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Este blogue mudou-se. Está agora no facebook. Um dia voltará a viver no blogger, numa casa nova e moderna. Até lá, boas novelas!
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sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

A Favorita: Os melhores

Não há dúvidas: quer se goste ou não, alguns actores são melhores que outros. Está bem que factores externos influenciam a prestação das pessoas: a qualidade da personagem, o momento em que é interpretada, a relação com os colegas e o autor,etc, etc...
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No episódio de ontem da novela "Favorita", deliciei-me com a interpretação de Ary Fontora (Silveirinha). Brilhante! Simplesmente, genial! A lembrar o sucesso que fez como «seu Nôno» em Amor com Amor se Paga. Registo diferente, igual talento. A forma como muda, o facto de nunca sabermos o que vai fazer ou agir, é tudo mérito do actor e das palavras escritas para a personagem. Acredito que os autores rejubilam com os vilões. Através deles, devem exorcisar muita malícia. Só assim se explica os M-A-R-A-V-I-L-H-O-S-O-S diálogos de Patrícia Pillar (Flora). A actriz não só agarrou a personagem à altura, como elevou a barra e vai mais além. Fico a vê-la e fico a pensar: deve ser maravilhoso fazer esta figura tão má e dizer tantas maldades!

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Murilo Benício (Dodi), que de início não pareceu agarrar a personagem e vice-versa, também está a sair um vilãozinho de respeito. O cabelo oxigenado de louro só lhe fica bem.
Mauro Mendonça (Gonçalo) é aquele que, sendo do núcleo dos bons, melhor soube agarrar a sua personagem. Esteve à altura e soube fazer o seu "Gonçalo" de forma perfeita.
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"Orlandinho e Céu" (Iran Malfitano e Seborah Secco) também estão bem entrosados. Parece fácil de fazer esta dupla mas, se formos a reparar aqui e ali, é puro talento. Foram arranjar uma "vovó" (Suely Franco) que também diz umas coisas muito interessantes e revela ver a vida de um modo muito despreconceituoso. Nada a ver com a "vovó" enjoada de Glória Menezes.
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Digam o que disserem, se Claúdia Raia (Donatella) tivesse sido a escolhida para ser a desfavorita, nunca teria feito o papel de forma tão convincente. Ela já fez de vilã em "7 Pecados" e foi péssima - uma das suas piores interpretações.
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Outros atores e atrizes também estiveram bem nas personagens mas, por mais ou menos desenvolvimento na trama, os seus talentos brilharam muito mas não até ao fim, ou brilharam pouco, mas ficaram para brilhar. É o caso de Ângela Vieira (Arlete), Helena Ranaldi (Dedina), Christine Fernandes (Rita), Mário Gomes (Gurgel), Genésio de Barros (seu Pedro), Fabrício Boliveira (Didu), Selma Egrei (Dulce), Roberta Gualda (Greice), Lilia Cabral (Catarina) e Giulia Gam (Diva).
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Mas o tempo passa, a roda gira, e nunca que sabe o que nos vai surprender. Mas uma coisa é certa: as plásticas que tantos atores e atrizes fazem para parecer mais jovens, não ajudam em nada quando querem convencer num papel. Em nada mesmo... poucos conseguem manter o aspecto com naturalidade. Como será que Regina Duarte conseguiu? Ela lá mantém a sua carinha laroca e a plástica não parece ter prejudicado a sua face. Sortuda! Deve ser das poucas...

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sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

O purgante - A Favorita

Já é raro ver esta telenovela mas, de vez em vez, lá apanho qualquer coisa. Uma coisa temos de admitir: Silveirinha e Flora não estão tão enganados assim, quando chamam Lara de «pentelha» e «purgante». Convenhamos: a personagem é toda sem sal!!

Donatella também não lhe fica muito atrás. O que leva a pensar: Estes dois vilões execráveis, numa coisa têm razão...

Esta novela não parece estar bem servida de pessoas "do bem". São muito sem substância! São uma caricatura irrealista. E as interpretações, me desculpem, mas eles fazem aquilo bem há tanto tempo, que já fazem mal... algo que o actor tem bem presente, é a armadilha do mesmo ou semelhante.

Mal estão: Halley, Lara, o ex dela, e muitas das personagens do lado dos "bons". A fazer um bom trabalho continuam os actores que fazem de avôs de Lara, mas a avó, longe disso. É um tanto purgante.

E é assim...

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domingo, 17 de agosto de 2008

A assassina (Favorita)

Neste momento, tanto por cá em Portugal quanto pelo Brasil, penso que já todos sabem que é Flora a assassina na novela «A Favorita». A notícia chegou a ser publicada com direito a fotografias do acto nas revistas que falam de novelas.


Aqui em Portugal a trama vai com atraso em relacção ao Brasil. Neste momento, Lara «acabou» de conhecer Halley, Donatella começou a namorar a sério com Zé Bob e Catarina levou a sua primeira surra. Mas há muito que a culpa parece ser de Flora. Garanto que nesta fase, há pelo menos duas semanas que a culpa aponta na direcção de Flora. Ela age com calculismo, esperteza e frieza. Enquanto isso, a sua rival Donatella revela-se uma mulher que troca as mãos pelos pés, é insegura e incapaz de compactuar com uma mentira sem ficar com a consciência pesada. Ela vai ver Flora na cadeia após saber que esta é falsamente acusada de esfaquear um homem e olha a rival com pena e arrependimento. Flora é a mulher que ela jura ser a assassina! Só pode ser a mocinha...


Não vi o episódio de ontem, mas o de hoje mostra Flora e Irene a ter uma conversa. Irene diz que a sua expressão é de felicidade e Flora responde que deve ser porque dormiu bem. Logo a seguir, Maria do Céu procura Lara para confessar que Cassiano não lhe comprou o vestido e que mentiu, mas a mando de Donatella. E entrega-lhe um brinco como prova.
Está na cara que é armação de Flora. Na conversar com Irene, Flora diz que Gonçalo ainda se vai arrepender e que as provas vão começar a surgir. As provas plantadas, quer ela dizer. Não sei o que vai acontecer daqui adiante para que parte do público brasileiro acreditasse mais na culpa de Donatella. Mas o que Flora está a fazer agora, é fabricar provas. Logo a seguir o médico é seguido para ser alvo de chantagem de Dodi, que quer que ele mude o depoimento que inocentei-a Donatella. Ora, se isto não é atitude de pessoa culpada…

Silveirinha é o cérebro por detrás do início da derrocada de Donatella. Traz ao conhecimento de todos os 22 milhões de dólares, faz todos perderem a confiança em Donatella com a história do homem contratado para se esfaquear e instruí Dodi a chantagear o médico «veado». Continuo a achar que ele é movido por ciúmes. Só quando viu o amor entre a patroa e Zé Bob é que Silveirinha começou a agir assim. No passado, deve ter feito o mesmo em relação a Marcelo. Ele quer Donatella a todo o custo, mas esta vê nele um misto de empregado a pai! Silveirinha não tem chances.

No episódio de hoje, percebi o quanto a atitude de Catarina prejudica os seus filhos. Como pode uma adolescente e uma criança crescer saudáveis naquele ambiente? A postura de Catarina não ajuda. Ela permanece sem reacção e submete-se a tudo. Ela nega as agressões. Os filhos tentam ajudá-la, pedem-lhe para ir embora dali, e ela recusa. Quando desabafam o que está a acontecer e solicitam ajuda, Catarina chama-os de mentirosos. O comportamento de Catarina também tem efeitos negativos para os filhos.

Não consigo encontrar nesta novela uma prestação feminina que desgoste, ao ponto de não me convencer. Tenho lido críticas menos favoráveis à interpretação de Cláudia Raia mas, mesmo confessando que não a acho boa actriz e só gostei de a ver em Terra Nostra, não acho a sua prestação ruim ao ponto de a considerar má. O mesmo já não posso dizer do núcleo masculino.

É impressão apenas ou Thiago Rodrigues (Cassiano) é sempre o mesmo, dentro e fora dos ecrans, nesta ou em qualquer outra personagem? E aquela barba, por Deus, já em Páginas da Vida ficou provado que lhe fica tão mal!

Outro que parece ser sempre o mesmo é Tarcísio Meira (Copola). Tudo aquilo soa a algo que já vi uma, duas, três vezes. Ou o actor faz sempre tudo igual ou está sempre a fazer personagens iguais na televisão. Deste grupo de interpretações que não convencem, retiro Murilo Benício (Dodi). Agora que a sua personagem é assumidamente bandida, acostumei àquela barba estranha, ás roupas, à voz que já ouvi antes não sei onde…

Os melhores no feminino são Lilia Cabral (Catarina), que rouba a cena, Ângela Vieira (secretária de Gonçalo) que aparece pouco e sem grande desenvolvimento, mas marca presença, Christine Fernandes (Rita), que melhora com a idade, Helena Ranaldi (Dedina) que, tendo uma personagem apagadinha e com tendência para ser chata em oposição ao marido hippie, vira uma leoa com garras quando defende o marido das calúnias políticas. Também Ana Roberta Gualda chama a atenção. Fazer a Greice, com toda aquela simplicidade e emotividade não deve ser nada fácil e ela está perfeita. Outra que faz o papel melhor que ninguém é Selma Egrei, a Dulce, mãe de Rita. Ninguém faria com tanta credibilidade e tão bem conseguido, aquele personagem, em tão pouco tempo adentro da história.

Outras interpretações femininas estão também bem, mas não se destacam pela explosão de talento ou se destacam demais.
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No masculino tenho de elogiar Fabrício Boliveira, o actor de Deduzinho. Adoro a forma como consegue interpretar a sua personagem. Segue-se Mário Gomes. Está muito bem e consegue sobressair, no pouco espaço que tem para brilhar. Ele é o máximo. Segue-se o intérprete de Orlandinho. Simplesmente adorei a demonstração de talento por metro quadrado! Orlandinho começa como um patricinho filho de papai, naquilo que pensamos ser uma participação única e vira homossexual. O coitado foi visto pela última vez a ser arrastado por uns tantos gorilas contratados pelo seu próprio pai, para lhe ensinarem a ser «homem». Ainda há muito divertimento por vir!

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