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Este blogue mudou-se. Está agora no facebook. Um dia voltará a viver no blogger, numa casa nova e moderna. Até lá, boas novelas!
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sábado, 9 de maio de 2009

Fases de Cidadão Brasileiro

Para quem acompanha a novela "Cidadão Brasileiro" na Record, sabe que a trama já chegou a uma fase transitória. É exactamente nesta parte da história que o enredo começa a empobrecer. A culpa é da política! Eterno apaixonado pelo tema, a partir do momento em que o autor coloca "António" na cadeira de perfeito e Homero passa a ser perseguido por ser comunista, a trama não mais vai largar a questão política. Coincidência ou não, é aqui que enfraquece. Embora grandes histórias ainda estejam para vir e maravilhosas interpretações aguardam a sua altura para nos deslumbrar.
Esta é uma novela que vale a pena ver. Uma das poucas produzidas pela Record em que se pode dizer isso.

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sexta-feira, 16 de maio de 2008

Personagens Terra Nostra

«Na novela Terra Nostra, nem me recordo o nome da personagem, só me lembro de dizer 'Mamá', e Lolita Rodrigues responder: 'Si, hija, depois te explico.' Benedito Rui Barbosa não sabia o que fazer com nossas personagens. Passei seis meses grávida na novela até que um dia dei um toque no Jaime Monjardim para lembrá-lo que já estava na hora. E aí nasceu. Foi uma novela que eu não tinha porque ter entrado, mas é necessário saber lidar, porque nem tudo na vida são só flores e sucesso. Às vezes, mesmo com todo esforço, não rola». * Cláudia Raia In Estado de S. Paulo, 22 agosto de 2007, referindo-se à novela que mais a decepcionou.


Por acaso não concordo com a actriz. Penso que a sua personagem, Hortencia, foi muito desenvolvida pelo autor. Ela é maltratada pelo marido, depois arranja outro amor, perde o filho adoptivo, acaba por o partilhar com a mãe biológica, matam-lhe o marido, fica grávida, casa com outro, perde o filho adoptivo, prendem o marido, tem um outro prematuro e fica grávida outra vez.


Comparada a tantas outras personagens, mesmo principais, acontecem muitas coisas diferentes a Hortência. Talvez por ser encarnada por "La Raia", Hortência recebeu este tratamento especial que outras não tiveram. Afinal, a personagem bem podia limitar-se a relatar a vida de Juliana e Mateu, tal como faz a muito menos desenvolvida Lolita Rodrigues, a dona da pensão, sua mãe na trama. Aliás, uma viva para a actriz. Desempenhou o seu papel muito bem. Adoro vê-la, está muito credível e o sotaque parece genuíno. Também "La Raia" está bem. Acho até que é o melhor papel em que a vi. Não gostei da que lhe deu o estrelato. A Tancinha. A personagem era cómica e engraçada. Mas a interpretação não foi lá dessas coisas. Assim como em Engraçadinha, parecia estar a representar uma personagem. Esta última, a pavorosa Ágatha de 7 pecados, é a mais ruím de todas. São gostos.


Personagens sem qualquer desenvolvimento e importância para permanecerem na trama são: a Naná, que falta alguma faz sem ser no final, o feitor também perdeu importância, os miúdos Tisiu também, os pais de Paola não fazem falta alguma à trama e ás tantas enquanto fazendeiros, andaram a debitar texto sem interesse algum. Paola perdeu toda a sua pujança assim que deixou Augusto, embora continuem a tratá-la como se a tivesse. Porém, a actriz não convence que a personagem é tudo o que dizem. Quem é que contrataria uma empregada, quanto mais patroa, que trabalha daquela maneira? Lenta para partir um ovo, quase parada a agarrar o macarrão! Todas estas e muitas outras personagens limitam-se a pastar. Estas sim, sem desenvolvimento. Continua ridículo o desenrolar de muita coisa, como por exemplo não haver ninguém naquela colónia para ir para a cozinha dos Gumercino, a não ser jovens bonitinhas. Nenhuma mulher madura ou envelhecida, como a Leonora. Népia! Nem ninguém que tome a dianteira do povo. Este é outro casal que vai pastar até o final: Leonora e Bartolo. Fizeram uma pausa na bendita uva da qual não podiam afastar-se, para se envolverem um pouco nos problemas que já não lhes dizem respeito. Mas se não o fizessem, o que iam mostrar? Não têm mais serventia para a trama. E o maldito vinho daquela uva só sai no último capítulo!
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No episódio de ontem uma nova personagem (para quê?) surge só para abrir uma farmácia, da qual só se viu o nome: Raia. Coincidência ou agrado? No capisco!

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sexta-feira, 9 de maio de 2008

Terra Nostra -

Terra Nostra anda a pastar. De mês em mês o autor decide tentar cativar as audiências criando uma (e só uma) cena de impacto dramático. Há um mês foi o parto de Maria das Dores e agora é a morte do Ruanito. Bem, mas será que morreu mesmo? A coisa ficou em águas de bacalhau. Não se viu corpo, nem enterro nem se percebeu coisa alguma. Entre Mariana ter uma criança nos braços e a notícia ter sido dada às mães, a criança manteve-se com Mariana. Como o médico soube? Concerteza é um mistério intencional.

É lamentável que Terra Nostra não seja coesa. Avança embalada por situações sem interesse ou nexo e excesso de melodias italianas. Aliás, a novela mal tem som ambiente. É só uma banda a tocar, enquanto as personagens se passeiam de um lado para o outro de coche. De mês a mês, algo acontece, mas perde importância logo de seguida. Foi assim com a ameaça da Peste, que desaparece logo após o parto do filho de Guilhermecino, e assim foi com a morte de Ruanito, de difeteria. Quem dera a nós que na vida real as doenças contagiosas e letais se comportassem assim!


Continuo a dizer que a relação de Mateu e Juliana não faz sentido. Os dois brigam e ela diz-lhe que ele percebeu tarde que ela não o quer mais. É uma afirmação muito forte mas não resulta em qualquer acção. A coisa anda tremida mas nada acontece. Para quebrar esta tensão sem sentido entre os dois, o autor decide dar a Juliana a certeza de ser a mãe de Juanito. E por milagre, isto basta para os desentendimentos desaparecerem. Até que, sem motivo credível reaparecem mais uma vez. Entre os dois tudo volta a andar tremido mas nada acontece. Então, numa busca desesperada para despoletar o interesse, o autor decidematar” o filho do casal. Que tragédia, não? Talvez não. É só o mesmo escrito e representado vezes e vezes sem conta.

Terra Nostra começou chatinha, pelo menos achei, mas desenvolveu-se com interesse até o parto de Juliana. Daí adiante descambou no no sense. Vejam hoje: Francesco e Paola entram na mansão de onde este saiu para viver com ela e praticamente dizem à ex-esposa: «nós queremos viver aqui, vai-te embora». Altivos e arrogantes. Não combina com o carácter de nenhum deles. Não faz sentido. O milionário, construtor de sobradinhos, com a casa do filho que ficou quase acabada disponível, decide despejar a ex-mulher, que jurava a pés juntos nunca sair dali ou abandonar as suas coisas e esta aceita de imediato. Mas quem escreve isto?

Os italianos na fazenda continuam a trabalhar de graça mas o que mais os vemos fazer são festas. Todas as noites, como se o trabalho não os cansasse e a labuta não voltasse dali a menos de 6 horas, lá está o povo todo. Sorridente, a beber muito vinho, a tocar, comer, dançar e as crianças a brincar. Humm… porque será que acredito que não foi nada assim?? É tudo a descambar.

Um bocejo com picos de interesse e muitos, muitos coches de lá, para cá. Lá para cá… se juntasse tudo garanto que dava ao menos 10 horas destes passeios!

Afinal não ter assistido à novela em 1999 foi uma decisão baseada numa boa primeira análise dedutiva. A trama lá tem os seus encantos, admito. Mas como já disse, só com uma tesoura na mão! Shop, shop! E pronto! Poucos capítulos dão conta do recado.
Leia o que alguns actores disseram sobre a sua participação nesta novela e consulte estes links com matérias interessantes.



«Na novela Terra Nostra, nem me recordo o nome da personagem, só me lembro de dizer 'Mamá', e Lolita Rodrigues responder: 'Si, hija, depois te explico.' Benedito Rui Barbosa não sabia o que fazer com nossas personagens. Passei seis meses grávida na novela até que um dia dei um toque no Jaime Monjardim para lembrá-lo que já estava na hora. E aí nasceu. Foi uma novela que eu não tinha porque ter entrado, mas é necessário saber lidar, porque nem tudo na vida são só flores e sucesso. Às vezes, mesmo com todo esforço, não rola». * Cláudia Raia In Estado de S. Paulo, 22 agosto de 2007, referindo-se à novela que mais a decepcionou.
http://www.observatoriodaimprensa.com.br/aspas/ent20062000a.htm#aspas24
http://www1.an.com.br/2000/mai/19/0ane.htm

http://www.televidere.blogger.com.br/ - afastamento de José Dumont, o Baptista

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quarta-feira, 9 de abril de 2008

Mais Mistérios em Desejo Proibido

Para quem se lembra, a história de Desejo Proibido começa em 1913, com Ana a perder o filho da sua 4ª gravidez. Esta data, 1913, surge novamente no episódio de hoje: é a data de pesquisa que Miguel telegrafou para S. Paulo para saber informações sobre Regina Simões, filha de Lázaro.

Só lamento que Miguel não tivesse a boa percepção de não passar o telegrama assim que percebeu que Henrique era Perfeito. Está claro, agora ele está a par dos seus intentos.

Está a ficar claro para mim que Cândida deu à luz um menino. Talvez quando saiu da cidade aquando o casamento de Viriato já fosse por estar grávida. O bebé nasceu deficiente e se calhar, foi-lhe dito que morreu. Será?

Henrique pode não ser filho de Chico. Interessante será se se descobrir que Cândida não é avó mas mãe deste! Não seria incomum para a época avós criarem netos como filhos e o contrário também deve ser possível. Até seria simples: a mãe fica grávida, convence a filha a se fingir de grávida e providencia uma longa viagem para ambas. Supostamente a mais velha para auxiliar a mais nova, mas na realidade o contrário. Sabe-se que Isabel, ex-mulher de Chico, fazia todas as vontades à mãe.

Uma hipótese rocambolesca porém, possível.

O calcanhar de Aquiles de Henrique é saber que não é amado por ninguém. Ele será o destruidor de Cândida.

A terminar uma omissão já em longa data em falta aqui nas observações do blog: O soldado Brasil é a personificação cómica e crítica do próprio País, através da qual o autor faz alguns desabafos.
"Acorda Brasil!"
"O Brasil é pobre mas sempre foi ajeitadinho"

E o pobre do Brasil, é tão pobre que volta e meia, fica desalojado do seu pobre cantinho na cela da delegacia e tem de dormir no banco da praça, já que ninguém se preocupa em abrigar o pobre. Pobre Brasil!

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face

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