianta entrar em contacto, chamar a atenção, obter respostas. Um teleespectador dá-se a esta cortesia para ser Ignorado.


Agora já sei o que significa a sigla da estação. Aquele «I», que lhe cai tão bem, representa os actos Ignóbeis para com o público, significa Incompetência e significa Ignorar o que o público tem para expressar.

Deixei a novela a gravar. Bem sei que os capítulos têm apenas 25 minutos, mas ainda assim, a contar com o Inesperado, deixei gravar por 1 hora apartir das 14.10h. Bem sei que a novela começa às 14.15 mas, é melhor contar com o Imprevisto. Não fossem eles (SIC) mudar o capítulo para uma duração maior.

Quando fui ver a gravação, só ficou gravado publicidade e a novela Como Uma Onda! Logo esta, que detesto, é que ficou na gravação! Mas porquê me Impingiram isto?

O que se passou? Onde está Ciranda de Pedra? Outra vez, o que lhe fizeram?

Então responda quem sabe ou viu, se a novela foi para o ar.

Consultei o site da SIC (Super Incompetente EstaÇão de televisão) e o que li para a programação de hoje deixou-me ainda mais confusa. Vejam por vocês mesmos, que estou cansada de apregoar...


Hi, hi, hi... dá ou não vontade de RIR com o estipulado para as 19.15?

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sexta-feira, 29 de agosto de 2008

Os «Musos» de Pantanal


Por onde andam os «Musos» de Pantanal?

De início parece estranho que, num país como o Brasil, de calor, sol, praia, capas de playboy e «bundas ao léu», exista algum puritanismo e censura em relação ao nu em novelas. Bem, o Brasil é grande e o povo diversificado. Talvez não seja nada estranho.

A reprise da novela Pantanal tem originado na imprensa brasileira diversos artigos sobre a nudez das personagens femininas. Porquê, não sei. Diversas publicações foram atrás das protagonistas para saber o que fizeram e fazem elas agora. Um desses artigos causou-me alguma perturbação. (http://vip.abril.com.br/edicoes/282/pantanal.shtml)


No meio do diz-que-disse sobre o regresso da novela «Pantanal» ao Brasil, estranho o silêncio das vozes masculinas protagonistas. Nem um comentário parece ter sido publicado da voz de Marcos Winter (Jove), Paulo Gorgulho (José Lucas de Nada) e quase nada de Claúdio Marzo (velho do rio). Porquê não falam deles? Por acaso também não andaram por lá e em pelota?


Parte da profissão de se ser um actor, parece se confundir com outra menos recomendável. Há algo de «prostituto» na actividade (hoje em dia, poucas lhe escapam) quando um actor, para ter trabalho, tem de se vender, mostrar a sua imagem e aparecer para se promover. Embora nada tenha a apontar a quem o faça e aos que aproveitaram a rampa de lançamento da reprise de Pantanal para voltar à lembrança do ingrato público (ou ingrato meio, porque o público não esquece) também me agrada o tanto de nobreza que existe naqueles que, aparentemente, não o fazem, mesmo na eventual necessidade.


Os musos de Pantanal:

Marcos Winter não escondeu do público estar a necessitar de trabalho para pagar as contas, o que o levou a falar com o autor de Duas Caras para ter um papel na novela. É membro activo e fundador da ONG, uma organização que visa lutar contra o trabalho escravo e a prostituição infantil. No que respeita ao regresso da novela, aparentemente mantém-se no silêncio.


Paulo Gorgulho andava pela Record, onde interpretou o maravilhoso Lemos, em Essas Mulheres, voltando a contracenar com a sua querida «Madeleine», a actriz Ingra Liberato. O registo porém, foi tão diferente (e as feições também) que poucos se lembraram que esta dupla se iniciou como um casal de sucesso em Pantanal (facto que não deve ter escapado à Record na altura, pois a novela Essas Mulheres é a detentora do maior recorde de actores de Pantanal no elenco). Esteve também em Bicho do Mato e Caminhos do Coração. Sobre a reprise da novela, aparentemente mantém-se em silêncio.


Claúdio Marzo fez a novela «Desejo Proibido», na personagem de Lázaro, na tv Globo. Sobre o regresso de Pantanal aparentemente terá dito: «não tenho nada a ver com essa novela». Hãã??!! Então como, se fez nela três papéis?
Como diria a D. Milú (Tieta): Mistéééério!


Outros envolvidos:

Um dos directores da novela, o então marido de Ingra Liberato, entretanto ex-marido também de Daniela Escobar (O Clone) Jayme Monjardim, disse jamais processar um filho seu- referindo-se à acção judicial que o regresso de Pantanal no SBT originou.

Benedito Ruy Barbosa, o autor, tinha vendido os direitos de autor á Globo para escrever um remake, está em tribunal a investigar se pode cessar a transmissão da novela. (Pois sim…) e terá dito também, a respeito da afirmação de Jayme: não sei porquê fala assim da novela, quando só dirigiu os primeiros 20 capítulos e depois não saiu do escritório de S. Paulo, palpitando ocasionalmente na montagem das cenas. Dona Milú voltaria aqui a dizer: Mistééério!!

José de Abreu (Gustavo) ficou com a metade azeda desta história. Reivindicou que ajudou a criar a lei dos direitos de propriedade, dizendo que a novela não devia ir para o ar. Mal interpretado ou não, a verdade é que caiu mal e ficou marcado. O actor esteve também presente na novela «Desejo Proibido», interpretando com mestria o Coronel Chico.



Marcos Palmeira: Bzzzzz… sobre este, que há muito sumiu do circuito público, nada se sabe, se ouviu dizer ou parece se ter curiosidade. A última notícia a vir a público reportava o seu desagrado por a imprensa querer registar o seu recém-nascido filhote. Produz e vende produtos orgânicos há vários anos. Está escalado no elenco da novela Três Irmãs. (3/09/2008- Marcos pronuncia-se: http://180graus.brasilportais.com.br/gente/ator-marcos-palmeira-reclama-da-edicao-da-novela-pantanal-43250.html)

Nani Venâncio entrou na abertura. Era ela a mulher que se transformava em onça. Sobre isso diz que hoje sente vergonha dessa cena de nudez, que é uma mulher casada há 15 anos e com filhos e que na altura teve medo por ter de entrar numa jaula ao lado de uma onça. Hoje já não fariam assim…

Leandra Leal (sim, a Elzinha biscoito-fino de Ciranda de Pedra) entrou nesta novela no final. É ela a criança que dá as mãos a Claúdio Marzo (velho do rio) na cena final onde aparecem os créditos. A mãe Ângela fazia de Bruaca. Leandra tinha 8 anos.


Restante Elenco:

Marcus Caruso (Quim)- Três irmãs (2008)
Elaine Cristina (Irma) – escalada para a próxima novela do SBT (Revelação-2008)
António Petrim (Tenório) - escalado para a próxima novela do SBT (Revelação-2008)
Jussara Freire (Filó) – Chamas da Vida (2008)
Ewerton de Castro (Tim)- Chamas da Vida (2008)
Kito Junqueira (Assassino) – Chamas da Vida (2008)
Natália Thimberg (D. Mariana) - Queridos Amigos (2008)
Tarcísio Filho (Marcelo) – Queridos Amigos e Casos e Casos (2008)
Ângelo António (Alcides)- Duas Caras (2007/8)
Carolina Ferraz (Irmã jovem) – Beleza Pura (2008)
Ernesto Piccolo (Renato) – Beleza Pura (2008)
Fátima Freite (prostituta)- Malhação 2008
Flávio Monteiro (Nalvinha)- Os Mutantes: Caminhos do Coração (2008)
Ítala Naldi (Madeleine adulta) – Os Mutantes: Caminhos do Coração (2008)
José Dumond (Gil) - Os Mutantes: Caminhos do Coração (2008)
Rosamaria Murtinho (Zuleica) – Sete Pecados (2007)
Cássia Kiss (Maria Marruá)- Eterna Magia (2007)
Ângela Leal (Maria Bruaca) – Amor e Intrigas (2007)
Totia Meireles (Vedete) – Duas Caras (2007)
Tânia Alves (Filó jovem)- Amazónia (2007)
Sérgio Brito (Antero)- O maior amor do mundo (filme 2006)
Oswaldo Loureiro (taxista) – A Lua me Disse (2005)
Haroldo Costa (padre) – Casa de Areia (filme 2005)


Artistas Falecidos:

João Alberto (Zaqueu) – logo a seguir ao fim da novela, AIDS/SIDA
Rubens Corrêa (Deputado Ibrahim) – 1996, coração (?) SIDA/AIDS
Alexandre Lipianni (Chico, filho de Maria e Gil) – 1996, acidente de viação (choque com um poste), 32 anos
Luiz Armando Queiroz (Empresário vigarista) – 1999, cancro
Rómulo Arantes (Levi) – 2000, acidente de ultraleve, 42 anos

Marcelo Barreto - director

Á Posteriori deste post:

http://www.titinet.com.br/news/marcos-palmeira-aparece-nu-em-cena-da-novela-pantanal-2959.asp * continuo aparvalhada com o que a imprensa brasileira considera ser notícia!

http://180graus.brasilportais.com.br/gente/ator-marcos-palmeira-reclama-da-edicao-da-novela-pantanal-43250.html * continuo sem perceber qual é o problema da novela regressar à tv no Brasil!

Nota: eles (os artistas) fazem uma obra linda. Anos volvidos, querem lá saber: querem é um bom pilim. Regride-se ao falso puritanismo. Irra! Até parece que a novela é porno. Pantanal continua a ser a novela mais vezes apontada como a melhor de sempre. Atrás dela vem Tieta. Por tudo isto, a quem a novela pertence? Ao público.

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sábado, 23 de agosto de 2008

A Favorita: A revelação do crime

Não sei quanto tempo falta para ver a parte em que se descobre quem é a assassina em «A Favorita» mas a SIC já aproveitou o falatório para auto-promover a novela. Não sei é se foi visto por muitos, pois estas promoções são tão fugazes e esporádicas, que é por sorte que as apanho. Vale-me a tv acesa de noite enquanto faço outras coisas.

O que passou na SIC foi um curto spot de talvez 15 segundos, chamando a atenção para a brevidade da revelação. Foi ilustrado com imagens desse momento: flashes de Flora a segurar uma arma com uma camisa enxadrezada, o rosto e o cabelo idênticos, e outros flashes de Donatella, com o rosto e cabelos idênticos.


Na imprensa vi também umas mini-imagens desse momento decisivo: Flora a apontar uma arma, vestindo uma camisa enxadrezada, mesmo cabelo e rosto e o mesmo para Donatella. Não vi nem procurei mais nada sobre esta cena.
Tenho dúvidas que este momento da «revelação» esteja próximo, pois a história ainda não aponta para a possível culpa de Donatella. Até agora, só mostra Flora a incriminá-la e a ter reacções suspeitas. Se é apenas isto o que levou muitos a acreditar na culpa de Donatella, é de surpreender.


Mas onde quero chegar é ao momento do crime e ás imagens que a comunicação social já deixou trespassar para o público. Um crime cometido 18 anos antes mostra as duas principais protagonistas tal e qual como são hoje. Nenhum esforço parece ter sido feito para as levar de volta aos anos da juventude, altura em que o crime foi cometido. Nenhuma indicação temporal foi dada. Flora veste-se igual e Donatella também. Além disso, têm o mesmo penteado, idêntico até no comprimento.


Se esta interpretação está correcta, é uma grande gaffe mostrar as personagens iguais aos dias de hoje. Vejamos: há 18 anos atrás, Donatella seria ainda mais perua do que é hoje. Mais deslumbrada pelo luxo, do qual usufruia há pouco tempo. A sua aparência há 18 anos, em finais dos anos 80, não podia variar tanto do que era a estilo próprio da altura. Usavam-se roupas largas e justas nos sítios errados, com estampados e tecidos coloridos. Enxumaços nos ombros e adornos como pulseiras, brincos, colares (cordões), malas (bolsas) etc, exagerados em tamanho, forma e cor. Os cabelos e maquilhagem foram o que se sabe: também exagerados. Cabelos em pé, com muita laca e com aquela poupa/crista de franja com ripinhas...


Se não é assim que se vestem as personagens na altura do crime, se não estão maquilhadas e com um cabelo diferente, então não é visualmente credível, a menos que a história esteja a ser contada pelo ponto de vista de um interlocutor que as vê como são agora.


É esperar para entender.

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