Novidade

Este blogue mudou-se. Está agora no facebook. Um dia voltará a viver no blogger, numa casa nova e moderna. Até lá, boas novelas!
Para TODOS os fãs de telenovelas Brasileiras e Portuguesas espalhados pelo mundo.
Portuguese blog about Brasilian/Portuguese tv soaps for fans all over the world.

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domingo, 9 de março de 2008

Revisitar o Quinto

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Nova Moda?


A SIC colocou um novo símbolo fixo no ecrã durante a exibição de uma das novelas da tv Globo. O logótipo dessa novela! Vejam só a redundância: temos o aviso do que está no ar, aqui na imagem no canto esquerdo ao centro (3). Mas caso o espectador mesmo assim não saiba o que vê, no canto superior direito (2) lá está o novo elemento poluente: o logótipo da novela em exibição.

Costumo tapar os símbolos dos canais com o logótipo dos programas quando se tratam de vídeos-amostra para colocar no Youtube e sites semelhantes de partilha. Com esta "nova" moda, pouco original, num tarda nada, o ecrã da televisão vai ser como os vidros das janelas dos anos 80: autocolantes por todo o lado!

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sexta-feira, 7 de março de 2008

EM EXIBIÇÃO 03

Actualizações esporádicas das novelas em exibição em Portugal

Desde a última actualização, Terra Nostra sofreu mais uma mudança na trama. Mateu sai da fazenda e vai viver com Juliana. As razões para a personagem tomar esta atitude neste instante não me convenceram. Se era para abandonar a esposa e o filho, que o tivesse feito antes de ver o bebé e se afeiçoar a este. Mas fê-lo agora, numa altura em que Rosana, a esposa, não lhe estava a infernizar a vida e meses depois de saber que tinham mentido a Juliana a respeito do filho deles os dois. Se Mateu tivesse abandonado tudo no instante em que soube que a sua amada estava a ser enganada, compreendia. Mas neste momento da trama, após sentir um filho nos braços e não viver problemas de maior, a saída de Mateu da fazenda não convence. Ainda mais por o reencontro com Juliana não ter sido tão arrebatador como podia prometer. No ar fica a sensação que a união será de pouca dura. Além disso, Juliana está novamente grávida e de Marco António. Nem mesmo o amor de Mateu seria suficiente para esse choque. Terra Nostra vinha a irritar-me nas últimas semanas pelo excesso de cenas supérfluas. São bonitas, pois claro, mas quantas vezes é preciso ver os emigrantes a acordar para a lavoura? Mas nem são estas as cenas a que me referia. Refiro-me ás entradas e saídas das casas, aos passos pelos corredores, pelas divisões, pelo espaço, que nenhuma personagem dá, sem que a câmera vá atrás. Só não as seguem para a casa-de-banho quando têm de fazer as suas necessidades! São quase 20 cenas por episódio a ver o pátio e átrio da casa de Guamercino a ser atravessado, para lá, depois para cá. O mesmo se passa na casa dos Maleano. O coche vem da rua, as personagens passam pelo portão, atravessam o jardim, depois chegam à entrada e a trama se estende assim, só com as personagens a andar de um lado para o outro, em pátios, jardins e corredores. Outro exemplo de cenas excessivas é as de comboio. Quando uma personagem vai a algum lado, não só tem que atravessar os pátios, átrios e jardins mais uma vez, como tem de ir para lá de comboio e depois para cá de comboio. Sem diálogo, sempre a ir e vir, e assim se preenchem vários minutos de história.
No Brasil a reexibição desta novela foi um fracasso. A TV Globo viu-se forçada a compactar as cenas, chegando a colocar 9 capítulos em um. Convenhamos que há novelas que não se prestam a isso mas decerto, esta não é uma delas.

DESEJO PROIBIDO
O mistério em torno do segredo de Viriato depressa foi desvendado. Em parte, porque o autor levanta sempre o véu, mas só deixa a descoberto parte dos mistérios… ao que parece, o prefeito Viriato é pai de um menino com trissomia 21, que esconde num local longínquo e isolado. Mas não por vergonha, porque ele parece adorar mais aquele filho que as filhas juntas. Se ele é o pai, quem é a mãe? Ora, a Cândida é a candidata mais provável. Os dois eram amantes e quiçá estava ali o resultado. Não dá para perceber que idade tem o rapaz mas sendo muito novo, não se pode exagerar atribuindo a Cândida uma proeza que a idade já não lhe permite. Contudo, acredito que existe no seu percurso de vida, uma história semelhante. Quando Henrique sofre o acidente, ela vai à gruta e, ao receber consolo nos braços de Viriato, pergunta porque não lhe deixam ter um rapaz normal, dando a entender que no seu passado existe uma história de deficiência com descendentes. Será que André, o filho de Viriato, é mesmo filho de Cândida mas esta desconhece que sobreviveu? Mistééérios…. Que o autor vai desvendando e mantendo.
O colchão de Nezinho foi a vítima do episódio de hoje. A sua própria mula começou a comer a palha do interior, colocando assim as suas economias em risco. Um religioso vem pedir o colchão velho para dormir na gruta e ao que tudo indica, as suas preces por dinheiro vão ser ouvidas! Não vai cair dinheiro do céu, mas do colchão! E Nezinho? Será que a trama já chegou ao momento em que o actor faleceu? Será que este vai desaparecer de Passaperto atrás do seu dinheiro ou morre de desespero? Como irá a personagem sair do ar, agora que o actor foi actuar para outras bandas?

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sábado, 1 de março de 2008

Quinto: afinal, quem diz mal?

Afinal, Quem diz mal?


Tanto tempo passou mas continua controverso, o diz-que-disse sobre a série o Quinto dos Infernos. Afinal, quem diz mal? Se o povo de lá gosta e o povo de cá também, a série desgostou a quem?


Uma coisa é certa: antes de estrear em Portugal, a série foi ganhando contornos de escândalo e o seu fracasso foi gradualmente divulgado e reforçado. Foi com muito receio que, finalmente, a Sic colocou a série no ar. É portanto certo dizer, que antes da sua estreia por aqui, a série já tinha como “herança” a crítica depreciativa. Sobe esse jugo fez a sua estreia e creio que não foi recebida com a hostilidade esperada. Já o disse: o português riu. Gostou da comédia.


Historiadores. Tanto Brasileiros como Portugueses. Parece terem sido estes a gerar a onda de protestos. E fizeram muito bem. Já o disse: se fosse historiadora também não ia gostar, Aliás, ia ficar em cólera.

Mas tenho cá para mim que não foram os únicos. Creio que a própria comunidade artística brasileira caiu em cima. Se existiu sabotagem, isso não me causaria espanto.

Porém, estão a levar o assunto demasiado a sério. Volto a repetir: em ficção tudo é mentira. De real só se aproveitam os nomes. Se fosse historiadora, viveria em sofrimento com a televisão e o cinema, de tantas mentiras que impingem ao público. Não esperem rigor histórico da ficção. Mas distorção.

A televisão é um produto para o povo, essa “massa” incógnita de muitos. O povo não é culto em todas as matérias. Suponho até que, a sua própria história é aquela que desconhece melhor. Este desconhecimento facilita o riso mas também facilita o perigo das interpretações lineares.

Então, de vez em vez, as vozes mais entendidas nos assuntos unem-se em protesto. E fazem bem. Mas é uma luta inglória, pois nunca ninguém conseguiu colocar “nos eixos” a ficção.

Exemplos disso são os filmes de Hollywood. Fascinam-nos há décadas com os seus retratos de figuras históricas. Histórias como: “Sissi, a princesa da Aústria”, “Anastácia” e “Ana e o Rei” resultaram em filmes lindos, mas mentem. Porque é assim que funciona a ficção.

Cabe ao espectador criar consciência desta realidade. Até mesmo por uma questão de defesa pessoal. Para não ser mais um que se deixa manipular. Porque muitas vezes é a ficção que nos apresenta em primeiro lugar realidades que desconhecíamos ou influencia o que mal se conhecia. E no caso das novelas, são meses e meses de injecções diárias.

As histórias servem mais para nos distrair, que para nos formar. É assim que funciona. E é por isso que gostei do “Quinto dos Infernos”. Ri muito com a comédia caricata. Apreciei o talento dos artistas. A parte verdadeira da história? Nem prestei atenção. Havia uma? É comédia escancarada.

Mas pode ser perigoso, não o saber…




PS: próximo tópico: Revisitar o Quinto.

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terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

O Pack dos QUINTOS

A moda da venda de séries televisivas em DVD tinha começado (já não era sem tempo) mas nunca tinha visto uma novela ou série brasileira à venda em Portugal. Por isso comprei “O Quinto dos Infernos”.

Penso que em Portugal a série teve uma recepção agradável mas no Brasil (já começa a ser mais regra que excepção) foi um fracasso. Alvo de muitas críticas, entre as quais o excesso de erotismo, foi apelidada de “porno-chanchada”.

Demorou a estrear por aqui. A estação de televisão receava obter os mesmos resultados de fracasso e alguns temiam que os portugueses se sentissem muito ofendidos com a forma como a família real portuguesa é retratada. Mas não. A maioria dos portugueses riu.

Atirada para um horário bem tardio, lá para a madrugada inclusive, a série conseguiu ser acompanhada por muitos, neste horário que tem sempre audiência. Lembro de ler, na altura em revistas de Tv, comentários de pessoas que escreviam a dizer que gostavam da série. Portanto, quando alguém se dá ao trabalho de escrever para uma publicação, algum bom acolhimento o produto deve estar a receber. Somos um país pequeno. A amostra é pequena.

Depois de a comprar, fui ver como era. Fiquei ligeiramente desapontada. A imagem parecia ter menor qualidade que a gravada da televisão. Comprei o pack julgando tratar-se da série completa, embora a dimensão não parecesse corresponder aos conhecidos números de episódios. Anotado na capa estava 16h51 min de duração total o que pareceu pouco. Quando a fui ver percebi tratar-se mesmo de um compacto. O primeiro corte é percebido quando ocorre a meio de uma palavra não terminada. Mesmo não tendo acompanhado o “Quinto” com regularidade, senti falta de algumas cenas.


Fui agora rever um pouco o início deste compacto do “Quinto dos Infernos”, o que me trouxe à lembrança as impressões com que fiquei das interpretações e vim partilhá-las.

Logo no início vejo o papel interpretado por Paulo Gorgulho e é um daqueles actores que “não faz de conta” que é: ele representa mesmo! Aquela sua personagem é uma encarnação. Dá gosto ver.

Muitas outras estão igualmente bem. São muitas e boas, em bons papéis, em personagens que são um desafio. Grandes estrelas abraçaram esta série, arriscando desagradar a crítica mais púdica. E ainda bem. Um actor dificilmente consegue abraçar a profissão se fôr de pudores.

Na altura não gostei muito de ver a Danielle Winnits. Não que ela estivesse por aí mal mas não achei que a sua fisionomia, de corpo produzido, seios obviamente de silicone e cabelo pintado, fosse a de uma “virgem e inocente” como mandava a personagem. Mas é comédia!

O lançamento da série em Portugal foi uma forma encontrada de suavizar o prejuízo. Não se pouparam esforços nos cenários, na quantidade de personagens e figurinistas, nem no guarda-roupa. Como vem escrito nas costas do pack “quase 50 cenários diferentes (…) mais de 100 profissionais”. A despesa foi grande, e o Brasil não deu retorno. Comprei a série e não me arrependo.


Leia artigos com detalhes sobre a série:
http://minisseriebrasileira.zip.net/ - crítica histórica e de linguagem
http://www.ivox.com.br/opiniao/?id=78427 - outras opiniões
http://br.youtube.com/watch?v=7MnDeqpLkJQ - chamada da novela



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segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

Acaba 7 Pecados



Últimos capítulos da novela Sete Pecados. Vai pecar? Talvez só um bocadinho....

http://br.youtube.com/watch?v=jnJrO3vTXOU
http://br.youtube.com/watch?v=D2N6wJydKFM
http://br.youtube.com/watch?v=XNzccnF0XZg
http://br.youtube.com/watch?v=8NxgJfw1u4o
http://br.youtube.com/watch?v=lMmn3UgU80o
http://br.youtube.com/watch?v=LQHQQtFSMBk
http://br.youtube.com/watch?v=7Cgmr2o28Pg
http://br.youtube.com/watch?v=dDf0R_CRrcE

NOTA:
Pelo que tenho visto até agora vou eleger os seguintes actores como aqueles que tiveram na trama momentos em que interpretaram as suas personagens de tal forma, que ficou na perfeição. O chamado "roubar a cena". São eles: Reynaldo Giannechini (Dante), Malu Valle (Palma, tia de Elvira) e Odilon Wagner (Anselmo, o careca peruca dependente).

E você? Quem nomeia?

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