Novidade

Este blogue mudou-se. Está agora no facebook. Um dia voltará a viver no blogger, numa casa nova e moderna. Até lá, boas novelas!
Para TODOS os fãs de telenovelas Brasileiras e Portuguesas espalhados pelo mundo.
Portuguese blog about Brasilian/Portuguese tv soaps for fans all over the world.

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domingo, 4 de novembro de 2007

INTERCÂMBIO - Tópico para o Leitor

Caros leitores,
conforme vem explicado ao lado, lanço um tópico para que sejam colocadas questões relaccionadas com tudo o que diga respeito a telenovelas que marcaram a nossa vida. Com isso espero encontrar questões do tipo "tem imagens da novela X?", "sabe quem interpretou o papel Y?", "qual a música de H?" - entre tantas outras questões relaccionadas que podem surgir.

Por isso já sabe. Aqui tem a oportunidade de vir a encontrar algo que procura e que talvez exista para partilhar. O tópico será sempre este do mês de Novembro. Você só tem de estar atento e arriscar. Ficarei a aguardar. Aproveite.


English Version:
Dear readers, as you can see being explained on the side, this topic is for you. The objective is to provide an interchange of information. For example: if you’re searching for something related with Tv soaps, meaning with this, a certain brazilian soap, or the name of an actor or some music, here is were you can post it. And who knows? Maybe what you’re looking for is something I got! Enjoy it.

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VIRA-LATA Vira-Sucesso


Já aqui falei desta novela. Vira-Lata, escrita por Carlos Lombardi a seguir a “Quatro por Quatro”. Foi para o ar em Portugal e no Brasil no ano de 1996. Mas um fenómeno diferente ocorreu nos dois países. No de origem, um fracasso, no “irmão” um sucesso. O mesmo produto, recepções diferentes. O que realmente contribuiu para a disparidade?

Neste Blogue gostava de ouvir a opinião de terceiros. Por isso invoco a vossa contribuição. Quero saber onde a viram e o que acharam. Em que condições a novela foi para o ar, que possam ter contribuído para a forma como foi recebida? Escrevam e contem, pois tenho curiosidade. Percebo que existem fãs da mesma que ocasionalmente, aqui e ali, procuram rever algumas cenas.

Já expliquei que em Portugal a novela sofreu três mudanças de horário, sendo que as últimas serviram já para conduzir a audiência que estava a receber para o horário em que a necessitavam. Mas ainda não disse que só comecei a acompanhar esta novela quando mudou para o horário do almoço, já a uns capítulos avançados. O que não é meu hábito. Vi os primeiros, que passaram, se não estou em erro, num horário nocturno de fim-de-semana, e não gostei. Existiu uma sequência de helicóptero envolvendo a personagem “Lenin” que foi absurda: num momento estava pendurado neste, no outro caminhava em solo firme. Também existiu uma certa imperceptibilidade de diálogo, rápido e muito expressivo, que perturbou o acompanhamento. Tudo isto fez-me desligar de Vira-Lata. Até um dia ter chegado a casa para almoçar, ter ligado a TV e não ter conseguido deixar de a ver.

Então, é o horário o factor mais importante? Existiu alguma alteração de texto ou direcção nesses poucos capítulos de avanço? O que aconteceu no Brasil? Que faixa etária de público mais agradou?

Respondam dando as suas impressões pois é uma questão interessante.

PS: No entanto me apetece referir que, mais agora do que quando estava envolvida a assistir a história, me parece existir pouco à-vontade entre os actores Marcelo Novaes e Carolina Dieckman, o par mais romântico da história. Principalmente da parte dela, ainda muito crua como actriz e com falas por vezes imperceptíveis, denoto um certo pouco à-vontade com cenas íntimas ou nas que surge em lingerie ou embrulhada numa toalha http://br.youtube.com/watch?v=DzGXMtWOVs0. Fiquei até com a impressão que se dependesse da vontade de outros, a heroína apareceria mais despida. Talvez o impedimento maior, além da falta de vontade, fosse a idade. Penso que Carolina atingiu a maioridade a meio das gravações da novela. Ainda assim, passando-se a novela na praia, seria naturalíssimo ver a personagem em fato-de-banho! E para estar vestido adequadamente na praia não é preciso ser-se maior de idade.

English Version:
I’ve already spoke about the soap “Vira Lata”. Written by Carlos Lombardi after “Quatro por Quatro”, it went on air both in Portugal and in Brasil in 1996. But different phenomena occurred. It was a success in the recipient country and a failure in the country from origin. What happen?

I’ve already explained the soap suffered three schedule changes in Portugal, but haven’t said I didn’t enjoy it the first time I saw it. I believe, if I’m not mistaken, it first went on air on weekend’s nights. The first episode showed a confuse non-sense sequence with the character “Lenin” hugging from a chopper and immediately after running inside a building or something. It killed my interest. I’ve only started to watch this soap one day, after arriving home to make myself lunch and switched on the television. I got hook.

In this Blog I’m interested in hearing about other people experiences. What is your opinion about this soap? Is schedule that important? How was Vira Lata received in Brasil? What do fans think about it? About what age were they in?

Please leave your opinion here.

PS: about this soap I still feel the need to refer that I find that the couple of actors who interpreted Deu and Renata, the most romantic pair of the story, were not very in tune with each other. Specially her, who was still very raw in acting skills. It seems to me that she is uncomfortable with intimate scenes and the ones in witch she as to be in less clothes. ( Humm… a beach oriented soap that never showed this character in a biquini….). Maybe she was not still at age, maybe… or not. Although I believe that if it depended on other people’s will, this main character would have showed herself less uptide and more within the soap spirit.

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sábado, 3 de novembro de 2007

Por Amor - novela



Há novelas que melhoram com a idade. É o caso de "Por Amor".

Estive a rever dois episódios riquíssimos em tramas e pude percebê-lo. Isso se deve não só à novela mas como ao receptor. Nós também envelhecemos, colectamos mais experiências e então interpretamos as mensagens da história através da sensibilidade de um maior número de nervos sensitivos.

Quando "Por Amor" foi para o ar "Milena" era a personagem que mais atraia as jovens da minha geração, sendo que muitas se inspiravam nela para viver as suas relações amorosas. Pessoalmente não cheguei a esse ponto. Até porque a beleza de "Por Amor" é ser rica em todas as histórias de todas as personagens. Em comum com "Milena" só tive um pouco da sua situação familiar - decerto a parte não invejável por entre aqueles que admiravam a personagem e copiavam o seu estilo de "moleca" adulta. Esta característica rica da novela é o que lhe faculta uma áurea itemporal. Em "Por Amor" são explorados temas de uma variedade surpreendente. Isto permite a qualquer indivíduo se identificar com vários pontos da trama, por já ter passado, estar a passar ou poder vir a passar por situações idênticas ou semelhantes. Eis alguns dos assuntos explorados:

1) A família Dupla - nas figuras de Sirléia, Catarina e Nestor
(veja em:
http://br.youtube.com/watch?v=2xebPwM0_dc)
2) Abuso Psicológico a filhos - nas figuras de Branca, Milena, Leonardo e Marcelo
3) As Amantes - na figura de Isabel e Sílvia
4) O homossexualismo no casamento - nas figuras de Virgínia e Rafael
5) O amor Doentio - Na figura de Laura
(ver em:
http://br.youtube.com/watch?v=ApIT_iNJG90)
6) Amor Maternal - em Helena
(veja em:
http://br.youtube.com/watch?v=AdnZdPtL3Pk)
7) Atração pelo marido de amiga - em Flávia
8) Imaturidade no Casamento - em Marcelo e Eduarda
(ver em:
http://br.youtube.com/watch?v=R-Kg4D9op4E)

Considero todos estes tópicos interessantes para serem debatidos. O modo como o autor nos apresenta estes quotidianos é feito de uma forma tão natural que é mesmo necessário reflectir. Sirléia, por exemplo, a mulher que aceita a traição do marido por ter 50 anos, não trabalhar e para isso ter sido educada, necessita de ser "acordada" pela jovem filha, aqui interpretada de forma ainda muito crua por Carolina Dieckman. Até mesmo a mãe, D. Leonor, aconcelha-a a relevar, porque todo o homem trái. E assim o autor explora este tópico atravessando-o pelas gerações. É muito inteligente.

Laura é uma personagem toda especial. A vilã da história não passa de uma doente com uma obsessão: Marcelo. Ela anula-se, não tem auto-estima, só sabe funcionar naquele modo. Mas é um óptimo empecilho entre a relação de Eduarda com o marido. Por sua vez, este casal jovem e imaturo, consegue passar a mensagem do que é um casamento nesses parâmetros. A interpretação dos actores está bem conseguida, na medida em que, mesmo a brigar e no meio de um divórcio litigioso, ambos conseguem passar ao espectador a atracção mútua que sentem, dando assim esperanças que talvez dali a uns tempos os dois se acertem.
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Isabel e Sílvia são as amantes. Mas diferentes. Uma é independente e totalmente dedicada ao trabalho, sendo uma profissional bastante eficaz, que ás tantas se revolta com a sua condição de solteira mal amada, lutadora, trabalhadora mas pobre e decide viver as regalias de amante. Uma personagem interessante, bem interpretada por Cássia Kiss a quem o autor fornece diálogos fascinantes. A outra chegou a essa condição ainda menina, ao engravidar de um homem mais velho, casado e com filhos, acabando por aceitar com normalidade o que o destino lhe colocou na frente. Não lhe faz impressão dividir um homem com a esposa, nem saber que este almoça numa casa e janta noutra.
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Temos também a fascinante e assustadora história de Rafael e Virgínia. Formam o casal perfeito. Com demonstrações de afecto e carinho constantes, um casamento duradouro, filhos adolescentes, dinheiro e um negócio bem sucedido. Mas quando o marido decide se aposentar, Virgínia não vai tê-lo só para si, para viverem ambos a sonhada aposentadoria de luxo e conforto com que muitos sonham. Rafael esconde de si mesmo um segredo e é nessa altura da vida que o deixa sair do armário, ao conhecer e se entregar a um amor homossexual. A família vai sofrer muito com o desmoronar de tudo o que conheciam até então. Finalmente, o amor que Helena sente pela filha. Um amor protector e altruísta. Helena é mesmo o tipo de mãe que se põe diante de um camião para ser atropelada no lugar da filha. E assim sendo, quando esta sofre o trauma de perder o filho recém-nascido e ver as suas trompas laqueadas em consequência do parto complicado Helena, que está também a ter outro filho, opta por assumir a maternidade do nato-morto, colocando o irmão nos braços da irmã para ser criado como filho. Quando o casamento de Eduarda e Marcelo está a extinguir-se, a custódia da criança é muito disputada e Helena vai sofrer várias acusações e privações das quais não consegue se aliviar.

Ainda temos Flávia, melhor amiga de Helena que não consegue disfarçar a atracção que sente pelo marido desta, sendo que aproveita a oportunidade assim que os dois se separam. E finalmente surge Branca. A grande matriarca da família do núcleo nobre (pobre só empregada né?). Branca dita as leis em casa. Tem uma preferência óbvia pelo filho mais velho, Marcelo, a quem trata bem e mima incondicionalmente. De resto, trata mal o marido e os restantes dois filhos, Milena e Leonardo. Se faz de tudo para fazer a filha se sentir inútil, o mesmo faz com o filho e o marido. Aliás, tudo o que faz é semear a discórdia e o conflicto, minando a auto-estima de Leonardo com constantes observações de pura maldade e recusando os gestos afectuosos e carentes do filho. Milena já está numa fase mais evolutiva na sua relação com a mãe. Ela não procura mais o seu afecto nem aprovação. Só quer ser livre e feliz e é exactamente isso que a mãe não permite ao conspirar contra o seu namoro. Branca "mina" a relação entre os elementos da própria família, fazendo com que o pai se mostre também tendencioso em relação aos filhos e fazendo com que os próprios filhos sintam entre si uma diferença de valor. A maneira como Marcelo trata os irmãos revela isso mesmo.

"Por Amor" é uma novela recheada de histórias perturbadoras. Todas bem escritas, bem executadas e representadas, que se desenrolam num cenário requintado e de luxo, talvez para equilibrar com um pouco de glamour as tramas que se desenrolam na vida de todas estas personagens.
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Ora veja lá um pouco e delicie-se:




Faça o DOWNLOAD complecto da excelente Banda Sonora desta novela em:
http://rapidshare.com/files/15577787/Por_Amor_Nacional.rar

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sexta-feira, 2 de novembro de 2007

Porque Gostamos de Novelas?

Como todo o produto artístico que se exprime com imagens em movimento, as novelas tendem a mostrar uma realidade de fantasia.


Nas novelas, existem sempre os ricos e os pobres. Qualquer pobre vê a sua vida se cruzar com um rico e começa a sua ascenção. O vilão interesseiro, como a Fátima de Vale Tudo, procura a ascenção por casamento. As heroínas sobem há custa de muito trabalho. Seja como fôr, dificilmente a pobreza extrema ou mesmo mediana das novelas, deixa de ser retratada de uma forma saudável. (http://br.youtube.com/watch?v=5snv_ApIWk4)

O pobre não tem dinheiro, mas possuí o bem mais essêncial: dignidade, honestidade e são bons pais e filhos na família. Em compensação ao rico não lhe falta dinheiro, mas lhe falta tudo o resto: bom carácter, amor, amigos, uma família unida. No geral estas são as mensagens das novelas. E por isso gostamos delas. Porque entramos na fantasia. Porque a vida não é assim e através das novelas é igual para todos.

Outra realidade comum das novelas é fazer justiça, mais que não seja, no último episódio. Existem finais felizes para todas as pessoas de bom carácter e não tão felizes para os vilões. Embora a tendência da década, desde o final escolhido para "César e Fátima" em "Vale Tudo", é deixar os vilões a continuar as suas artimanhas noutro lugar e privá-los de toda a riqueza e bens adquiridos imoralmente.

Enquanto tivermos a capacidade de sonhar e acreditar numa vida melhor, a novela terá sempre o seu espaço pois ela nos mostra as nossas fantasias, retrata-nos nas suas personagens, e faz a justiça que muitas vezes não temos na vida real.

English Version:

Like every artistic product that works with moving images, a soap opera tends to show us a fantasy reality.

Soap always has the rich and the poor. Both of these opposites collides with each other and the poor guy as always the opportunity of changing his status. For the rich the opportunity is to find out what family union is, what love is and what is important in life is people and not money. The villains do everything they can to achieve the rich status trough marriage or stealing and cheating. The heroes work they health out, suffer a great deal of deception and betrayal but in the end, they achieve every goal having kipping their integrity. The villains, by other hand, are punished, disposed of there immoral richness and let to star over again, since a new tendency of letting villains go free and without suffer a sever punish started when “Fátima and César” from “Vale Tudo” got their imagined happy end.

The soap will always have it space within us, as long as we keep our ability to dream, to believe that a better live is stored for us.

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terça-feira, 30 de outubro de 2007

Resultados Inquéritos

Caros Leitores,

Tenho uma surpresa para vocês. Os que responderam devem estar lembrados que um dos inquéritos que encerrou pergunta: "qual das seguintes novelas tem o maior número de actores que entraram em Pantanal"? As opções eram: Bicho do Mato, Essas Mulheres, Agora é que são Elas, Quem é Você, 5º dos Infernos, Coração de Estudante e Fera Ferida.

Todos os inqueridos responderam Bicho do Mato. A resposta está... ERRADA!

Pois é! Podem ir confirmar! Este inquérito tinha truque! E todos cairam na esparrela de achar que "Bicho do Mato", por ser inspirada na outra trama, tinha o maior número de actores que entraram em Pantanal. Mas não.

Na verdade, só quatro actores de Pantanal entraram em Bicho do Mato: a dupla de cantores Sérgio Reis e Almir Satter, Paulo Gorgulho e Ewerton de Castro. Quatro é também o número de Coração de Estudante e Quinto dos Infernos. Até mesmo "Fera Ferida" teve mais actores: cinco. Cássia Kiss (Ilka), Paulo Gorgulho (Ataliba), Cláudio Marzo (Orestes), Marcos Winter (Cassi Jones) e Ewerton de Castro (Gusmão).

E a vencedora é... por exclusão de partes... ESSAS MULHERES!

Pois é! A novela Essas Mulheres contou com o impressionante número de 7 actores que também fizeram Pantanal. Quem acompanhou de perto esta bela novela de época, deve se lembrar, pois foi a vê-la que me diverti a imaginar o processo de selecção de elenco. Eis os nomes:

Paulo Gorgulho (Lemos/José Lucas/Leôncio)
Luciene Adami (Professora Ordália/Guta)
Marcos Winter (Eduardo Abreu/Jove)
Ingra Liberato (Marli/Madeleine)
Tânia Alves (Filó/Firmina)
Ewerton de Castro (Peão Quim/Ministro Duarte)
António Petrim (Inácio/Tenório)

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segunda-feira, 29 de outubro de 2007

REMAKE ou RE-EXIBIÇÃO ?

Faz pouco tempo que entendi porquê se fazem remakes. É que os donos da TV, sempre hávidos por audiências, querem conquistar o público jovem e atiçar a nostalgia do não tão jovem. De modo que repetir uma fórmula de sucesso, com actores que hoje são jovens e atribuir uma nova dinâmica e modernidade, é a fórmula para as receitas que todos procuram. Um risco calculado, com boas garantias. E assim, surgem os remakes.

Na actualidade, os jovens na casa dos 12 - 16 já ouviram falar de produções como "A Escrava Isaura", "Pantanal" ou "Dona Beija", mas alarga-se cada vez mais a massa jovem que não viu estas novelas. Se as mesmas forem re-exibidas, os jovens reconhecem os rostos já mais envelhecidos dos protagonistas e conseguem identificar a idade do produto também pela técnica. A adesão não promete ser tão fantástica como a que se teria na hipótese de um remake. Também aqueles que viram e gostaram, apesar de possuirem um sentido crítico apurado, têm curiosidade e certamente irão acompanhar a trama. Logo, pensando como um empresário, porque não?

Bem, eu devo dizer que aguardo as reexibições mais do que aguardo estreias. Absolutamente adoro ver novelas de que gostei, com os mesmos protagonistas e recordar aquelas imagens, frame a frame. Reconheço-lhes as falhas e defeitos que o tempo sublinha, entre outras características mais ou menos fantásticas e adoro.

Julgo que há um mercado igualmente gigantesco de público que só quer ver reexibições. Há uns tempos tinha a mesma opinião sobre séries de TV e sua venda em DVD. Não havia nada no mercado e era a única coisa que me interessava nesse formato. Agora vejam só o mercado que tem! Com novelas passa-se o mesmo. aliás: Até mercado para DVD as mesmas têm. Só burro não vê. Mesmo!

DONA BEIJA foi a última menção que ouvi em relação a Remakes. Não sei se vai para a frente ou não, até porque a questão dos direitos deve ser um obstáculo de respeito para contornar. Mas talvez não seja um obstáculo tão grande quanto aquele que existe para a REEXIBIÇÃO. É que espero por "D. Beija", a feiticeira dos Araxás, há mais de uma década.

Sendo propriedade da Manchete, uma empresa há muito falida, devem existir questões que tornam dificeis as reexibições dos produtos desta estação. Excepção feita para a novela "PANTANAL", não sei ainda bem porquê, quem adquiriu os direitos de exibição, mas é a única produção da extinta Manchete que ainda corre nos canais mundiais. ONDE PÁRA D. BEIJA? Porquê o público ávido não a pode voltar a ver?

Actrizes aspirantes ao papel de Beija, talentosas e com outras qualidades estéticas a que o papel obriga, até acredito que são inúmeras. Mas nada pode ser igual à magia que queremos recuperar na memória. Porque essa pertence àquela produção, àquela equipa, a Maitê, á sonoridade fantástica, aos figurinos e à direcção que resultou naquele produto. Outra Beija? Até pode ser. Mas antes, matem-nos a sede da original. Queremos "D. Beija" da TV Manchete no ar novamente! EM PORTUGAL!

LISTA DE ALGUNS REMAKES E MINHA APRECIAÇÃO:

1) Irmãos Coragem: comó já fiz parte dessa geração que não viu o primeiro, posso dizer que gostei, talvez mais pela fotografia do que por qualquer outra coisa, deste Remake.

2) Escrava Isaura: detestei. Não: de-tes-tei! Assim é que forneço o devido ênfase ao desapreço deste remake feito pela TV Record. Não é por ser aquele tipo de fã incondicional das novelas originais, ou das actrizes que viraram celebridade após um papel de sucesso. É por não ter mesmo gostado das interpretações. E aquela Isaura... brrrr! Que horror! Não aprecio quando uma actriz que faz um papel onde se tem de mostrar virginal, pura e inocente, tem ar de tudo menos isso! Esse trunfo reconheço e devolvo a Lucélia Santos.

3) Sinhá Moça: não gostei. Mais uma vez, a "culpa" está na protagonista. Mais uma vez, não me parecia inocente nem magnânima e uma cena em que supostamente a sua candura e gesto de carinho para com um escravo torturado o faz admirá-la, desaparece totalmente no remake. É forçado. Está no guião, conhece-se na história, mas não está no sentimento da cena. Atenção, adorei o protagonista masculino. Dalton de Melo esteve muito bem. Gosto mais dele do que de Marcos Paulo, que aliás, não gostei de ver neste papel pois sempre pareceu, mais em jovem do que agora, passar um ar de arrogância ás suas personagens que não combinava com o "Rodolfo" de Sinhá Moça.

English Version:
I now understand why remakes are done. In desperation for ratings, TV owners have interest in conquest the young public that have heard about this our that soap, but are to young to have seen them. A re-exhibition doesn’t offer the same promises as a re-done. The product is old, the age of the protagonists is much younger that actuality and also the technique used reveals a certain product age. Besides this, a remake will give it a fresh look, a modern one, with young faces from actuality that can after bring their success to other productions. Even those who what the re-exhibitions have curiosity in watch a new version. So, the profits are much more appealing than reruns.

I for myself have to confess I egger for reruns more that for new comes. I just love to go back and watch the same product I once enjoyed. I can recognize the flaws, the good and the bad that time has the ability to underline, but love it anyway.

In my opinion there’s a huge large marked for soap on DVD. It’s amazing no one starts profit from this! It stunning and dumb! I’ve once felt the same about tv-series, and now anyone can see the space they occupied in the stores and the success of them.

The last rerun I’ve heard there was some interest on making, is the mini-séries Dona Beija. I don’t know if is true or how is going but will be difficult to satisfy the public that connect the image of Maitê so much with the character. There’re lots of god talented young actresses for it, I’m sure. It could be a success. But, what about the original D. Beija? Where is this amazing passionate story of the extinct tv-Manchete? Why is it not rerun?

Pantanal, seems to be the only Manchete product that keep on being showed. I don’t know who as the rights for it but, bring us back D. Beija! And in Portugal!

My appreciation of some remakes:
1) Irmãos Coragem: I’m already part of the second generation and haven’t seen the first version, probably made in the year I was about to be born. But I liked this second one, more so for the amazing photography that anything else.
2) Escrava Isaura: Hated it. No: H-a-t-e-d! Let me give it the wright emphasis. This Tv Record version have poor acting performances and poor directing decisions. But what I hated the most was the leading female actress. I´m sorry for that, but is true. In my view is a very bad performance. But what I criticise even more, is the lack of innocence and purity of this “Isaura”. That credit I have to attribute to Lucélia Santos (the actress of the original Isaura).

3) Sinhá Moça: didn’t like it. Again, much of it goes to the leading female actress performance. She didn’t convince me as the character. Again, there seems to lack innocence and a naive posture to this supposedly virginal and inexperience young women. A doll face is not enough! There’s a energy in the eye, in the posture, that I miss. I couldn’t be happier about the male protagonist, thought. Dalton de Mello delivers a believable young man from that century and I enjoyed is performance much more that the one original performed by Marcos Paulo, who gave is Rodolfo a presumption or arrogance that the character was not suppose to have.

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