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terça-feira, 25 de agosto de 2009

Caminho das Índias: Lima Duarte

Encontrei um artigo sobre a novela "Caminho das Índias" e o ator Lima Duarte. Todos sabem que este ator não é de ficar calado. Não que procure conflictos, mas acaba por ficar ali no limbo...
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As suas personagens na Tv, têm tendência a ser umas grandes "melgas". Com diálogos demasiado longos e demasiadas cenas - que nem sempre se justificam no conjunto da trama. Mas trata-se de Lima Duarte, um ator veterano, respeitadíssimo, e não fica bem este fazer uma novela numa personagem que não está à altura do seu estatuto. Daí que, nos últimos anos, tenha criado um rol de personagens chatinhas na televisão.
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De regresso na novela "Caminho das Índias", como Shankar, não é protagonista (nem podia), mas também tem cenas "forçadas". Como as que passa a debitar texto num diálogo desinteressante no ouvido de um "amigo" da sua casta. Quase sempre o tema de conversa são as suas preocupações com Bajuan ou as suas aspirações de vida. A função desta personagem é idêntica à do "amigo" de Baruan: servir de "penico" para que estas personagens de actores veteranos tenham com quem falar, enquanto os outros se desenvolvem mais na trama.
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Mas a responsabilidade não é dos atores, muito menos necessáriamente do autor, embora este sempre possa contornar a situação. A realidade é que as tramas têm muitas personagens e umas acabam por dar "mais sumo" que outras. Ás vezes, alguma fruta posta de parte tem sumo mas não é espremida, outras, espreme-se demais a fruta que não dá sumo...
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Eis a opinião do ator sobre a personagem e a novela:
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O final reservado a Shankar (Lima Duarte) em Caminho das Índias será completamente solitário. Embora faça um balanço positivo da novela, Lima Duarte diz que seu personagem não cresceu mais porque a relação entre ele e Márcio Garcia não funcionou. Fato, inclusive, que teria feito com que Bahuan tivesse de vir para o Brasil.
Não é que ele esteja mal no personagem. É que não é para ele. Márcio foi mal escalado. Ele pode fazer muito bem algumas coisas. Para viver um dalit, ele tinha de ter uma carga, um olhar. E não tinha – opina o ator.
Ele ainda diz que, quando Caminho das Índias começou, ele queria dar um tom à história, e Garcia veio com outro.
– Foi um choque para mim, mas não falei nada. Meu personagem também esvaziou um pouco por causa disso.
No final da novela, Shankar se transformará no que os indianos chamam de “sannyasi’, um renunciante.
Shankar abrirá mão de tudo e irá para as montanhas, como fez Gandhi. Doará toda sua fortuna e irá embora – revela Lima Duarte.
E, mesmo encantado com a cultura indiana e com a trajetória de seu personagem,o ator de 80 anos confessa que está ansioso para terminar o trabalho e se livrarda incômoda barba que teve de adotar para o papel.
Nós cometemos uma bobagem do ponto de vista de produção. Gravamos o final da novela lá na Índia, e eu estava com uma barba grande. Agora, a maquiagempediu que eu a deixasse crescer para chegar ao ponto em que aparece no desfecho– conta o ator.
Mas ele faz uma análise positiva do folhetim das oito:
Fiquei apaixonado pela cultura hindu. A Índia tem um povo fantástico. Gosto das coisas que o Shankar fala, queria até que ele falasse mais – diz Lima.
No entanto, antes de a história de Gloria Perez se despedir do público, Shankar passará por grandes emoções: terá um encontro marcante com Opash e ajudará Bahuan (Márcio Garcia) a encontrar seu caminho. Por enquanto, a sabedoria dobrâmane será útil para desmascarar Radesh (Marcius Melhem). Shankar desconfiará do espertalhão e revelará a farsa.

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quarta-feira, 28 de maio de 2008

As novelas da SIC


Não me passou despercebida a nova abordagem de divulgação das novelas da SIC, embora ainda as ache discretas e curtas. Já a meio da novela “7 Pecados” deu para perceber que havia alguma promoção entre a publicidade.

Não querendo desperdiçar tempo para a mesma, a altura de maior divulgação está nos separadores. Aquelas imagens rápidas de um segundo, que passam para dividir os programas dos anúncios.

Noutro momento, também de um minuto, a SIC ressuscita uma abordagem dos seus primórdios: o concurso. O espectador liga para um certo número e indica qual das três opções de caracácá é a resposta à pergunta do dia sobre a novela que se segue.

Beleza Pura também teve direito a um pouco de promoção. Cerca de 2 ou 3 minutos, na semana antes da estreia, levantavam um pouco o véu ás personagens.

Longe vai o tempo em que as promoções ocupavam maior destaque e eram mais interessantes de ver, com as chamadas de elenco importadas da Globo. Mas regressou á SIC o esforço e a consciência que, mesmo sendo novela da Globo, a audiência tem de ser namorada.

Outra mudança da SIC em relação ás novelas é que está a apressar o final de Desejo Proibido, com episódios que passaram a ter mais de uma hora de duração diária. O que contrasta bastante com a média de 40 minutos com a qual nos acostumou. Mas ainda bem. Talvez esta termine ao mesmo tempo que “Duas Caras”, que se estreou bastante antes mas ainda dura. Fiquemos apenas com uma novela da noite: Ciranda de Pedra.

Desejo Proibido no Brasil também foi forçada a precipitar um desfecho. A trama andava parada sem necessidade. Miguel e Laura não saíam daquele impasse dos beijos e abraços, o resto das personagens também andaram num passo pouco desenvolvido. A ordem de encurtar a novela trouxe de volta a dinâmica que teve quase sempre. Talvez agora até se desenvolva rapidamente demais. Com a filha do delegado a perder a virgindade sem mais nem menos, a outra com autorização imediata para namorar um comunista e este a investigar a morte de Henrique antes mesmo do corpo sair do posto médico para a autópsia.

Desejo Proibido é uma boa novela. Com um bom elenco e boas interpretações. Mas tem na história algumas incongruências. Uma delas é introduzir a enfermeira oportunista que fica grávida de Chico com olho na sua fortuna. No entanto, desapareceu, ao invés de andar atrás dela a marcar terreno. A novela começa com a necessidade de se construir uma ferrovia. Porém, as personagens lá conseguem viajar para S. Paulo com rapidez. Henrique chegou a fazê-lo em 24 horas, saindo de noite pela socapa até à cidade vizinha para apanhar o trem, e estando logo cedo de manhã já na penitenciária com o pai de Laura. Não é impossível mas… se calhar devemos perguntar a Lima Duarte, qual a distância que fica entre S. Paulo e PassaPerto. É que todos os Passapertences têm de apanhar o trem na cidade vizinha de Desemboque. Talvez por coincidência, ou quem sabe não, é esta a cidade onde o actor nasceu, em Minas Gerais.

José de Abreu está fantástico no desempenho de Chico. Como ele chorou pelo filho! Sem lágrimas, porque a Globo deixou de investir nesse efeito (todos choram sem verter água) porém com muita emoção e com um timming perfeito. Outro exímio é Murilo Rosa. Como está bem no papel. Apesar da plástica, que me faz confusão de olhar (aqueles rostos de cera, brrr....) a expressividade está um mimo.

A terminar, será que chegou a ir para o ar o último capítulo da série Amazónia, que é exibida na SIC entre as 3.30 da madrugada e as 5.30 de Domingo?

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