Novidade

Este blogue mudou-se. Está agora no facebook. Um dia voltará a viver no blogger, numa casa nova e moderna. Até lá, boas novelas!
Para TODOS os fãs de telenovelas Brasileiras e Portuguesas espalhados pelo mundo.
Portuguese blog about Brasilian/Portuguese tv soaps for fans all over the world.

email desactivado por google devido a spam
alternativa: novelas para recordar npr arroba gmail.com

Mostrar mensagens com a etiqueta novela Beleza Pura. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta novela Beleza Pura. Mostrar todas as mensagens

sábado, 4 de outubro de 2008

Melhor e Pior: Favorita e Beleza Pura

BELEZA PURA
Mais: - - - --------------------- - Menos:
++ Humberto Martins ******* - Ivete, Família e aglomerado
+ Carolina Ferraz *********** - Débora, Eduardo e filhas
+ Raul e Suzy *************** - Joana como médica
+ Bruno Mazzeo ******** - Química entre Joana e Guilherme
+ José Henrique e Sheila *** - Marcela Valente

FAVORITA
Mais: - - ----------------- - Menos:
+ Patrícia Pillar *********** - Claúdia Raia
+ Diva/Rosana/Kato *******- Lara
+ Christine Fernandes **** - os 8 anos de Camila
+ Fabrício Boliveira ********- Irene
+ Iran Malfitano ***********- escuridão escritório de Gonçalo
+ Helena Ranaldi ******- o até agora pouco desenvolvimento da
+ Mário Gomes ******* **** personagem de Suzana Faini
+ Selma Egrei *********** - Zé Bob como jornalista
+ Lilia Cabral *************- a atmosfera da redacção do jornal


Acrescenta?
Concorda ou discorda? Porquê?

Read more...

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

Beleza Pura - a história

Acredito não precisar ver muito mais adentro da história - nem sequer esperar para ver a reentrada das personagens que desapareceram no desastre de helicóptero, para poder dizer sem mudar depois de opinião, que considero a interpretação de Humberto Martins a melhor da novela.
De seguida acho que colocaria o actor que faz de «Gambazinho», o advogado José Henrique (Bruno Mazzeo) como aquele que melhor encarna a personagem que tem.
O núcleo da família de Helena não teria qualquer interesse sem Renato. Embora não me convença que um cirurgião plástico não fosse capaz de detectar o que o olhar comum depressa percebe, em termos de interpretação, o «macho» da actriz já convence. Ver o seu amigo Betão a se fazer passar por mulher, essa então é que não deu mesmo para acreditar. Principalmente com Renato a meter a mão na sua maça de adão.
Continua a degostar do núcleo Débora e companhia. Consigo ver as personagens dos actores no papel e simplesmente acho que outros seriam capazes de fazer melhor. Não fico convencida de que «Débora» é uma dona de casa, sensível que desconhecia como gerir certas coisas. Ele não parece que trabalha, não parece o herói que no papel é nem ter toda essa sensibilidade que a personagem tem para o sexo feminino. Também exageram na quantidade de vezes que as suas personagens aparecem na história- muitas delas em situações absurdas sem interesse para o conjunto da obra.
As filhas do casal também não convencem. Não parecem se odiar, apenas representar. A história que as envolve é desinteressante e um tanto «já visto». Quando é que as duas vão virar melhor amigas? Alguém ensina este quarteto Klaus, Fernanda, Luiza e Anderson que existem outros garotos e garotas por aí para namorar?
Outra que tem cenas a mais é a personagem de Zezé Polessa. A «Ivete» está em todas. Acho que cena sim, cena não, são intercaladas com cenas em que Ivete está presente. Se formos a ver, nesta novela cheia de «egos e actores de primeira», as personagens principais têm pouco destaque. Acho até que a menos desenvolvida por força das circunstâncias é Norma, a vilã da história. A ela cabe-lhe sempre tomar as mesmas atitudes, de início ao fim da novela: aprontar para ter o Guilherme, ser desmascarada e continuar no mesmo até ao final. Li na imprensa que Carolina Ferraz não gosta da personagem e dos textos. A personagem é boa, o texto também, e ela faz a Norma muito bem. Mas não é muito desenvolvida. Se tivesse lido que não está contente com o pouco desenvolvimento da personagem na história, concordaria.
Todas as personagens têm um desenvolvimento enorme. Até as secundárias passam a ter mais destaque e a participar mais no desenvolvimento. O empregado da Beleza Pura, o dinamarquês Erik, o mordomo da casa de Robson, Sheila e por aí adiante. Se Norma não tivesse cenas de troca de confidências com Suzy, a sua contribuição para a história ficava reduzida a metade e restrita às cenas de sabotagem a Guilherme e Joana.

Read more...

quarta-feira, 9 de julho de 2008

Impressões noveleiras (01) e novidades

Não sei se posso continuar a dizer que a trama de Beleza Pura inova por fugir aos clichés. No episódio de ontem existiu um rapto e, embora seja refrescante ver Joana com um «celular» no bolso e pedir ajuda, não é tão fresco o facto deste perder de seguida a bateria. A cena que se segue, de pancada nos sequestradores também não é tão nova assim. E como de costume na ficção, umas pancadas são suficientes para colocar logo a pessoa inconsciente. Em dose dupla. Sucesso imediato com o primeiro bandido, para depois, com um molhe de chaves, não terem a que abre a porta para fugirem. Surge então o outro sequestrador que, tal como o primeiro, desmaia após levar com uma cadeira na cabeça. Pena é que não ficaram inconscientes o tempo suficiente para a polícia os apanhar.

Mas o que está a descambar no cliché na trama é a situação de “Mateus”. Uma mulher vestida de homem. Aquilo convence alguém? Muito menos convenceria um cirurgião plástico, habituado que está a conhecer o corpo humano. Logo de início achei este núcleo o menos interessante e o destaque que ganha na trama não traz frescura alguma.

Outra situação cliché em desenvolvimento, é ter alguém a querer contar a outro alguém, alguma coisa, e a pessoa não o permitir. Um tanto patético o facto de ninguém escutar o adolescente Claus, que procura alertar as pessoas para os maus tratos no orfanato. Acho que, por esta altura, já lhe teriam dado ouvidos ou averiguado.

Outro aspecto que não consigo apreciar, é a situação do namoro de Débora com Eduardo. E o que mais me incomoda, é ela. Aquilo não é dona de casa, nem aqui, nem na China. Débora é suposto ser uma mulher muito simples, exímia nas tarefas domésticas. No entanto, parece que não sabe estrelar um ovo. Muito menos tricotar aquela camisola fora de década que Eduardo elogia. Esta dona de casa é demasiado «plastificada» e não mostra a desenvoltura física própria de quem só faz ser mãe e cuidar da casa. Já não se fazem domésticas como antigamente!


.
Os pontos positivos para a trama estão à conta da comédia. Mesmo a malvada Norma, autora cerebral do rapto, consegue dar um “fora” na sua melhor amiga, com classe. Raqueli e o seu histerismo por causa de Robson e a relação de Raul e Suzy mantém o interesse. Os trambiqueiros Bruno Mazzeo e Carol de Castro (José Henrique e Sheila) estão muito bem. Humberto Martins também. Mas se não tomar cuidado, Beleza Pura pode cair nos clichés que afundam «7 Pecados».





Das três novas novelas, esta parece indicar ser a mais frágil. Mas veremos com o desenvolvimento. Começo pelos pontos altos: no episódio de ontem, a cena mais forte, foi a da imolação da personagem interpretada por Deborah Secco. Ponto positivo (positivíssimo) também, para a dupla Mário Gomes e Christine Fernandes. Os dois são fenomenais. O actor que faz de filho do deputado também está interessante e talento e naturalidade transborda da actriz que faz de mãe de Rita (Christiane).


Pontos Negativos:
1) A escuridão do escritório de Mauro Mendonça (Gonçalo). Como é possível conduzir negócios numa atmosfera taciturna? Se fosse quarto de dormir…

2) Dodi. Simplesmente Murílo Benício, apesar do seu talento, não encaixa bem na personagem. E o pior é o figurino. Sempre de fato (terno) com camisas (??) coloridas de golas largas… se isso já não é escrever na testa «sou bandido» não sei o que será. O visual está muito de malandro, para acreditar sequer na sua competência nos negócios. Parece um gigolo, (lembram-se de Richard Guere no filme?) e mais sinistro fica com barba. Dá a sensação de estar mascarado. E caros leitores: este já entrou no clube dos repuxados.

3) A franja de Tais Araújo (Alicia). Uma mulher bonita, cuja estampa se favorece ao mostrar um palmito de testa, com a beleza apagada naquele penteado longo, escuro, escorrido e de franjinha (esqueci o termo brasileiro). Esta chega-lhe ás pestanas (cilos), o que a apaga por completo. Se bem que numa cena de ontem, dava para ver as sobrancelhas. Melhorou bastante! O comprimento e o corte também não a favorecem. Que tal uma tesourada nesse cabelinho, como vingança? Que cena deliciosa!



Esta é a trama certa para o horário da noite. Ciranda de Pedra é suave, bonita, própria para o horário em que vai para o ar. Encanta como só as novelas de época conseguem. Pontos positivos são muitos. Negativos, nem tantos. Estranho o facto de Natércio, tão malévolo que é, deixar a mulher viver a vida dela na casa de outro, sem arquitectar planos de vingança ou resgate. Já soube de homens maus, e nenhum fica passivo...
.

.

Numa cena recente, gostei de ver a «imagem» que Elzinha, o biscoito fino, e Eduardo fazem juntos no ecrán. As suas personagens fariam um belo casal. Até têm mais a a ver um com o outro: Elzinha é activa e despachada e Eduardo não lhe fica atrás. Além disso, em ambos mora um bom coração.
.

.

Adoro ver o Osmar Prado (Cicero). Ele tem presença. Consegue chegar e roubar a cena, ao mesmo tempo que é generoso, e partilha-a com os restantes. Pelo menos, essa é a impressão que me passa. Também me agrada o facto dele ter uma «esposa» imensamente alta ao lado dele, e isso não parecer ser qualquer problema. Já repararam que a produção não recorre a nenhum truque para fazer o actor ficar mais alto quando contracena com Mónica Torres? Louvável.
.

.

Não estou a apreciar a relação da tenista com o costureiro. É muito batido. Ás tantas, ele não passa de um intrujão. Mas que aquela sombra dele, que não mete medo a ninguém, consegue ser diabólica, lá isso consegue. Então não é que esteve em dois lugares ao mesmo tempo? Enquanto observava a partida de ténis a decorrer, Ferdinando estava também a conversar com Afonso na esplanada. Espantoso! Ou se trata de um errozito de alinhamento, tal como foi o vestido azul/preto de Laura num episódio recente (o do beijo na boca tascado por Daniel na frente de Natércio)?
.

.
A menina que faz de Lindalva é super engraçada. E ao contrário de ... sabem quem, tem uma desenvoltura física rara de aparecer em actores mirins. Porém, desde que o menino de Rua foi viver para sua casa, a menina desapareceu de cena... estão a trancar a Lindalva no quarto?
.
.




.

As Crianças das novelas:
.

Na novela A Favorita, os filhos de Mário Gomes e Bel Kutner portaram-se muito bem na cena em que estão com fome e a mãe dá-lhes pipocas para comer. Dão a entender que aquilo é habitual e tentam ir passear com a mãe só para poderem comer o que na festa vão encontrar. O pior é que existe mesmo gente… aqui é comédia mas dá pouca vontade de rir na realidade.

A adorável, super natural Lindalva (Ana Karolina Lannes), a criança que em Ciranda de Pedra é tão encantadora. Esta menina é cativante! Não acham? Talento parece mesmo não se medir aos palmos J que cresça e se mantenha.



.

Novidades:

Se em Sete Pecados, Cláudia Raia levou com uma bomba na «tromba» para sair e se preparar para assumir a Donatella, por motivos idênticos Juliana Pães vai desaparecer da trama de A Favorita. A jornalista Maíra será assassinada (dizem que por Donatella, embora actualmente, faria mais sentido se fosse o deputado a meter o pé na poça) para que a actriz possa ser a protagonista da próxima novela de Glória Perez. Que responsa!

Read more...

segunda-feira, 9 de junho de 2008

Beleza Pura Impressões

Prestei ainda pouca atenção a esta novela mas pelo que tenho acompanhado, depressa cheguei àquela que considero a melhor interpretação. Humberto Martins, comedido nas emoções, contido, instrospectivo e com laivos de explosões de temperamento que só se permite ter na privacidade do isolamento, está excelente. Reparem nos pormenores que ele dá à personagem, que lhe conferem mais credibilidade. Beleza Pura ganhou hoje outro ponto extra na minha avaliação, ao colocar uma personagem muito peculiar. O psiquiatra.
.
Quando Renato (Humberto) desabafa com o profissional este revela uma personalidade delirante e aconcelha de verdade o seu paciente a executar um assassinato. Ainda bem que aqui, a novela afasta-se da psiquiatria da ficção e entra mais na autenticidade. Até a própria "classe" se assume, orgulhosa, como "doida da cabeça"*. Vá entender-se.
.
Já se adivinham desenvolvimentos na trama que podem puxar o interesse. O facto da protagonista, Joana, chegar a se sentir dividida entre o afecto dos dois apaixonados, sendo que cada qual é parecido e diferente, consoante a característica da personalidade que escolham revelar.
.
O temperamento agressivo de Guilherme é conhecido desde o início. É intempestivo. Renato é contido mas tem os mesmos impulsos quando as coisas não lhe correm como deseja.
Veremos como esta novela continuará a ser recebida em Portugal, no horário das 18.00 horas a que é exibida.
.
*Não se pretende denegrir ninguém ou ofender uma classe. Afirmação baseada em conhecimentos, observações e experiências acumuladas.

Read more...

face

    © Blogger template by Emporium Digital 2008

Back to TOP