Novidade

Este blogue mudou-se. Está agora no facebook. Um dia voltará a viver no blogger, numa casa nova e moderna. Até lá, boas novelas!
Para TODOS os fãs de telenovelas Brasileiras e Portuguesas espalhados pelo mundo.
Portuguese blog about Brasilian/Portuguese tv soaps for fans all over the world.

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domingo, 6 de julho de 2008

(in) Decisões SIC

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Este Domingo a SIC vai retransmitir um compacto com as cenas finais de "Duas Caras". Mas, qual é o critério da estação de televisão? Não fez o mesmo com o final de "Desejo Proibido", novela também de Prime-time. Nem o tem feito com outras, cujo final desejei ver repetido por perder a única vez que foi para o ar. Mas lembro-me de o fazer sempre, com novelas que não acompanhei, como é o caso de Duas Caras, ou não gostei. É mesmo uma questão para tentar entender o critério. Intrigante!
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Outro critério a necessitar urgentemente de clarificação, diz respeito à disposição das novelas em Prime-time. Com o final de "Duas Caras", de três passamos a duas novelas em exibição. São elas Ciranda de Pedra e A Favorita.
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O horário de exibição de Ciranda de Pedra era de segunda-feira a sábado, por volta das 22.30h. Mas com os últimos capítulos de Duas Caras, esta andou a saltitar de horário dia sim, dia sim, entre a meia noite e as 21.15 horas!
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E qual antece qual?
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Não se percebe. Ora dão uma primeiro, ora outra. Convenhamos: não há lógica alguma. E sem lógica, também não à respeito pelo espectador.
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Ontem, sábado dia 6, a novela que goi para o ar quase à meia-noite não foi Ciranda de Pedra. Foi a Favorita.
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Caros senhores da SIC: afinal, em que ficamos?
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Que novela dá aos sábados?
Porque duas novelas em Prime-time?
E já que temos duas, qual a primeira a ser exibida e quais os horários?
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Definem-se!

NovelasparaRecordar

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sábado, 5 de julho de 2008

Quem quer Pantanal?

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Olá a todos.

Abro este post exclusivamente para mostrar a vocês os contactos que recebo sobre a novela Pantanal. Portanto, se mesmo com todos os recados espalhados pelo blog, ainda não sabe ao certo a resposta a algo, centre-se aqui.

E, por curiosidade, leia o que outras pessoas pensam ou querem da novela. Assim, este blog aumenta a possibilidade de interajuda.

Aproveitem.
Novelaspararecordar

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sexta-feira, 4 de julho de 2008

MINI-Bio: Glauce Graieb

Quem, como eu, se recorda da interpretação de Glauce Graieb em Fascinação sabe que fez uma deliciosa vilã. A sua participação na trama de Ciranda de Pedra quase passa despercebida.
Ela é Madame Lenah, a dona da loja de vestidos de onde Elzinha é demitida. A menos que a história mude, por enquanto a sua personagem tem muito pouco desenvolvimento ou importância para a trama. Perde-se aqui uma boa Frau Herta. Talvez não desse para ser devido à idade mas, verdade seja dita, cada vez isso é mais irrelevante. Plástica por plástica, andam todos de cara puxada e repuxada, reluzente e sem traços de expressão. Qualquer um pode pegar qualquer papel, vai dar ao mesmo. Varia o talento – cada vez mais desafiado pelas agressões das plásticas.

Glauce nunca foi artista de topo ou exclusividade da Globo, mas anda nestas lides há bastante tempo. Ela trabalhou em quase todas as emissoras de televisão. Desde a extinta Tv-Tupi, à Tv Excelsior, onde se estreou em tv. Trabalhou na rede Record, no SBT onde fez a maravilhosa Melânia e na Tv Globo Ciranda de Pedra é o seu quarto trabalho.

Ela é a irmã mais velha da também actriz (e talentosa) Nívea Maria.

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sábado, 28 de junho de 2008

E daí, Gal Costa?

Desta feita o novelas para recordar decide criar um post para homenagear o lado acústico das novelas. Começando por Gal Costa.
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Passei a semana inteira com uma das suas músicas na cabeça. “E daí”, que faz parte da banda sonora da novela Ciranda de Pedra. A voz doce e melodiosa de Gal parece produzir o mesmo efeito que a mítica Flauta de Hamelin. Ficamos agarrados.
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Gal ganhou reconhecimento em Portugal graças (também) à grande projecção que as novelas brasileiras têm. Foi sua a voz que primeiro encantou os portugueses com “Modinha para Gabriela
”. Depois atingiu novamente o pico, com “Brasil”, o tema de abertura da novela Vale Tudo. Voltou ao romance com “Futuros Amantes” em História de Amor, e tem-nos brindado com regularidade com a sua voz nas novelas.


Quer saber tudo sobre Gal Costa? Consulte este link:

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quarta-feira, 25 de junho de 2008

Mais impressões

Ciranda de Pedra

Está a conquistar-me. Ainda vai no início mas estou a achá-la simpática. Ao contrário do que se pensa, esta novela não é um remake. Ela é uma nova visão da mesma história, ambientada nos anos 50, com base no livro mas também, na outra novela.

Apenas duas personagens, até agora, não me convencem: Frau Heta e a Prof. Margarida. Em relação a esta última, já disse que acho Cléo pouco expressiva. Ou melhor: algo no seu desempenho corporal contrasta com o pretendido, e soa a falso. Falta-me ver a actriz no papel de vilã. No de mocinha não convence ou alguma vez convenceu.

A Frau Heta de Ana Beatriz Nogueira não tem uma ponta de sotaque alemão. Nem sotaque, nem hábitos ou trajectos. Talvez a solução seja descobrir que nem alemã ela é. Nada nela nos faz saber a sua origem. Não fossem os outros chamá-la pelo nome que tem. Verifiquei que a actriz, que tanto quanto sei estava a trabalhar na rede Record, até pronunciou uma mesma frase comum ás personagens de Ciranda de Pedra e Essas Mulheres, com o mesmo timbre, trejeitos, postura e linguagem corporal. Não esperava uma Frau Heta nem sequer semelhante à de Norma Brum. Cada actor tem a sua maneira de ser e mostrar um personagem. Mas sinto falta de autenticidade. De algo que denuncie a sua origem alemã. Uma maldade mais marcada, uma ameaça que fique no ar com o peso de temor, algo assim. Esta Frau Heta de 1950 apenas me parece uma pessoa que quer ser má, mas não é. A sua interpretação não mete medo ou intimida.

Mas a trama ainda vai no início. Tem de se ver que direcção as personagens vão tomar no resto da história. Sabe-se que é suposto Laura morrer e aí a trama muda de rumo. Ana Paula Arósio é uma actriz que estou ansiosa por ver de vilã. Desde Terra Nostra, nas cenas em que Madame Janete conta a sua versão da história do parto colocando Giuliana de vilã e também nas cenas em que esta foi verbalmente agressiva com Paola e Mateu, que o olhar intenso da actriz promete uma vilã de meter medo. Talvez desse uma Frau Heta muito mais temida! Quem sabe por altura da 3ª versão da obra? :) Afinal, não são as mais bonitinhas aquelas que conquistam de loucura os homens.

Beleza Pura:
Norma é a vilã que não conseguimos odiar (ainda). Ela faz as suas traquinices com charme, inteligência e até simpatia. O que praticamente eclipsa o facto de ter sido ela a responsável pela sabotagem do helicóptero Carcará. Aliás, que nome curioso! Porquê Carcará? Sempre achei que era um nome pejorativo, pois acrescido de sanguinolento, era assim que Major Bentes e Demóstenes, da novela Fera Ferida, se referiam a Flamel (Edson Celulari) para o ofender. Porquê baptizar com tal cognome tal projecto?

Nesta novela, as interpretações que menos gosto de ver, são, sem dúvida, a do casal Eduardo e Débora. Não me convencem. Talvez não ajude que toda a situação que os dois vão viver seja previsível e até já vista antes. Mas são as fracas interpretações que, a meu ver (e até agora) não dão mais interesse às suas histórias. Afinal, quase tudo pelo menos uma vez já foi feito antes. A história entre os dois tem muito interesse em termos de desenvolvimento. Os dois a apaixonarem-se e a descobrirem as suas semelhanças pelas diferenças dos ex-conjugues, a afinidade que promete ser mais sólida que as relações anteriores que, afinal, estavam cheias de defeitos… só que, para mim, não sinto essa projecção nas interpretações. São banais. Perdoem-me os actores, com quem simpatizo, mas é a impressão que me dá.

Gosto de ver os “coadjuvantes” das personagens principais, a Suzy e o Raul. Ela então, é uma delícia. Com aquela voz tranquila, diz as maiores das barbaridades a nível de vaidades e preconceitos, com um jeito natural que quem a escuta, quase não percebe a conotação crítica e exigente que tem. É por este tipo que os homens caiem! As espertinhas.

Quando digo que Beleza Pura foge a certos clichés, falo, por exemplo, do facto de Norma ter denunciado a presença não autorizada de Guilherme nas ex-instalações de trabalho e este, ao invés de desconfiar dela apenas por um instante para logo de seguida se redimir em desculpas e arrependimento ou depositar uma cega na amizade dos dois, fica desconfiado e não muda de ideias. Outro exemplo é Joana descobrir na presença de Guilherme a sua culpa no acidente com o helicóptero e sair a correr, sendo seguida por este. Ao invés dela conseguir entrar no táxi e ele ficar a lamentar não a ter conseguido alcançar, como é cliché acontecer, Guilherme alcança-a e os dois, voltam a fugir ao cliché ao não se separarem após a troca de mais umas palavras intepestivas. Ao invés, ele a leva no carro e os dois conversam de seguida, no apartamento. São situações que, muito facilmente podiam cair nestes clichés, mas Beleza Pura parece se esquivar deles. Ainda bem.

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