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"Um dia a lágrima disse ao sorriso: invejo-te porque vives sempre feliz. O sorriso respondeu: enganas-te, pois muitas vezes sou apenas o disfarce da tua dor."
gravado na memória
Novidade
Este blogue mudou-se. Está agora no facebook.
Um dia voltará a viver no blogger, numa casa nova e moderna. Até lá, boas novelas!
Para TODOS os fãs de telenovelas Brasileiras e Portuguesas espalhados pelo mundo.
Portuguese blog about Brasilian/Portuguese tv soaps for fans all over the world.
Esta novela é a rainha das novelas. Acho que nem os próprios actores e restantes envolvidos na produção de Pantanal, sabem o que ela é. Muita polémica envolve o retorno dela aos ecrãs brasileiros e mais tinta ainda corre por conta do que cada actor quer receber por ter a sua imagem no ar. Imagino bem…
Mas será que entendem o que é Pantanal?Pantanal é a novela das novelas. É A novela. Um feito impossível, tornado possível.
O seu sucesso, volvido 18 anos, vai perpetuar-se por outros 18, e mais 18, e outros 18… se Cristiana Oliveira acha estranho agora, imagine ela quando ouvir esta frase lá do além: “olha a vovó de mamãe!”
É esta a força da novela.
Se não a trancarem numa prateleira escura para mofar, continuará, por gerações, a encantar os descendentes de 90. Espero que os interesses económicos que hoje procuraram impedir a novela de ir para o ar, não reapareçam sempre. E que esta se mantenha disponível para o público, seu verdadeiro apreciador leal. E que nunca, nenhum descendente neto ou bisneto de um actor/actriz, autor, realizador, venha a impedi-lo por uma questão de royallties…
Corajosa, audaciosa e correcta, a atitude da SBT ao devolver ao público a obra, indo contra o poder da concorrência, pisando firme com a justiça, pagando os direitos de imagem dos actores e não deixando brecha para armarem confusão.
E assim, um dia no futuro, teremos num estúdio de tv um entrevistado especial… a bisneta daquela actriz daquela novela de grande sucesso de 1990, Pantanal… estão lembrados? Vamos saber o que ela pensa a respeito…
Abri uma mensagem de email notificando que a abertura da novela "Tieta" foi sinalizada como «imprópria» e retirada do youtube. Imaginam? Nem de propósito!
Esta era a novela que ia resuscitar no próximo tópico do blog. Os leitores assíduos devem lembrar-se que assim ficou prometido há um tempo atrás, aquando a criação da petição para um hipotético remake. Vinha com sugestões para um possível elenco e «novas» velhas imagens da novela que, não faz nem 3 horas, estava a recordar através do final que encontrei numa velha cassete. Assim como a mágica Pantanal, a magia de «Tieta» deve-se, bastante mesmo, à maravilhosa melodia de Fafá de Belém.
Porém agora, ainda que não concorde ou compreenda a razão, não podem mais contar com esta abertura, não pelo menos, a que eu postei. E assim, perdem a abertura recordista de visionamentos e a oportunidade de ler os imensos comentários que a mesma recebeu, de pessoas de toda a parte, a relembrar com nostalgia o tempo em que se sentavam no sofá com a família e viam aquela abertura.
Retiraram-lhes esse prazer, o que fazer?
Puritanismo? É essa a razão? Por acaso algum leitor considera a abertura de Tieta ofensiva? Erótica?
Será também por puritanismo que precisei colocar duas vezes a imagem ícone desta abertura no tópico anterior, sendo que de ambas as vezes ela foi deletada?
Se assim fôr, então deixo-vos com três novas versões «políticamente correctas». Digam lá se isto é melhor...
Não sei se posso continuar a dizer que a trama de Beleza Pura inova por fugir aos clichés. No episódio de ontem existiu um rapto e, embora seja refrescante ver Joana com um «celular» no bolso e pedir ajuda, não é tão fresco o facto deste perder de seguida a bateria. A cena que se segue, de pancada nos sequestradores também não é tão nova assim. E como de costume na ficção, umas pancadas são suficientes para colocar logo a pessoa inconsciente. Em dose dupla. Sucesso imediato com o primeiro bandido, para depois, com um molhe de chaves, não terem a que abre a porta para fugirem. Surge então o outro sequestrador que, tal como o primeiro, desmaia após levar com uma cadeira na cabeça. Pena é que não ficaram inconscientes o tempo suficiente para a polícia os apanhar.
Mas o que está a descambar no cliché na trama é a situação de “Mateus”. Uma mulher vestida de homem. Aquilo convence alguém? Muito menos convenceria um cirurgião plástico, habituado que está a conhecer o corpo humano. Logo de início achei este núcleo o menos interessante e o destaque que ganha na trama não traz frescura alguma.
Outra situação cliché em desenvolvimento, é ter alguém a querer contar a outro alguém, alguma coisa, e a pessoa não o permitir. Um tanto patético o facto de ninguém escutar o adolescente Claus, que procura alertar as pessoas para os maus tratos no orfanato. Acho que, por esta altura, já lhe teriam dado ouvidos ou averiguado.
Outro aspecto que não consigo apreciar, é a situação do namoro de Débora com Eduardo. E o que mais me incomoda, é ela. Aquilo não é dona de casa, nem aqui, nem na China. Débora é suposto ser uma mulher muito simples, exímia nas tarefas domésticas. No entanto, parece que não sabe estrelar um ovo. Muito menos tricotar aquela camisola fora de década que Eduardo elogia. Esta dona de casa é demasiado «plastificada» e não mostra a desenvoltura física própria de quem só faz ser mãe e cuidar da casa. Já não se fazem domésticas como antigamente!
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Os pontos positivos para a trama estão à conta da comédia. Mesmo a malvada Norma, autora cerebral do rapto, consegue dar um “fora” na sua melhor amiga, com classe. Raqueli e o seu histerismo por causa de Robson e a relação de Raul e Suzy mantém o interesse. Os trambiqueiros Bruno Mazzeo e Carol de Castro (José Henrique e Sheila) estão muito bem. Humberto Martins também. Mas se não tomar cuidado, Beleza Pura pode cair nos clichés que afundam «7 Pecados».
Das três novas novelas, esta parece indicar ser a mais frágil. Mas veremos com o desenvolvimento. Começo pelos pontos altos: no episódio de ontem, a cena mais forte, foi a da imolação da personagem interpretada por Deborah Secco. Ponto positivo (positivíssimo) também, para a dupla Mário Gomes e Christine Fernandes. Os dois são fenomenais. O actor que faz de filho do deputado também está interessante e talento e naturalidade transborda da actriz que faz de mãe de Rita (Christiane).
Pontos Negativos: 1) A escuridão do escritório de Mauro Mendonça (Gonçalo). Como é possível conduzir negócios numa atmosfera taciturna? Se fosse quarto de dormir…
2) Dodi. Simplesmente Murílo Benício, apesar do seu talento, não encaixa bem na personagem. E o pior é o figurino. Sempre de fato (terno) com camisas (??) coloridas de golas largas… se isso já não é escrever na testa «sou bandido» não sei o que será. O visual está muito de malandro, para acreditar sequer na sua competência nos negócios. Parece um gigolo, (lembram-se de Richard Guere no filme?) e mais sinistro fica com barba. Dá a sensação de estar mascarado. E caros leitores: este já entrou no clube dos repuxados.
3) A franja de Tais Araújo (Alicia). Uma mulher bonita, cuja estampa se favorece ao mostrar um palmito de testa, com a beleza apagada naquele penteado longo, escuro, escorrido e de franjinha (esqueci o termo brasileiro). Esta chega-lhe ás pestanas (cilos), o que a apaga por completo. Se bem que numa cena de ontem, dava para ver as sobrancelhas. Melhorou bastante! O comprimento e o corte também não a favorecem. Que tal uma tesourada nesse cabelinho, como vingança? Que cena deliciosa!
Esta é a trama certa para o horário da noite. Ciranda de Pedra é suave, bonita, própria para o horário em que vai para o ar. Encanta como só as novelas de época conseguem. Pontos positivos são muitos. Negativos, nem tantos. Estranho o facto de Natércio, tão malévolo que é, deixar a mulher viver a vida dela na casa de outro, sem arquitectar planos de vingança ou resgate. Já soube de homens maus, e nenhum fica passivo...
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Numa cena recente, gostei de ver a «imagem» que Elzinha, o biscoito fino, e Eduardo fazem juntos no ecrán. As suas personagens fariam um belo casal. Até têm mais a a ver um com o outro: Elzinha é activa e despachada e Eduardo não lhe fica atrás. Além disso, em ambos mora um bom coração.
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Adoro ver o Osmar Prado (Cicero). Ele tem presença. Consegue chegar e roubar a cena, ao mesmo tempo que é generoso, e partilha-a com os restantes. Pelo menos, essa é a impressão que me passa. Também me agrada o facto dele ter uma «esposa» imensamente alta ao lado dele, e isso não parecer ser qualquer problema. Já repararam que a produção não recorre a nenhum truque para fazer o actor ficar mais alto quando contracena com Mónica Torres? Louvável.
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Não estou a apreciar a relação da tenista com o costureiro. É muito batido. Ás tantas, ele não passa de um intrujão. Mas que aquela sombra dele, que não mete medo a ninguém, consegue ser diabólica, lá isso consegue. Então não é que esteve em dois lugares ao mesmo tempo? Enquanto observava a partida de ténis a decorrer, Ferdinando estava também a conversar com Afonso na esplanada. Espantoso! Ou se trata de um errozito de alinhamento, tal como foi o vestido azul/preto de Laura num episódio recente (o do beijo na boca tascado por Daniel na frente de Natércio)?
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A menina que faz de Lindalva é super engraçada. E ao contrário de ... sabem quem, tem uma desenvoltura física rara de aparecer em actores mirins. Porém, desde que o menino de Rua foi viver para sua casa, a menina desapareceu de cena... estão a trancar a Lindalva no quarto?
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As Crianças das novelas:
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Na novela A Favorita, os filhos de Mário Gomes e Bel Kutner portaram-se muito bem na cena em que estão com fome e a mãe dá-lhes pipocas para comer. Dão a entender que aquilo é habitual e tentam ir passear com a mãe só para poderem comer o que na festa vão encontrar. O pior é que existe mesmo gente… aqui é comédia mas dá pouca vontade de rir na realidade.
A adorável, super natural Lindalva (Ana Karolina Lannes), a criança que em Ciranda de Pedra é tão encantadora. Esta menina é cativante! Não acham? Talento parece mesmo não se medir aos palmos J que cresça e se mantenha.
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Novidades:
Se em Sete Pecados, Cláudia Raia levou com uma bomba na «tromba» para sair e se preparar para assumir a Donatella, por motivos idênticos Juliana Pães vai desaparecer da trama de A Favorita. A jornalista Maíra será assassinada (dizem que por Donatella, embora actualmente, faria mais sentido se fosse o deputado a meter o pé na poça) para que a actriz possa ser a protagonista da próxima novela de Glória Perez. Que responsa!
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