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sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

O purgante - A Favorita

Já é raro ver esta telenovela mas, de vez em vez, lá apanho qualquer coisa. Uma coisa temos de admitir: Silveirinha e Flora não estão tão enganados assim, quando chamam Lara de «pentelha» e «purgante». Convenhamos: a personagem é toda sem sal!!

Donatella também não lhe fica muito atrás. O que leva a pensar: Estes dois vilões execráveis, numa coisa têm razão...

Esta novela não parece estar bem servida de pessoas "do bem". São muito sem substância! São uma caricatura irrealista. E as interpretações, me desculpem, mas eles fazem aquilo bem há tanto tempo, que já fazem mal... algo que o actor tem bem presente, é a armadilha do mesmo ou semelhante.

Mal estão: Halley, Lara, o ex dela, e muitas das personagens do lado dos "bons". A fazer um bom trabalho continuam os actores que fazem de avôs de Lara, mas a avó, longe disso. É um tanto purgante.

E é assim...

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quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Thumb up! - Favorita:


Um Polegar para cima para a novela FAVORITA.

Um autêntico jogo de xadrez, o diálogo entre Silveirinha e o pai de Flora. Ora avançava um, ora outro, todos dissimulados. Bravo! E Patrícia Pillar? Que arraso! Ali sentada a ver tv, a perguntar o que há para comer, a ouvir os gritos de aflição da filha, a «pentelha enjoada». Thumbs up!

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sábado, 4 de outubro de 2008

Melhor e Pior: Favorita e Beleza Pura

BELEZA PURA
Mais: - - - --------------------- - Menos:
++ Humberto Martins ******* - Ivete, Família e aglomerado
+ Carolina Ferraz *********** - Débora, Eduardo e filhas
+ Raul e Suzy *************** - Joana como médica
+ Bruno Mazzeo ******** - Química entre Joana e Guilherme
+ José Henrique e Sheila *** - Marcela Valente

FAVORITA
Mais: - - ----------------- - Menos:
+ Patrícia Pillar *********** - Claúdia Raia
+ Diva/Rosana/Kato *******- Lara
+ Christine Fernandes **** - os 8 anos de Camila
+ Fabrício Boliveira ********- Irene
+ Iran Malfitano ***********- escuridão escritório de Gonçalo
+ Helena Ranaldi ******- o até agora pouco desenvolvimento da
+ Mário Gomes ******* **** personagem de Suzana Faini
+ Selma Egrei *********** - Zé Bob como jornalista
+ Lilia Cabral *************- a atmosfera da redacção do jornal


Acrescenta?
Concorda ou discorda? Porquê?

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terça-feira, 5 de agosto de 2008

Mais sobre A FAVORITA: Catarina

Se fosse a Catarina, aos poucos punha cianeto na comida do marido. E faria-o com um sorriso nos lábios e muita atenção para com ele, deliciando-me por saber que a cada garfada, era um passo a mais para a minha liberdade e o castigo dele.

Claro que depois acabava por ir para a cadeia, passar as passas do Algarve (ou será Allgarve?), o que não seria de todo justo.

Catarina parece-me tão calma diante dos flagrantes que faz ao marido, que consigo mesmo vê-la serena, quase que em piloto automático, ausente, a fazer este tipo de coisa. Aquilo que nos filmes nos acostumaram a aceitar de «insanidade temporária». O que será que vai fazer Catarina dar a virada? Só vejo uma hipótese: o marido se armar em engraçado para com a própria filha.

Quem não vira onça aí?
Eu virava, e das piores!

Não acho a interpretação e as cenas que demonstram a violência de Leonardo (Jackson Antunes ) reais o que baste. Elas são boas, como sempre as sabem fazer. Mas existe um cuidado enorme para não mostrar violência e isso soa a falso.

Infelizmente, este tipo de realidades não é desconhecida de muita gente e sempre se conhecem casos aqui e ali, histórias familiares, etc. Sabemos sempre mais do que devíamos sobre a violência doméstica e os abusos emocionais. Por exemplo, no episódio de hoje, Catarina e a irmã mais velha, apanham Leonardo a se impor à irmã caçula delas. Ambas dão um estalo no rosto de Leonardo mas este, que é o violento, não levanta a mão. Também tem o costume de sair de casa quando a coisa aquece. Deixem-me garantir que na vida real, isso não acontece. Esse pretexto para partir para a violência não seria desperdiçado, saindo porta fora.

Voltando ao fio condutor da história, só Flora ou Donatella podem ter assassinado Marcelo. Se no início da trama Donatella parece culpada como tudo, pouco depois a maior suspeita parece ser Flora. Não esqueço as palavras da actriz Patrícia Pillar a respeito da sua experiência no estabelecimento prisional. Disse ela que não é mesmo possível avaliar os actos de uma pessoa pelo rosto. Tendo esta lição como a mais importante, é fácil de imaginar Flora a assassina.


Ela é muito inteligente e teve, durante os 18 anos que ficou na cadeia, tempo mais que suficiente para elaborar cada passo e cada palavra que iria pronunciar no seu regresso. Ela antecipa o comportamento das pessoas e sabe como as manipular. Ás vezes penso que ela não gosta de ninguém e está a usá-las. A forma rápida como se meteu na cama com Zé Bob faz lembrar um pouco esse tipo de personalidade. Sim, ela devia estar com saudades. Mas ao mesmo tempo, ficou dona da relação de uma forma tão dominadora, que parece ser o tipo de personalidade que se adapta a uma assassina calculista.

Não deixa de ser necessário tirar o chapéu ao autor por isto. Na verdade, qualquer personagem pode ser a assassina, pois qualquer uma mantém nuances para tal. Mas ao que parece, tudo indica que o autor vai manter a palavra dada ao público e uma delas é a assassina. Também não será preciso esperar pelo final para descobrir a sua identidade. Saber-se-á a meio da trama.

Que interessante! E um tanto diferente, diferença essa que acolho com frescura.

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* * Grande Furo! http://www.tvcanal13.com.br/noticias/irene-e-a-sequestradora-do-filho-de-donatela-31312.asp

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domingo, 27 de julho de 2008

A Favorita - impressões e desenvolvimento

A FAVORITA

Para meu espanto, é a história que agora acompanho com mais interesse. Talvez se deva ao facto da hora a que vai para o ar. Mas é Ciranda de Pedra a novela que está a sair prejudicada com estas escolhas da SIC. A novela tem capítulos muitos curtos de 25 minutos e, nesta sexta-feira, nem foi para o ar. Também deixou de ser a novela que passa aos sábados. Só é exibida aos pouquinhos, antes da Favorita e é a primeira a desaparecer da grelha quando é necessário dar espaço a outra coisa. Ou seja: está a ser preterida e a cair no esquecimento.

Voltando à trama de A Favorita, a coisa está a ficar interessante. Se neste momento tivesse de escolher uma das protagonistas como culpada, seria a Flora. Simplesmente porque adoro a ideia de Lara ser filha de Dodi. Acho que Donatella sempre soube isto e é este o pacto que tem com Dodi: manter segredo sobre Lara não ser neta herdeira, para poderem viver no conforto que o dinheiro proporciona. Por isso ela se submete aos caprichos do ex-comparsa. Será?

Estou a adorar a prestação do actor que faz de Orlandinho (mas o que é isto de diminutivos com o nome dos jovens protagonistas cueca?). Está perfeito. Faz-me lembrar Caco Cioller em «Quinto dos Infernos». Muito bom mesmo.

Lilian Cabral é outra que adoro. A actriz tem a capacidade extraordinária de nos fazer acreditar no que estamos a ver, e só nos lembramos com espanto, que a mesma pessoa já foi a Marta em “Páginas da Vida”, ou a Amorzinho em «Tieta». Ela é sempre a sua personagem do momento, sem deixar vestígios de outras, coisa que Tarcísio Meira já não consegue fazer. Lilian não envelhece, nem rejuvenesce, o que é óptimo.

Gosto do rosto expressivo de Claúdia Ohana. Ainda bem que não tem um daqueles repuxados e reluzentes. A actriz foi, numa das primeiras sondagens deste blog, votada como a pior interpretação da novela Vamp. Agora não é tão jovem mas é mais experiente. E a expressividade facial só traz benefícios para a interpretação. Sabiam que ela é sobrinha do autor da novela? – É só uma achega, já que não a vou colocar no quadro “Quem sai aos seus”.

Silveirinha tem demonstrado desde o início, não gostar de Donatella. Já lhe apanhei uns olhares fulminantes, no meio de elogios. Porém, ontem, estava a acariciá-la com luxúria. Cá para mim, ele odeia-a ao mesmo tempo que não se importava de a possuir. Ontem ficámos a saber que ele participou num crime (antes ou depois do de Marcelo?). Portanto, é o vilão assumido da história. Sei que ele não perdoa Donatella por esta ter terminado a dupla sertaneja e assim acabado com a sua fonte de rendimentos. Silveirinha devia estar cheio de dívidas e compromissos para cumprir. Deve ter caído na sarjeta tão depressa, que a odeia por isso e se mantém próximo para se vingar.


Flora podia ser a assassina, se esta tivesse tido, desde a infância, um ódio molecular por Donatella. Talvez tudo tenho começado com a atenção que os pais desta deram à jovem órfã. (Será que Donatella é responsável?) O ciúme continuou pela vida adulta, por Donatella colher a preferência dos fãs e de Marcelo. Mas para tal acontecer, Flora teria de ser muito falsa e Donatella teria mesmo de não ser a deslumbrada por dinheiro.

Três tiros… um único atirador?

Se a preferência do público falar mais alto, julgo que a simpatia que nutre por ambas as actrizes fará com que o desfecho da história atire o assassinato de Marcelo (quem era ele?) para as mãos daquele que foi constantemente o vilão: Silveirinha.

Na realidade, os candidatos são muitos. Dodi é um deles. Este também não tem perfil de vir a ter na novela uma boa acção. Gonçalo está a mostrar um lado interessante do seu carácter e não podemos esquecer que ele defende Donatella com um amor suspeito. Será Donatella uma mulher que desperta tanta paixão em tantos homens e não dá trela a nenhum? Quem matou Marcelo afinal?

Neste link da revista «veja» pode espreitar os candidatos, ver quem está na frente, avaliar e escolher o seu candidato. Espreite.
http://mdemulher.abril.uol.com.br/especiais/a_favorita

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quarta-feira, 9 de julho de 2008

Impressões noveleiras (01) e novidades

Não sei se posso continuar a dizer que a trama de Beleza Pura inova por fugir aos clichés. No episódio de ontem existiu um rapto e, embora seja refrescante ver Joana com um «celular» no bolso e pedir ajuda, não é tão fresco o facto deste perder de seguida a bateria. A cena que se segue, de pancada nos sequestradores também não é tão nova assim. E como de costume na ficção, umas pancadas são suficientes para colocar logo a pessoa inconsciente. Em dose dupla. Sucesso imediato com o primeiro bandido, para depois, com um molhe de chaves, não terem a que abre a porta para fugirem. Surge então o outro sequestrador que, tal como o primeiro, desmaia após levar com uma cadeira na cabeça. Pena é que não ficaram inconscientes o tempo suficiente para a polícia os apanhar.

Mas o que está a descambar no cliché na trama é a situação de “Mateus”. Uma mulher vestida de homem. Aquilo convence alguém? Muito menos convenceria um cirurgião plástico, habituado que está a conhecer o corpo humano. Logo de início achei este núcleo o menos interessante e o destaque que ganha na trama não traz frescura alguma.

Outra situação cliché em desenvolvimento, é ter alguém a querer contar a outro alguém, alguma coisa, e a pessoa não o permitir. Um tanto patético o facto de ninguém escutar o adolescente Claus, que procura alertar as pessoas para os maus tratos no orfanato. Acho que, por esta altura, já lhe teriam dado ouvidos ou averiguado.

Outro aspecto que não consigo apreciar, é a situação do namoro de Débora com Eduardo. E o que mais me incomoda, é ela. Aquilo não é dona de casa, nem aqui, nem na China. Débora é suposto ser uma mulher muito simples, exímia nas tarefas domésticas. No entanto, parece que não sabe estrelar um ovo. Muito menos tricotar aquela camisola fora de década que Eduardo elogia. Esta dona de casa é demasiado «plastificada» e não mostra a desenvoltura física própria de quem só faz ser mãe e cuidar da casa. Já não se fazem domésticas como antigamente!


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Os pontos positivos para a trama estão à conta da comédia. Mesmo a malvada Norma, autora cerebral do rapto, consegue dar um “fora” na sua melhor amiga, com classe. Raqueli e o seu histerismo por causa de Robson e a relação de Raul e Suzy mantém o interesse. Os trambiqueiros Bruno Mazzeo e Carol de Castro (José Henrique e Sheila) estão muito bem. Humberto Martins também. Mas se não tomar cuidado, Beleza Pura pode cair nos clichés que afundam «7 Pecados».





Das três novas novelas, esta parece indicar ser a mais frágil. Mas veremos com o desenvolvimento. Começo pelos pontos altos: no episódio de ontem, a cena mais forte, foi a da imolação da personagem interpretada por Deborah Secco. Ponto positivo (positivíssimo) também, para a dupla Mário Gomes e Christine Fernandes. Os dois são fenomenais. O actor que faz de filho do deputado também está interessante e talento e naturalidade transborda da actriz que faz de mãe de Rita (Christiane).


Pontos Negativos:
1) A escuridão do escritório de Mauro Mendonça (Gonçalo). Como é possível conduzir negócios numa atmosfera taciturna? Se fosse quarto de dormir…

2) Dodi. Simplesmente Murílo Benício, apesar do seu talento, não encaixa bem na personagem. E o pior é o figurino. Sempre de fato (terno) com camisas (??) coloridas de golas largas… se isso já não é escrever na testa «sou bandido» não sei o que será. O visual está muito de malandro, para acreditar sequer na sua competência nos negócios. Parece um gigolo, (lembram-se de Richard Guere no filme?) e mais sinistro fica com barba. Dá a sensação de estar mascarado. E caros leitores: este já entrou no clube dos repuxados.

3) A franja de Tais Araújo (Alicia). Uma mulher bonita, cuja estampa se favorece ao mostrar um palmito de testa, com a beleza apagada naquele penteado longo, escuro, escorrido e de franjinha (esqueci o termo brasileiro). Esta chega-lhe ás pestanas (cilos), o que a apaga por completo. Se bem que numa cena de ontem, dava para ver as sobrancelhas. Melhorou bastante! O comprimento e o corte também não a favorecem. Que tal uma tesourada nesse cabelinho, como vingança? Que cena deliciosa!



Esta é a trama certa para o horário da noite. Ciranda de Pedra é suave, bonita, própria para o horário em que vai para o ar. Encanta como só as novelas de época conseguem. Pontos positivos são muitos. Negativos, nem tantos. Estranho o facto de Natércio, tão malévolo que é, deixar a mulher viver a vida dela na casa de outro, sem arquitectar planos de vingança ou resgate. Já soube de homens maus, e nenhum fica passivo...
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Numa cena recente, gostei de ver a «imagem» que Elzinha, o biscoito fino, e Eduardo fazem juntos no ecrán. As suas personagens fariam um belo casal. Até têm mais a a ver um com o outro: Elzinha é activa e despachada e Eduardo não lhe fica atrás. Além disso, em ambos mora um bom coração.
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Adoro ver o Osmar Prado (Cicero). Ele tem presença. Consegue chegar e roubar a cena, ao mesmo tempo que é generoso, e partilha-a com os restantes. Pelo menos, essa é a impressão que me passa. Também me agrada o facto dele ter uma «esposa» imensamente alta ao lado dele, e isso não parecer ser qualquer problema. Já repararam que a produção não recorre a nenhum truque para fazer o actor ficar mais alto quando contracena com Mónica Torres? Louvável.
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Não estou a apreciar a relação da tenista com o costureiro. É muito batido. Ás tantas, ele não passa de um intrujão. Mas que aquela sombra dele, que não mete medo a ninguém, consegue ser diabólica, lá isso consegue. Então não é que esteve em dois lugares ao mesmo tempo? Enquanto observava a partida de ténis a decorrer, Ferdinando estava também a conversar com Afonso na esplanada. Espantoso! Ou se trata de um errozito de alinhamento, tal como foi o vestido azul/preto de Laura num episódio recente (o do beijo na boca tascado por Daniel na frente de Natércio)?
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A menina que faz de Lindalva é super engraçada. E ao contrário de ... sabem quem, tem uma desenvoltura física rara de aparecer em actores mirins. Porém, desde que o menino de Rua foi viver para sua casa, a menina desapareceu de cena... estão a trancar a Lindalva no quarto?
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As Crianças das novelas:
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Na novela A Favorita, os filhos de Mário Gomes e Bel Kutner portaram-se muito bem na cena em que estão com fome e a mãe dá-lhes pipocas para comer. Dão a entender que aquilo é habitual e tentam ir passear com a mãe só para poderem comer o que na festa vão encontrar. O pior é que existe mesmo gente… aqui é comédia mas dá pouca vontade de rir na realidade.

A adorável, super natural Lindalva (Ana Karolina Lannes), a criança que em Ciranda de Pedra é tão encantadora. Esta menina é cativante! Não acham? Talento parece mesmo não se medir aos palmos J que cresça e se mantenha.



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Novidades:

Se em Sete Pecados, Cláudia Raia levou com uma bomba na «tromba» para sair e se preparar para assumir a Donatella, por motivos idênticos Juliana Pães vai desaparecer da trama de A Favorita. A jornalista Maíra será assassinada (dizem que por Donatella, embora actualmente, faria mais sentido se fosse o deputado a meter o pé na poça) para que a actriz possa ser a protagonista da próxima novela de Glória Perez. Que responsa!

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