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Este blogue mudou-se. Está agora no facebook. Um dia voltará a viver no blogger, numa casa nova e moderna. Até lá, boas novelas!
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quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Beleza Pura - final ridículo!

Estou neste momento a ver o penúltimo episódio desta novela e o adjectivo que me vem à cabeça, já sabem qual é... está no título.

O que é ridículo? Bem... a estupidez de Rakely. Ser jovem com pouca instrução é uma coisa, outra é ser débil mental. Com tempo e convivência, a própria vida se encarrega de encher a cabeça mais oca com algo de substância. Rakely é um insulto às pessoas que realmente sofrem de problemas mentais. «Há uma bomba no helicóptero» - constata alguém. Resposta de Rakely: "Eu adoro bomba"
- "Não é essa bomba"
- "Não?! Então é... bomba que faz pum-pum?"
Não é preciso exagerar! Burrice é uma coisa, ser uma idiota chapada é outra.
A personagem de Reginaldo Faria parece débil mental. Sempre adorei a composição e as personagens do actor, mas saiu-lhe na rifa cá uma patetice! Patética também, foi a cena no telhado com os diamantes. Na posição em que se encontrava, facilmente esticava o braço para a frente e dava o braço a agarrar juntamente com o saco dos diamantes. Mas tinham de cair e, claro, depois já foi possível elevar a pessoa para chão firme.
Enfim... sou eu (também), ou estas patetices já não são tão suportáveis??

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sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Personagens nas novelas

Cada vez mais, sinto vontade de acompanhar apenas algumas personagens numa novela. Por exemplo, em "Beleza Pura", novela que devia ter terminado à que séculos, podiam sair da trama todo o núcleo da Zezé Polessa, os filhos adolescentes e os respectivos pais e trocas e baldrocas. Também dispensava a Joana e o Guilherme. Quem ficava? A vilã de Carolina Ferraz, mas mais esperta, sem a sua obcessão fixa em Guilherme, o maravilhoso Renato, José Henrique e Suzy e Raul. Só talentos à medida.
Não fiquei com interesse por quase nenhuma personagem da novela 3 irmãs, cujos primeiros 3 episódios ainda acompanhei. Achei a de Regina Duarte interessante, mas livra se quero as mesmas histórias de sempre. Gostei da intepretação de Giovanna Antonelli, mas vamos ver para onde vai a história. Personagens com Cláudia Abreu e Luíz Gustavo são para esquecer. Muito tempo de antena, demasiado mesmo, e muito bocejo. Achei muito ruím a prestação de Marcos Palmeira (culpa da plástica?). Fica provado que ser dirigido pelo esposo/a pode ser muito desvantajoso. Gostei da história da gravidez de "Cecília Dassi" e da composição desta mas, tirando isso, nada agarrou.
O que se passa com as novelas? Ou será que já vimos muitas? Muito do mesmo, aguenta-se, aguenta-se, aguenta-se e dispensa-se!

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sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Novelas Curtas

As novelas deviam ser mais curtas. Se hoje perdem telespectadores é porque mantêm-se inflexíveis no que respeita à quantidade de capítulos. Ligo a Tv e vejo "A Favorita" ou ainda o mais gritante exemplo "Beleza Pura" e interrogo-me porquê estão elas ainda no ar. Já deviam ter terminado.
Não que precisem virar mini-séries mas estão longas. Não concordam?

Pode ser que, antigamente, as pessoas gostassem assim. Mas os tempos mudaram e estes, alteraram muita coisa. As ofertas de distracção ampliaram-se e tornaram-se mais apelativas e dinâmicas. É a internet, são coisas como este blog, são as playstation, os karaokê, etc e tal...
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Tudo na vida das pessoas acontece a um ritmo mais acelerado. Automóveis mais velozes, telemóveis com internet, bluetooth, câmeras de filmar, de fotografar, calculadoras, relógio, despertador, conómetro, nível, música, luz, cor, sistema de navegação inteligente, etc e tal...
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Dá para entender as mudanças e a nova velocidade que estas incutem no quotidiano. As novelas têm de acompanhá-la e adaptarem-se. É tão simples quanto isso. Renovam-se, por favor.

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quarta-feira, 25 de junho de 2008

Mais impressões

Ciranda de Pedra

Está a conquistar-me. Ainda vai no início mas estou a achá-la simpática. Ao contrário do que se pensa, esta novela não é um remake. Ela é uma nova visão da mesma história, ambientada nos anos 50, com base no livro mas também, na outra novela.

Apenas duas personagens, até agora, não me convencem: Frau Heta e a Prof. Margarida. Em relação a esta última, já disse que acho Cléo pouco expressiva. Ou melhor: algo no seu desempenho corporal contrasta com o pretendido, e soa a falso. Falta-me ver a actriz no papel de vilã. No de mocinha não convence ou alguma vez convenceu.

A Frau Heta de Ana Beatriz Nogueira não tem uma ponta de sotaque alemão. Nem sotaque, nem hábitos ou trajectos. Talvez a solução seja descobrir que nem alemã ela é. Nada nela nos faz saber a sua origem. Não fossem os outros chamá-la pelo nome que tem. Verifiquei que a actriz, que tanto quanto sei estava a trabalhar na rede Record, até pronunciou uma mesma frase comum ás personagens de Ciranda de Pedra e Essas Mulheres, com o mesmo timbre, trejeitos, postura e linguagem corporal. Não esperava uma Frau Heta nem sequer semelhante à de Norma Brum. Cada actor tem a sua maneira de ser e mostrar um personagem. Mas sinto falta de autenticidade. De algo que denuncie a sua origem alemã. Uma maldade mais marcada, uma ameaça que fique no ar com o peso de temor, algo assim. Esta Frau Heta de 1950 apenas me parece uma pessoa que quer ser má, mas não é. A sua interpretação não mete medo ou intimida.

Mas a trama ainda vai no início. Tem de se ver que direcção as personagens vão tomar no resto da história. Sabe-se que é suposto Laura morrer e aí a trama muda de rumo. Ana Paula Arósio é uma actriz que estou ansiosa por ver de vilã. Desde Terra Nostra, nas cenas em que Madame Janete conta a sua versão da história do parto colocando Giuliana de vilã e também nas cenas em que esta foi verbalmente agressiva com Paola e Mateu, que o olhar intenso da actriz promete uma vilã de meter medo. Talvez desse uma Frau Heta muito mais temida! Quem sabe por altura da 3ª versão da obra? :) Afinal, não são as mais bonitinhas aquelas que conquistam de loucura os homens.

Beleza Pura:
Norma é a vilã que não conseguimos odiar (ainda). Ela faz as suas traquinices com charme, inteligência e até simpatia. O que praticamente eclipsa o facto de ter sido ela a responsável pela sabotagem do helicóptero Carcará. Aliás, que nome curioso! Porquê Carcará? Sempre achei que era um nome pejorativo, pois acrescido de sanguinolento, era assim que Major Bentes e Demóstenes, da novela Fera Ferida, se referiam a Flamel (Edson Celulari) para o ofender. Porquê baptizar com tal cognome tal projecto?

Nesta novela, as interpretações que menos gosto de ver, são, sem dúvida, a do casal Eduardo e Débora. Não me convencem. Talvez não ajude que toda a situação que os dois vão viver seja previsível e até já vista antes. Mas são as fracas interpretações que, a meu ver (e até agora) não dão mais interesse às suas histórias. Afinal, quase tudo pelo menos uma vez já foi feito antes. A história entre os dois tem muito interesse em termos de desenvolvimento. Os dois a apaixonarem-se e a descobrirem as suas semelhanças pelas diferenças dos ex-conjugues, a afinidade que promete ser mais sólida que as relações anteriores que, afinal, estavam cheias de defeitos… só que, para mim, não sinto essa projecção nas interpretações. São banais. Perdoem-me os actores, com quem simpatizo, mas é a impressão que me dá.

Gosto de ver os “coadjuvantes” das personagens principais, a Suzy e o Raul. Ela então, é uma delícia. Com aquela voz tranquila, diz as maiores das barbaridades a nível de vaidades e preconceitos, com um jeito natural que quem a escuta, quase não percebe a conotação crítica e exigente que tem. É por este tipo que os homens caiem! As espertinhas.

Quando digo que Beleza Pura foge a certos clichés, falo, por exemplo, do facto de Norma ter denunciado a presença não autorizada de Guilherme nas ex-instalações de trabalho e este, ao invés de desconfiar dela apenas por um instante para logo de seguida se redimir em desculpas e arrependimento ou depositar uma cega na amizade dos dois, fica desconfiado e não muda de ideias. Outro exemplo é Joana descobrir na presença de Guilherme a sua culpa no acidente com o helicóptero e sair a correr, sendo seguida por este. Ao invés dela conseguir entrar no táxi e ele ficar a lamentar não a ter conseguido alcançar, como é cliché acontecer, Guilherme alcança-a e os dois, voltam a fugir ao cliché ao não se separarem após a troca de mais umas palavras intepestivas. Ao invés, ele a leva no carro e os dois conversam de seguida, no apartamento. São situações que, muito facilmente podiam cair nestes clichés, mas Beleza Pura parece se esquivar deles. Ainda bem.

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sábado, 14 de junho de 2008

Beleza Ciranda Pura de Pedra

Já vi com mais atenção estas duas novelas que se estrearam. São ambas agradáveis de acompanhar. Como um ursinho de peluche: estão ali, são engraçadas, fofas. Um grande ponto a favor de ambas, é que nenhuma nos presenteia com dejá-vus atrás de dejá-vus e coisas mais que ditas e feitas, como é o caso de toda a trama de 7 Pecados. Têm algo de fresco e suave.
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Outro aspecto favorável, para Beleza Pura é que, ao contrário de Ciranda de Pedra, a história é pioneira e nunca foi transformada em roteiro de televisão. Nesse aspecto, a outra será mais "fácil" de fazer, pois já se conhece a história e os defechos das personagens. Beleza Pura retrata as mesmas histórias comuns, de amor, triângulos amorosos, sabotagem, intrigas... mas consegue fazê-lo sem recorrer ao "mais que visto". É engraçada. Assim como "Ciranda", dá para acompanhar com gosto, que distrái e diverte.
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CIRANDA::
Coitado de Marcelo Antony. No que respeita a viver uma história de amor com Ana Paula Arósio, não tem sorte. Nem em Terra Nostra, onde não era correspondido, nem em Ciranda de Pedra, onde é. Laura ama Daniel, mas nem com uma filha em comum, o casal consegue a união! Não desistam. Dizem que há terceira é de vez.
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Ponto negativo vai para Cléo Pires. Deve ter puxado mais ao pai. Acho bem que se dêm muitas oportunidades e um variado leque de personagens para um actor se expressar neste veículo. Mas Cléo parece-me apagadinha na expressividade, além da dicção que por vezes não entendo ou oiço. O mesmo problema sempre teve Daniel Dantas. É mais difícil acreditar num vilão cujas ameaças por vezes desaparecem por entre sílabas que parecem pronunciadas para dentro.
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A ganhar pontos, outra filha de actores: Leandra Leal. Não se pode dizer que surpreenda, pois a actriz já provou antes saber domar tais personagens. Ainda assim, há que dizer que é uma interpretação gostosa de ver. Assim como a de Osmar Prado. Também não surpreende, pois o seu talento para tais figuras já é conhecido. O actor nunca deixou de interpretar muito bem uma personagem , fosse qual fosse, grande ou pequena, na Globo ou fora dela. Sem dúvida, um talento a mercer maior reconhecimento.
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Não sei porquê criticaram o facto de Arósio estar a interpretar uma mulher numa faixa etária ligeiramente superior à sua. Além de estar bem (desde que não dê em histérica) e não ser iverosímel, estou cansada de ver homens mais velhos a interpretarem moços novos e a namorar meninas que podiam ser suas filhas. Só incomoda quando muda o género?
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Compreendo um dos problemas: existem actrizes na faixa etária adequada, igualmente talentosas. Para mulheres, é sempre muito mais difícil obter um papel. Ás vezes não se lembram delas. E mais depressa uma mulher interpreta um papel de outra mais velha, que o contrário. Parece por isso, que a carreira de actriz e a disponibilidade de papéis é muito mais reduzida.

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quarta-feira, 28 de maio de 2008

As novelas da SIC


Não me passou despercebida a nova abordagem de divulgação das novelas da SIC, embora ainda as ache discretas e curtas. Já a meio da novela “7 Pecados” deu para perceber que havia alguma promoção entre a publicidade.

Não querendo desperdiçar tempo para a mesma, a altura de maior divulgação está nos separadores. Aquelas imagens rápidas de um segundo, que passam para dividir os programas dos anúncios.

Noutro momento, também de um minuto, a SIC ressuscita uma abordagem dos seus primórdios: o concurso. O espectador liga para um certo número e indica qual das três opções de caracácá é a resposta à pergunta do dia sobre a novela que se segue.

Beleza Pura também teve direito a um pouco de promoção. Cerca de 2 ou 3 minutos, na semana antes da estreia, levantavam um pouco o véu ás personagens.

Longe vai o tempo em que as promoções ocupavam maior destaque e eram mais interessantes de ver, com as chamadas de elenco importadas da Globo. Mas regressou á SIC o esforço e a consciência que, mesmo sendo novela da Globo, a audiência tem de ser namorada.

Outra mudança da SIC em relação ás novelas é que está a apressar o final de Desejo Proibido, com episódios que passaram a ter mais de uma hora de duração diária. O que contrasta bastante com a média de 40 minutos com a qual nos acostumou. Mas ainda bem. Talvez esta termine ao mesmo tempo que “Duas Caras”, que se estreou bastante antes mas ainda dura. Fiquemos apenas com uma novela da noite: Ciranda de Pedra.

Desejo Proibido no Brasil também foi forçada a precipitar um desfecho. A trama andava parada sem necessidade. Miguel e Laura não saíam daquele impasse dos beijos e abraços, o resto das personagens também andaram num passo pouco desenvolvido. A ordem de encurtar a novela trouxe de volta a dinâmica que teve quase sempre. Talvez agora até se desenvolva rapidamente demais. Com a filha do delegado a perder a virgindade sem mais nem menos, a outra com autorização imediata para namorar um comunista e este a investigar a morte de Henrique antes mesmo do corpo sair do posto médico para a autópsia.

Desejo Proibido é uma boa novela. Com um bom elenco e boas interpretações. Mas tem na história algumas incongruências. Uma delas é introduzir a enfermeira oportunista que fica grávida de Chico com olho na sua fortuna. No entanto, desapareceu, ao invés de andar atrás dela a marcar terreno. A novela começa com a necessidade de se construir uma ferrovia. Porém, as personagens lá conseguem viajar para S. Paulo com rapidez. Henrique chegou a fazê-lo em 24 horas, saindo de noite pela socapa até à cidade vizinha para apanhar o trem, e estando logo cedo de manhã já na penitenciária com o pai de Laura. Não é impossível mas… se calhar devemos perguntar a Lima Duarte, qual a distância que fica entre S. Paulo e PassaPerto. É que todos os Passapertences têm de apanhar o trem na cidade vizinha de Desemboque. Talvez por coincidência, ou quem sabe não, é esta a cidade onde o actor nasceu, em Minas Gerais.

José de Abreu está fantástico no desempenho de Chico. Como ele chorou pelo filho! Sem lágrimas, porque a Globo deixou de investir nesse efeito (todos choram sem verter água) porém com muita emoção e com um timming perfeito. Outro exímio é Murilo Rosa. Como está bem no papel. Apesar da plástica, que me faz confusão de olhar (aqueles rostos de cera, brrr....) a expressividade está um mimo.

A terminar, será que chegou a ir para o ar o último capítulo da série Amazónia, que é exibida na SIC entre as 3.30 da madrugada e as 5.30 de Domingo?

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quarta-feira, 7 de maio de 2008

Actualizações das Novelas

Terra Nostra:
Espero que chegue depressa ao fim. Já cansei. Não pensei que a esta altura da trama tudo ia voltar ao início. Guilhermecino a ser dócil e simpático com Mateu, assim como toda a família, para ver se este volta a se interessar pela filha. E Mateu vai cair na mesma esparrela outra vez? Isto torna a trama tediosa, repetitiva. Continuo a achar a relação de Mateu e Juliana uma estupidez sem sentido. Não faz sentido que esta esteja de mal com ele. Supostamente, porque ele é ciumento, mas quem se comporta como tal é ela. O carácter que nos foi apresentado dos dois no início da história não é o mesmo que verificamos desde que chegaram à pensão e juntaram os trapinhos. Esta história é uma estupidez pegada.

Estreias:
Sete Pecados e Desejo proibido estrearam no mesmo dia: 14 de Janeiro. Mas a primeira já está a terminar. Em substituição vem “Beleza Pura”. Quando? Não se sabe. Vai estrear “em Maio” e é tudo o que anunciam.

Ainda não estreou e já uma coisa me incomoda: os rostos plastificados. Protagonistas e coadjuvantes que conhecemos de outras novelas, com uma aparência com algo de errado… este é um tópico á muito em falta neste blog, que quero mesmo explorar.


Sobre “Beleza Pura” sei apenas que Edson Celulari, de 50 anos, vai ser o par romântico de Regiane Alves, que deve estar nos trinta ou quase. O problema é que esta é filha de Cristiane Torloni, também com 50 anos de idade na vida real mas que na novela, é uma mulher de 30 e muitos. Ora bolas! Será que não arranjam protagonistas mais jovens, quando é suposto estes serem jovens na casa dos 30 e muitos? Daqui a 25 anos vamos ver Regiane Alves a protagonizar uma novela onde esta ela é uma jovem recém-licenciada.

Não sou apologista de tudo ser juventude, mas dispenso a aparência madura porém plastificada. Cirurgias e injecções para aparentar ter 20. Fica horroroso! E pior é quando as de 20 também fazem o mesmo. Pelas imagens que já vi de Regiane Alves na novela, achei a sua fisionomia já algo plastificada. Ora, porquê uma jovem que ainda tem o frescor da juventude vai fazer coisas ao rosto para parecer uma velha que quer parecer nova? No capisco, pronto!


Mistérios:
Os de Desejo Proibido até parecem de simples explicação. Como um bom mistério deve ser. Ao que parece, André, o filho de Viriato, é também de Cândida e anda na casa dos 30 e poucos. Confesso que não aparenta mas na história, essa é a idade apontada da personagem. Se mais mistérios houverem, espero que seja um que envolva Henrique.

Continuo a adorar a prestação de José de Abreu e a do protagonista Murilo. Esta novela destaca-se também por um outro feito: a de ter no elenco actores já de uma certa idade, que incorporam as suas personagens condicionados ao que a idade muitas vezes impõe: a mobilidade mais limitada, alguns movimentos involuntários enfim, toda uma linguagem visual e corporal muda.

Mas aqui existe um cuidado, uma atenção, um carinho, um respeito e reconhecimento para com os actores séniores e assim vemos Claúdio Marzo (dizem que com 67 anos), Eva Wilma (75) e Lima Duarte (78). Uns mais condicionados que outros, todos a encarnar as suas personagens com uma entrega e profissionalismo que sobressai mais que qualquer outra coisa. Parabéns.

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