Novidade

Este blogue mudou-se. Está agora no facebook. Um dia voltará a viver no blogger, numa casa nova e moderna. Até lá, boas novelas!
Para TODOS os fãs de telenovelas Brasileiras e Portuguesas espalhados pelo mundo.
Portuguese blog about Brasilian/Portuguese tv soaps for fans all over the world.

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sábado, 5 de janeiro de 2008

Alinne Moraes - visual

Na novela Duas Caras a actriz Alinne Morais surge surpreendentemente bela. Nem a reconheci. Tenho de confessar que das últimas vezes que a vi comecei a achá-la feia em certos ângulos. Por isso ainda maior foi a surpresa, quando o cabelo escuro e a franja lhe eliminaram os maus ângulos! E vocês? Qual o visual desta actriz acham que lhe assenta melhor?


Foto A : CABELOS LISOS

1- claro

2- escuro

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Foto B : CABELOS ONDULADOS


1- claro


2- escuro


Foto C : FRANJA



1- assim claro


2- escuro como na novela



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Foto D : CABELOS CURTOS


1- ondulados

2- completamente lisos

3- louro platinado encaracolado

4- negros como a asa de um corvo e lisos como seda



Votem! Escolha a foto A, B, C, ou D e o respectivo número. Tive muita dificuldade em achar imagens da atriz na internet, mas espero que o que encontrei e montei vos divirta!

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sexta-feira, 4 de janeiro de 2008

Novelas Brasileiras – Brazilian tv Soaps: the message/a mensagem



Vou entrar numa discussão antiga sobre a telenovela do Brasil. Uns dizem que espelha a realidade. Outros dizem que não. E você?

Fiz um reconhecimento de opiniões através de depoimentos deixados na Internet. Parece-me que a maioria das opiniões divergem, conforme a nacionalidade. O brasileiro diz que as novelas são más, porque mostram uma imagem de “violência, crime e sexo” para os países onde são exportadas. Um não brasileiro diz que esse não é o ponto falso das novelas. A falsidade está no excesso de pessoas muito ricas e bem de vida, que se reflecte um pouco até no pobre, que aparece sempre bem maquilhado e penteado e mora numa casa luxuosa, mesmo se localizada numa favela.

Afinal, que mensagens passa a novela brasileira de mais falso? A violência e a criminalidade, ou o glamour e o luxo?

English Version:
This is an old discussion I bring back to the table. Are brazilian tv soaps true with life reality or not by far? What do you think?

I’ve made a fast recollection of opinions already published on the internet and came to the conclusion that the majority of the opinions change very according to nationality. It seems a brazilian person most commonly says their tv soaps aren’t true to reality, because they show to other countries to much violence, crime and sex. Not Brazilian people say that the biggest lie in their tv soaps are the shown luxury and wealth. Even the extremely poor living in “favelas” have a large and well design space to live in and go around dressing well and looking better.

So, what is it? What’s the fakest message a brasilian soap generates? Violence and crime or glamour and luxury?

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DESEJO versus PECADO


Para quem já conhece estas novelas, quero saber qual devo acompanhar. Ambas estreiam em Portugal na próxima segunda-feira, no horário da tarde. Só posso gravar uma. Qual a melhor?




Sete pecados recebe mais pontos pela divulgação. Desejo proibido tá fraquinha na chamada. Mas para quem acompanha as tramas, qual das duas a melhor? Ou não vale a pena ver nenhuma?

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quarta-feira, 2 de janeiro de 2008

SUGESTõES & OPINIõES

Hello!
Por portas e travessas já solicitei a colaboração dos que visitam este blogue. Quero que dêm uma opinião, que comentem os textos, que digam de vossa justiça e até criei um tópico para fazerem pedidos.
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Pois este é criado apenas para receber FEED-BACK. Sugestões e Opiniões. É tudo o que quero.
Por isso, soprem! So, blow!
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English:
I´ve appeal to your contribution to this blog so many times and in so many ways that now I open this "Sugestion and Opinion" topic, so I can lissen abou you, the READER. So, what do you expect? Blow!

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quarta-feira, 26 de dezembro de 2007

GUERRA DOS SEXOS/War of the Sexes

Esta foi uma novela que me marcou, a bem e a mal. Mas águas passadas, voltei a “encontrar” Guerra dos Sexos por acaso, ao encontrar numa velhinha cassete Beta umas cenas finais da novela. Foi então que as lembranças vieram à memória.

Acho que preciso realçar o quanto esta novela foi inovadora. Trouxe uma dinâmica na direcção, com as personagens a interagir com a audiência e a expressar os seus pensamentos olhando directamente para a câmera. Fizeram-se brincadeiras com a imagem gravada e recorreu-se à inserção de melodias famosas para contextualizar determinados momentos. (ex: E Tudo o Vento Levou). O humor físico e o romance cómico foram largamente explorados numa novela que se assumiu uma comédia escancarada. Mas ao rever estas imagens, o que me saltou aos olhos e o que realmente apreciei foi: Guerra dos Sexos não seguiu as regras padrão dos finais felizes.

O mocinho jovem não fica com a mocinha linda que era a Juliana de Maitê Proença. Não. O “macaco barbudo”, alcunha que Nando (Mário Gomes) recebe do seu rival Filipe (Tarcísio Meira), descobre estar apaixonado por outra mulher. Menos jovem, mais madura e experiente. No entanto, a bela Maitê não fica a chorar lágrimas amarguradas nem tão pouco surge do nada um príncipe encantado só para a mocinha deixar de sofrer por falta de amor.
Guerra dos Sexos inovou porque emancipou a heroína. Juliana junta-se a Vânia (Maria Zilda), uma mulher independente e partem num cruzeiro, onde se adivinham imensas aventuras e nenhum compromisso.

Esta mudança no habitual desfecho guardado para as heroínas de novelas está mais próxima da realidade e menos da fantasia a que nos acostumámos. E como facilmente nos deixamos levar por elas, só faz é bem que a ficção nos mostre outros desfechos. É claro que pelo meio desta lufada de ar fresco, continuam as peripécias que todos gostam de ver. A guerra de comida e as tortas arremessadas ao rosto, a troca de alfinetadas sagazes entre os sexos que tanto se atraem como se repelem. Mas o que realmente foi inovador para a época, foi deixar a mocinha bonita da novela livre de amores!
PS: Quando esta novela foi re-exibida pela Sic em 1997, alguém a gravou na íntegra e disponibilizou inumeras imagens no you tube. Encontrei também um site que permite o download da novela, do primeiro ao último capítudo!

English Version:
This was a turning epiphany tv soap to me. I found “War of the Sexes” again, trough some final scenes I’ve found in an old beta tape. Re seen those brought memories back to surface.

I need to enhance how innovated this tv soap was back in its days. It brought a new direction aesthetic, with characters looking directly to the camera, sharing their thoughts with the audience, lots of movement, romantic comedy and physical acting. It was a breath of fresh air but, its main contribution, in my view was not to follow the standard “happy end” rules.

This is the example: the young and beautiful Juliana (Maitê Proença) doesn’t stay with the also young and beautiful Nando (Mário Gomes). Instead, she, who is hopping for him to go to her, stays alone. But she doesn’t cry out of hurt not even a good looking young and rich prince arrives from no were and falls in love with her. No! Juliana and her friend Vânia (Maria Zilda) go in a cruise with a hint of adventures and no compromises. Just fun living!

Having watched this again it became clear to me that what I enjoy more about this tv soap now, is this different approach to romantic endings. A little more of truth to it, although the fantasy remains, in the physical comedy, the playing with the recording images, the use of famous sound tracks to over emphasise the meaning of a message (for example: Gone with the Wind), the face pie throwing, food fights etc.
When this soap was re-exibid in Portugal, someone tape it all. It´s now possible to find inumerous scenes on you tube. I´ve also find a site that alows the complete download of every episode, chapter by chapter!
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The complete sound track here: Faça o download complecto da banda sonora aqui:

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sexta-feira, 21 de dezembro de 2007

POSSO USAR AURICULAR?


A única coisa no universo das novelas que permanece uma espécie de mistério para mim é a memorização de páginas de diálogo.
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Reflictam um pouco nisto: o actor com um papel de destaque, tem de memorizar falas todos os dias. Algumas cenas são longas e intensas. Está certo: em televisão é possível uma pessoa retomar do ponto onde se enganou e repetir novamente, as vezes que quiser. Mas será assim que se faz televisão?
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Uma vez tive oportunidade de ouvir um comentário meio disfarçado, já dado de costas e num tom recriminatório, que é tudo através do auricular.
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Ora que boa invenção! O auricular é o auxílio electrónico que faz em televisão, as vezes do “ponto” que existe (ia?) no teatro. É a “muleta” televisiva através da qual o actor recebe as deixas.
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Marlon Brando não decorava uma só frase. Quando soube disto em criança, achei de uma arrogância e uma mania de superioridade que não me agradou. Ora, porquê não decorava ele como os outros? Espalhavam-se cartazes com letras enormes para ele ir lendo por todo o cenário: deste o abajur para onde olha parecendo estar num momento de reflexão, até ao tecto, ás mãos, a um desgraçado qualquer que tinha de andar atrás dele com cartazes. Afinal, a maioria dos famosos olhares de Brando eram na realidade, espreitadelas para as cábulas.
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Miguel Fallabela e sua turpe fez as delicias da plateia televisiva e do teatro com a sitcom "Sai de Baixo", onde era frequente ver o actor esquecer-se do que tinha de dizer ou fazer, o que causava ainda mais momentos de diversão. Ouvia-se, ás vezes, o próprio a pedir a deixa ou a mesma a lhe ser facultada.
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Então, se as interpretações beneficiam de ajuda externa, no teatro, no cinema e na televisão, porquê o tom recriminatório ao uso de auricular? Parecem insinuar que não são verdadeiros actores os que actuam com as palavras ditadas ao ouvido.
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Não me incomoda nada ou faz diferença se souber que aquela grande cena de Regina Duarte e de Lília Cabral foi feita com a ajuda do aparelho. Continuam a ser excelentes representações. Não me parece que o aparelho ensine a representar.
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E se uma pessoa sabe representar mas não memoriza bem? Ou perde o jeito ou fica exausta? Ou mesmo, é só preguiçosa e não está para isso? Usar auricular requer perícia. Todos os dias vemos isso. Com os pivots do telejornal quando dão as notícias, com os apresentadores de programas que recebem indicações da régie, e até mesmo em momentos bruscos em que se percebe um fim precipitado pela “voz” desse “grilo tecnológico”.
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Então… vá lá. Sejam meiguinhos! Tentem não ter preconceitos. Afinal, se não viesse a irritar o seu ego de estrela e a lhe fazer cócegas no ouvido, Marlon Brando também o usaria. Acho que apenas não o fez por não o ter disponível.
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ENGLISH TRANSLATION:
The only thing about making tv soap operas that amazes me, is how actors do it to memorise dialog.
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Think about it: an actor with a major role has to memorise many pages every day. Ok. In television it’s possible to a person to make a series of mistakes and pick up upon them. But is that the way they do it?
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One time I had the opportunity to listen to an actress that said that a major television star made everything with the help of an ear devise. She said it with depreciation.
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What a great invention! An electronic ear plug! It makes the turns of the theatre line giver, who used to be in a little box on floor level in the center of the stage following the play’s words in the text form so he/she could provide the words if the actor/actress forgot them.
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Marlon Brando didn’t memorize a single word. When I knew it, has a child, I felt he had to be arrogant and with an auto-sense of superiority, because he didn’t want to do it has all others. It didn’t please me. Line cards were put everywhere for him to read. In the light chandeliers, on his hands, on billboard-size cardboard signs that some poor guy had to carry around has the actor moved. After all, that famous way his eyes used to express themselves were indeed his moments of looking for the words.
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Miguel Fallabela and the rest of the cast to the sitcom “Sai de Baixo” used to provide serious laughs to tv and theatre audience, when the actor forgotten his words or where he was suppose to do or be. It was common for the audience to listen to the lines being given to him.
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So, if the interpretation benefits from exterior help in theatre, cinema and television, why a certain tone of recrimination given to the ear plug? It seems to be implied that those who use it are not real actors from doing it.
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It doesn’t disturb me to know that Regina Duarte or Lilia Cabral did that great major scene with the electronic help of the little ear cricket. It’s still great performance and the device doesn’t teach them how to act.
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And what about if a person knows how to act but is not a good memorizer? Or if the person looses that ability or is just lazy? To use a electronic ear plug requires acquired practice. We see it every day on the news, or in programming presentation. The presence of the electronic ear cricket is very conscience to television audience.
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So, don’t be mean! Be free of prejudices. After all, if Marlon Brando’s sensitivity would not be hurt and the equipment would not disturb his ego or scratch his ear, he would certainly used one, only there were any to use around on is time!

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