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sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Preferidos e Preteridos - O Cravo e a Rosa


A novela "O Cravo e a Rosa" está em reposição na SIC. Quero saber:

qual(is) a(s) melhor(es) interpretação(ões)?


Quem vai pior?


Agora que podem reavivar a memória, contem lá o que vos parece.

Confesso não apreciar Drica Moraes («jovem» Marcela). Não gostei da primeira vez, não estou a gostar da segunda. Acho que não encarna bem a personagem, esta não lhe cai bem e faz-me avançar com a imagem quando aparecem cenas com ela.



Outro ao qual isso acontece é Carlos Vereza (Sr. Joaquim). Parece-me sempre que o actor não muda de personagem. Está sempre a fazer a mesma, fala e move-se do mesmo jeito. Não aprecio tantos "hummms" e as longas pausas que faz. As suas cenas duram mais do que devem e são cheias de silêncios. Mas acho-lhe piada.

Leandra Leal aqui com a sua "Bianca" irritou-me qb da primeira vez que a vi. Achei-a errada para o papel. Irritava-me os seus pulinhos, a voz baixinha e o ar insonso. Desta segunda vez comprendo melhor a personagem, mas continuo a não gostar de ver Leandra nela. Até a indumentária lhe cai mal.

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sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

A Favorita: Os melhores

Não há dúvidas: quer se goste ou não, alguns actores são melhores que outros. Está bem que factores externos influenciam a prestação das pessoas: a qualidade da personagem, o momento em que é interpretada, a relação com os colegas e o autor,etc, etc...
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No episódio de ontem da novela "Favorita", deliciei-me com a interpretação de Ary Fontora (Silveirinha). Brilhante! Simplesmente, genial! A lembrar o sucesso que fez como «seu Nôno» em Amor com Amor se Paga. Registo diferente, igual talento. A forma como muda, o facto de nunca sabermos o que vai fazer ou agir, é tudo mérito do actor e das palavras escritas para a personagem. Acredito que os autores rejubilam com os vilões. Através deles, devem exorcisar muita malícia. Só assim se explica os M-A-R-A-V-I-L-H-O-S-O-S diálogos de Patrícia Pillar (Flora). A actriz não só agarrou a personagem à altura, como elevou a barra e vai mais além. Fico a vê-la e fico a pensar: deve ser maravilhoso fazer esta figura tão má e dizer tantas maldades!

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Murilo Benício (Dodi), que de início não pareceu agarrar a personagem e vice-versa, também está a sair um vilãozinho de respeito. O cabelo oxigenado de louro só lhe fica bem.
Mauro Mendonça (Gonçalo) é aquele que, sendo do núcleo dos bons, melhor soube agarrar a sua personagem. Esteve à altura e soube fazer o seu "Gonçalo" de forma perfeita.
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"Orlandinho e Céu" (Iran Malfitano e Seborah Secco) também estão bem entrosados. Parece fácil de fazer esta dupla mas, se formos a reparar aqui e ali, é puro talento. Foram arranjar uma "vovó" (Suely Franco) que também diz umas coisas muito interessantes e revela ver a vida de um modo muito despreconceituoso. Nada a ver com a "vovó" enjoada de Glória Menezes.
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Digam o que disserem, se Claúdia Raia (Donatella) tivesse sido a escolhida para ser a desfavorita, nunca teria feito o papel de forma tão convincente. Ela já fez de vilã em "7 Pecados" e foi péssima - uma das suas piores interpretações.
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Outros atores e atrizes também estiveram bem nas personagens mas, por mais ou menos desenvolvimento na trama, os seus talentos brilharam muito mas não até ao fim, ou brilharam pouco, mas ficaram para brilhar. É o caso de Ângela Vieira (Arlete), Helena Ranaldi (Dedina), Christine Fernandes (Rita), Mário Gomes (Gurgel), Genésio de Barros (seu Pedro), Fabrício Boliveira (Didu), Selma Egrei (Dulce), Roberta Gualda (Greice), Lilia Cabral (Catarina) e Giulia Gam (Diva).
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Mas o tempo passa, a roda gira, e nunca que sabe o que nos vai surprender. Mas uma coisa é certa: as plásticas que tantos atores e atrizes fazem para parecer mais jovens, não ajudam em nada quando querem convencer num papel. Em nada mesmo... poucos conseguem manter o aspecto com naturalidade. Como será que Regina Duarte conseguiu? Ela lá mantém a sua carinha laroca e a plástica não parece ter prejudicado a sua face. Sortuda! Deve ser das poucas...

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quinta-feira, 21 de agosto de 2008

Beleza Pura - a história

Acredito não precisar ver muito mais adentro da história - nem sequer esperar para ver a reentrada das personagens que desapareceram no desastre de helicóptero, para poder dizer sem mudar depois de opinião, que considero a interpretação de Humberto Martins a melhor da novela.
De seguida acho que colocaria o actor que faz de «Gambazinho», o advogado José Henrique (Bruno Mazzeo) como aquele que melhor encarna a personagem que tem.
O núcleo da família de Helena não teria qualquer interesse sem Renato. Embora não me convença que um cirurgião plástico não fosse capaz de detectar o que o olhar comum depressa percebe, em termos de interpretação, o «macho» da actriz já convence. Ver o seu amigo Betão a se fazer passar por mulher, essa então é que não deu mesmo para acreditar. Principalmente com Renato a meter a mão na sua maça de adão.
Continua a degostar do núcleo Débora e companhia. Consigo ver as personagens dos actores no papel e simplesmente acho que outros seriam capazes de fazer melhor. Não fico convencida de que «Débora» é uma dona de casa, sensível que desconhecia como gerir certas coisas. Ele não parece que trabalha, não parece o herói que no papel é nem ter toda essa sensibilidade que a personagem tem para o sexo feminino. Também exageram na quantidade de vezes que as suas personagens aparecem na história- muitas delas em situações absurdas sem interesse para o conjunto da obra.
As filhas do casal também não convencem. Não parecem se odiar, apenas representar. A história que as envolve é desinteressante e um tanto «já visto». Quando é que as duas vão virar melhor amigas? Alguém ensina este quarteto Klaus, Fernanda, Luiza e Anderson que existem outros garotos e garotas por aí para namorar?
Outra que tem cenas a mais é a personagem de Zezé Polessa. A «Ivete» está em todas. Acho que cena sim, cena não, são intercaladas com cenas em que Ivete está presente. Se formos a ver, nesta novela cheia de «egos e actores de primeira», as personagens principais têm pouco destaque. Acho até que a menos desenvolvida por força das circunstâncias é Norma, a vilã da história. A ela cabe-lhe sempre tomar as mesmas atitudes, de início ao fim da novela: aprontar para ter o Guilherme, ser desmascarada e continuar no mesmo até ao final. Li na imprensa que Carolina Ferraz não gosta da personagem e dos textos. A personagem é boa, o texto também, e ela faz a Norma muito bem. Mas não é muito desenvolvida. Se tivesse lido que não está contente com o pouco desenvolvimento da personagem na história, concordaria.
Todas as personagens têm um desenvolvimento enorme. Até as secundárias passam a ter mais destaque e a participar mais no desenvolvimento. O empregado da Beleza Pura, o dinamarquês Erik, o mordomo da casa de Robson, Sheila e por aí adiante. Se Norma não tivesse cenas de troca de confidências com Suzy, a sua contribuição para a história ficava reduzida a metade e restrita às cenas de sabotagem a Guilherme e Joana.

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